Um breve passeio pela Modernidade e Pós-Modernidade através de Ragtime
Bibliographic Data
| ID | 5928634 |
|---|---|
| Authors | Wilton Fred Cardoso De Oliveira (Federal Center for Technological Education Celso Suckow da Fonseca, corresponding author) |
| Year | 2002 |
| Issue | 5 |
| Publication date | 2002-02-13 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista de Letras (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 0104-9992 • E-ISSN: 2179-5282 |
| Publisher | Universidade Tecnologica Federal do Parana (UTFPR) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.3895/rl.v0n5.2308 |
| OpenAlex | W2596202506 |
| Language | PT |
Ragtime -A Arte do ImprovisoDe 1896 a 1917 o ragtime era o mais popular "idioma" musical dos EUA.O estilo originou-se dos palcos de casas freqüentadas por negros ("Music Hall", "Vaudeville" e "Burlesque"), e o termo originou-se da expressão "ragged time" (tempo fragmentado referindo-se ao ritmo sincopado e de contra-tempo).Alguns dos mais famosos temas do estilo são "Hello Ma Baby" (1899), "Under The Bamboo Tree" (1902), "Alexander's Ragtime Band" (1911) e "Maple Leaf Rag" (1899) de Scott Joplin A escolha de Ragtime, de E. L. Doctorow, para a produção deste ensaio, apresentado à disciplina Teoria da Modernidade, não é aleatória.Quando o objeto de estudo de minha tese de doutorado é o romance histórico contemporâneo, debruçar-se sobre essa obra ou sobre Ulisses, de James Joyce, são passos fundamentais.Acrescento a isso a menção feita por Fredric Jameson [i].Em se tratando de Ragtime, seu autor é um dos poucos romancistas de esquerda talentosos e inovadores estadunidenses da atualidade, cujos livros se nutrem de história no sentido mais tradicional, sem contudo ter a estrutura de todos os romances históricos
Art · Cultural, Media, and Literary Studies · Literature, Culture, and Criticism · Philosophy
| Highly cited | No |
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