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Passados privados, ou privados do passado? Nostalgia, in-diferença e as comemorações do Sete de Setembro brasileiro

Bibliographic Data

ID5925971
AuthorsAndré De Lemos Freixo (corresponding author)
Year2019
Volume11
Issue23
Pages59-80
Publication date2019-05-13
Peer ReviewedYes
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueRevista NUPEM (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 2175-7429 • E-ISSN: 2176-7912
PublisherUniversidade Estadual do Parana - Unespar (PUBLISHER)
DOI10.33871/nupem.v11i23.637
OpenAlexW2952962781
LanguagePT

Proponho pensar como funciona, que tipo de elementos são deslocados, apagados ou focalizados e, acima de tudo, que tipo de figurações são apresentadas nas celebrações oficiais (públicas) do passado brasileiro, em geral, e em particular, no discurso oficial das comemorações do Dia da Independência do Brasil (7 de setembro de 1822). Que estética é mobilizada quando o passado "brasileiro" aparece em público (oficialmente)? Argumento que esse conjunto de figurações permite identificar o que eu chamo de "estética do brasileiro": promover uma consciência nacional (e histórica) in-diferente e etnocêntrica. A poderosa imaginação histórica mobilizada quando se trata de performances do passado brasileiro recicla anualmente os elementos estereotipados nessa estética, acionados por uma cultura histórica modernista que não lançam novos e promissores futuros, mas a celebração pública de um formato específico de nostalgia

Humanities · Political science · Brazilian cultural history and politics · Cultural, Media, and Literary Studies · Philosophy · Urban and sociocultural dynamics

Citation velocityhistorical
Highly citedNo

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