Não vejo cor, vejo apenas pessoas
O racismo color-blind e a persistência da desigualdade na América
Bibliographic Data
| ID | 5926548 |
|---|---|
| Authors | Barbara Santana Ribeiro (0000-0002-7503-7487, Universidade Federal de Sergipe), Ueliton Santos Moreira-Primo (0000-0001-7784-5341, Universidade Federal de Sergipe), Dalila Xavier De França (0000-0002-0431-3034, Universidade Federal de Sergipe) |
| Year | 2023 |
| Volume | 23 |
| Issue | 3 |
| Pages | 1-7 |
| Publication date | 2023-12-12 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista Subjetividades (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1679-1024 • E-ISSN: 2359-0777 |
| Publisher | Fundacao Edson Queiroz (PUBLISHER) |
| DOI | 10.5020/23590777.rs.v23i3.e13462 |
| OpenAlex | W4393871231 |
| Language | PT |
Resenha-se a obra "Racismo sem racistas: o racismo da cegueira de cor e a persistência da desigualdade na América", escrita pelo sociólogo estadunidense Eduardo Bonilla-Silva, em 2003 e publicada no Brasil em 2020. O autor centra-se no debate sobre o "racismo da cegueira de cor" (ou racismo color blind), conceito definido por ele como o estilo de racismo predominante na sociedade norte-americana, na era pós-movimento dos direitos civis, o qual nega a existência do racismo ao mesmo tempo em que o conserva sob a roupagem de ideologias liberais. Discute-se o racismo estrutural, que descreve o fenômeno como parte do sistema "normal" de funcionamento das sociedades racializadas, o que responsabiliza todos os sujeitos por sua manutenção, sejam aqueles abertamente racistas ou os que se silenciam diante de sua persistência. A partir das discussões apresentadas no livro, argumenta-se sobre suas relações com o racismo à brasileira, caracterizado pela mestiçagem e pelo mito da democracia racial, salientando sua forte negação
Art · Humanities · Migration, Racism, and Human Rights · Race, Identity, and Education in Brazil
| Highly cited | No |
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