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O potencial de mitigação da mudança climática dos vetores energéticos da cana-de-açúcar na frota paulistana de veículos leves

Bibliographic Data

ID6009196
AuthorsAugusto Tolentino Camargo (Universidade de São Paulo), André Felipe Simões (0000-0003-4887-309X, Universidade de São Paulo), Sérgio Almeida Pacca (0000-0001-7609-5139, Universidade de São Paulo)
Year2019
Volume15
Issue37
Publication date2019-07-01
Peer ReviewedYes
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueRevista Tecnologia e Sociedade (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 1809-0044 • E-ISSN: 1984-3526
PublisherUniversidade Tecnologica Federal do Parana (UTFPR) (PUBLISHER)
DOI10.3895/rts.v15n37.9791
OpenAlexW2964077999
LanguagePT
Citations received3

O presente trabalho quantificou o potencial energético da cana-de-açúcar enquanto matéria prima para a produção de etanol e bioeletricidade para a frota de veículos leves na cidade de São Paulo em relação ao uso da gasolina; concomitantemente, quantificou-se a correlata mitigação da emissão de gases do efeito estufa – GEE. Neste contexto, a partir de uma modelagem focada no incremento no uso de vetores energéticos derivados da cana-de-açúcar, foi calculada uma massa evitada de 116 Mt de CO2 até o ano de 2050. Consideramos um modelo no qual a partir de 2025, teria início uma evolução consistente do uso de veículos leves movidos a eletricidade. Para tanto, assumiu-se que, em 2050, o uso de combustíveis pela frota de veículos leves da cidade de São Paulo, seria igualitário, sendo um terço da frota movida à gasolina, uma terço movida à etanol e um terço movida à eletricidade. Os recursos energéticos derivados da cana-de-açúcar, como o etanol e a bioeletricidade (eletricidade gerada a partir da queima de resíduos da cana-de-açúcar) seriam suficientes para atender o cenário proposto. No modelo, observa-se que, com a queda do uso na gasolina, cai, também, a demanda por etanol, visto que a vigente legislação brasileira prevê que a gasolina comercializada tenha em sua composição 27% de etanol anidro. Uma vez reduzida a demanda por etanol para adição na gasolina, há a correlata redução da necessidade de produção de cana-de-açúcar e, assim, consequentemente, uma redução da área de plantio. Esta redução, em contrapartida, poderia, por exemplo, implicar em mais área para plantação de gêneros agrícolas alimentícios (uma externalidade tipicamente positiva

Humanities · Physics · Coffee research and impacts · Energy and Environment Impacts · Philosophy

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Unique citing works3
Citations per year0,6
Citation span2021 - 2023 (3)
Citation velocityhistorical
Highly citedNo
Citation typesNeutral: 2

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