A “maior favela fluvial do mundo” nos materiais didáticos de História do Amapá
O ensino da história local do Município Laranjal do Jari (Amazônia Brasileira)
Bibliographic Data
| ID | 6063519 |
|---|---|
| Authors | Marilia Nascimento (Instituto de Historia), Marília Pantoja Do Nascimento, Andrius Estevam Noronha (0000-0002-2147-9669, Instituto de Historia) |
| Year | 2018 |
| Volume | 5 |
| Issue | 1 |
| Pages | 149 |
| Publication date | 2018-12-13 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Fronteiras & Debates (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 2446-8215 • E-ISSN: 2446-8215 |
| Publisher | Universidade Federal do Amapa (PUBLISHER) |
| DOI | 10.18468/fronteiras.2018v5n1.p149-171 |
| OpenAlex | W2908889044 |
| Language | PT |
O município de Laranjal do Jari, o terceiro maior município do estado do Amapá (IBGE: 2016), localizado cerca de 265km da capital, Macapá, frequentemente é estereotipado como “a maior favela fluvial do mundo”. Este discurso é reforçado nos principais materiais didáticos destinado ao ensino de História do Amapá publicados nesta última década como Amapá: vivendo nossa história (2008), escrito por Marcelo André Soares e Maria Emília Brito Rodrigues e História do Amapá: o passado é o espelho do presente (2009), escrito por Paulo Dias Morais. O objetivo deste artigo consiste em problematizar as narrativas referentes formação de Laranjal do Jari nestes materiais didáticos. A partir das problematizações, a relevância deste artigo consiste em contribuir com as reflexões sobre as possibilidades dos usos destes materiais para o ensino de história local
| Highly cited | No |
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