O pós-humano, cyborgs e a (re)evolução do corpo em Mega Man Maverick Hunter X
Bibliographic Data
| ID | 7331094 |
|---|---|
| Authors | Simão Cireneu Milani Addôr Nunes Da Silva (Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões), Rosângela Fachel De Medeiros (0000-0002-0413-5098, Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões) |
| Year | 2017 |
| Issue | 20 |
| Publication date | 2017-07-13 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Literatura e Autoritarismo (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1679-849X • E-ISSN: 1679-849X |
| Publisher | Universidade Federal de Santa Maria (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.5902/1679849x27972 |
| OpenAlex | W2782319110 |
| Language | PT |
Este trabalho propõe a análise da conformação híbrida do robô X (humano e máquina), personagem principal do game Mega Man Maverick Hunter X, lançado em 2005, que é um remake do jogo Megaman X, produzido pela Capcom para a plataforma Super Nintendo em 1993. No universo narrativo do game, X é único robô a possuir a capacidade de ter sentimentos, sendo seu projeto o ponto de partida para a criação dos reploids (cyborgs com a capacidade de livre arbítrio), que, como ele,demonstram empatia por todos os seres, sejam humanos ou robóticos. Apesar de X ter o que é considerada a maior “fraqueza” dos humanos: sentimentos, ele é o personagem mais poderoso da série, justamente pela percepção de que esse potencial o torna ilimitado como os humanos; pois enquanto os humanos são capazes de evoluir física e intelectualmente, os robôs estarão permanentemente atrelados à função para a qual foram criados. Para analisar a constituição de X como uma possibilidade de discussão da perspectiva do pós-humano, utilizamos teorias desenvolvidas por Paula Sibilia (2002) em O homem pós-orgânico, e Lucia Santaella, em Culturas e artes do pós-humano (2003
Art · Humanities · Philosophy · Psychology and Mental Health
| Highly cited | No |
|---|