O som no cinema marginal
José Agripino de Paula e a "música de fita" na edição de som de Hitler 3o. Mundo
Bibliographic Data
| ID | 5918446 |
|---|---|
| Authors | Simplicio Neto Ramos De Sousa (Escola Superior de Propaganda e Marketing, corresponding author) |
| Year | 2016 |
| Volume | 5 |
| Issue | 1 |
| Publication date | 2016-07-31 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Rebeca - Revista Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 2316-9230 • E-ISSN: 2316-9230 |
| Publisher | REBECA - Revista Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual (PUBLISHER) |
| DOI | 10.22475/rebeca.v5n1.249 |
| OpenAlex | W2562546616 |
| Language | EN |
| References cited | 1 |
Este trabalho é uma analise do tour-de-force de sonorização do filme Hitler no 3a. Mundo (1968), empreendido por seu realizador, o prosador, dramaturgo e cineasta vanguardista José Agripino de Paula, nome fundamental da contracultura no Brasil. Este seu único longa-metragem é um dos marcos do ciclo chamado Cinema Marginal. Trata-se de uma analise do filme experimental brasileiro com base em conceitos próprios aos estudos do som no cinema, trabalhados por autores contemporâneos como Claudia Gorbman e Robyn Stilwell., úteis para o entendimento de uma pista sonora fílmica que se assemelha a uma grande composição musical erudita de vanguarda em sua absorção do ruído, da colagem, etc. Podemos esclarecer quais, num trabalho desta linha, são as fronteiras entre o som diegético e não diegético
Art · Art history · Humanities · Movie theater · Brazilian cultural history and politics · Cultural, Media, and Literary Studies · Literature, Culture, and Criticism
| Highly cited | No |
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