Como ser um Naturalista Filosófico Responsável
Datos Bibliográficos
| ID | 7212749 |
|---|---|
| Autores | Luis R G Oliveira (0000-0001-7478-1469, University of Houston, autor de correspondencia) |
| Año | 2018 |
| Volumen | 4 |
| Número | 1 |
| Fecha de publicación | 2018-07-25 |
| Peer Reviewed | Sí |
| Open Access | Sí |
| Tipo | ARTICLE |
| Revista | Revista Brasileira de Filosofia da Religião (JOURNAL) |
| Identificadores de la revista | ISSN: 2358-8284 |
| Editorial | Instituto de Estudos da Religião (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.26512/2358-82842017e10670 |
| OpenAlex | W2809744198 |
| Idioma | PT |
| Referencias citadas | 9 |
Um alinhamento responsável à alguma versão do naturalismo filosófico requer a articulação explícita e cuidadosa de um argumento em sua defesa. Em quatro passos, esse texto expande e examina a validade de um argumento que é frequentemente rascunhado em favor de versões populares do naturalismo: o Naturalismo Redutivo e o Naturalismo Secular. Primeiro, eu explico o chamado Realismo Cientifico, uma posição sobre a objetividade de certas teorias científicas. Segundo, eu justifico essa posição com referência ao famoso argumento do milagre. Terceiro, eu extraio dois princípios epistemológicos da discussão de testemunhos sobre milagres de David Hume. Por último, levando em conta o Realismo Cientifico e os princípios epistemológicas de Hume, eu articulo o que eu chamo de Naturalismo Filosófico Deferencialista. Como veremos, o naturalismo deferencialista é menos triunfante do que as versões mais populares do naturalismo. O que a minha discussão nessetexto evidencia, porém, é que um naturalista responsável interessado em algo mais ambicioso - como o Naturalismo Redutivo ou o Naturalismo Secular - nos deve um argumento suplementar ao que é frequentemente sugerido como suficiente
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| Velocidad de citación | historical |
|---|---|
| Altamente citado | No |