A Produção do Humanismo da Alta Idade Moderna em A Tempestade de Shakespeare doi
10.5007/2175-7917.2010V15n2p164
Bibliographic Data
| ID | 7260306 |
|---|---|
| Authors | Rodolfo Piskorski (0000-0003-3005-9102, Polydoro Ernani de São Thiago University Hospital, corresponding author) |
| Year | 2010 |
| Volume | 15 |
| Issue | 2 |
| Publication date | 2010-12-14 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Anuário de Literatura (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1414-5235 • E-ISSN: 2175-7917 |
| Publisher | Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.5007/2175-7917.2010v15n2p164 |
| OpenAlex | W1437019696 |
| Language | PT |
| References cited | 2 |
Este artigo lê A Tempestade de Shakespeare como peça-chave de uma genealogia e de uma desconstrução pós-humanista do humanismo da Alta Idade Moderna (séc. XVI-XVIII) e da dicotomia humano/animal, tanto por estar historicamente situada entre a Renascença e a Modernidade, quanto por dramatizar o próprio processo de produção do humanismo (e do humano em oposição ao animal). Assim, a “peça” ilusionista que Prospero monta na ilha para convencer seus conterrâneos do seu direito legítimo ao trono pode ser vista como a encenação necessária para se produzir o humano de acordo com os novos valores modernos que vêem a arte como ferramenta para o poder e o conhecimento. Também é analisada a importância da inauguração da divisão ontológica humano/animal para a encenação de Prospero, através da qual ele pode ativar a máquina antropológica, como a chama Agamben, e fabricar a civilidade humana moderna
Art · Art history · Deconstruction (building · Epistemology · Humanism · Humanities · Literature · Modernity · Political science · Politics · Power (physics · Tempest · The Renaissance · Theology · Throne · Cultural, Media, and Literary Studies · Law · Literature, Culture, and Aesthetics · Philosophy · Shakespeare, Adaptation, and Literary Criticism
| Highly cited | No |
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