Análise mitológica de A Bela Adormecida e Doze Reis e A Moça no Labirinto do Vento
Bibliographic Data
| ID | 5928626 |
|---|---|
| Authors | Wilton Fred Cardoso De Oliveira (corresponding author) |
| Year | 1997 |
| Issue | 2 |
| Publication date | 1997-02-13 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista de Letras (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 0104-9992 • E-ISSN: 2179-5282 |
| Publisher | Universidade Tecnologica Federal do Parana (UTFPR) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.3895/rl.v0n2.2299 |
| OpenAlex | W2531777270 |
| Language | PT |
O trabalho a seguir é uma tentativa de mostrar o resgate do mito. Trata-se de um paralelo entre a obra "A Bela Adormecida ", de Charles Perrault, e a obra "Doze Reis e a Moça no Labirinto do Vento" de Marina Colasanti. Trabalhamos a Simbologia numerológica existente tanto numa como noutra, baseados em Cirlot, Eliade, Jung e outros. Através da numerologia procuramos mostrar a ponte existente entre as obras, quanto à visão que ambos os autores apresentam da mulher. Perrault, através de sua obra, retrata a mulher passiva de sua época; Cola santi, por sua vez, contrapõe àquela uma nova mulher, dinâmica, ativa, que não está à espera de um príncipe que a acorde, que não aceita a imposição paterna, tampouco está ao sabor dos ventos. Colasanti se utiliza de símbolos, de uma linguagem mítica para desmitificar, fazendo reviver o mito de forma magnífica, não para permanecer mito, mas para se contrapor ao mito de que a mulher deve ser passiva e submissa
Art · Humanities · Linguistics and Language Studies · Literature, Culture, and Criticism · Philosophy · Psychology and Mental Health
| Highly cited | No |
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