Um corpo-fílmico doente
Subversão formal e potência de vida em E Agora? Lembra-me
Bibliographic Data
| ID | 5918495 |
|---|---|
| Authors | Lucas Camargo de Barros (0000-0002-5768-1981, University of Lisbon), Fabián Cevallos-Vivar (0000-0001-7743-2846, University of Lisbon) |
| Year | 2024 |
| Volume | 13 |
| Issue | 1 |
| Publication date | 2024-07-02 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Rebeca - Revista Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 2316-9230 • E-ISSN: 2316-9230 |
| Publisher | REBECA - Revista Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual (PUBLISHER) |
| DOI | 10.22475/rebeca.v13n1.1088 |
| OpenAlex | W4400224175 |
| Language | PT |
| References cited | 7 |
Neste artigo analisamos quais operações estético-formais que o longa-metragem "E agora? Lembra-me" (Joaquim Pinto, 2013) lança mão para subverter o caráter colonial-patológico deste corpo-fílmico que o próprio realizador denomina de "caderno de apontamentos de um ano de ensaios clínicos". Nossa reflexão aprofunda o estudo de narrativas doentes como potência de visibilização de corpos diversos em sentido formal e temático, expandindo assim a doença como uma experiência naturocultural e um instrumento para subversão formal. Esta perspectiva está assentada em uma abordagem teórica e metodológica que temos denominado como patologias fílmicas e na Teoria de cineastas (respeitando o caráter autobiográfico do filme). Utilizamos a base filosófico-política dos estudos crip para propor um outro tipo de arquivamento, a somateca anticolonial, onde manifesta-se potência de vida
Art · Cultural, Media, and Literary Studies · Literature, Culture, and Criticism
| Highly cited | No |
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