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Violência contra a mulher em Curuzú La Novia, de Josefina Plá, e “A Parasita Azul”, de Machado de Assis

Bibliographic Data

ID7331104
AuthorsRosana Cristina Zanelatto Santos (0000-0001-9921-6765, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), Luiz Roberto Lins Almeida (0000-0002-7267-9601, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul)
Year2022
Issue26
Pages29-42
Publication date2022-10-11
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueLiteratura e Autoritarismo (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 1679-849X • E-ISSN: 1679-849X
PublisherUniversidade Federal de Santa Maria (PUBLISHER • BR)
DOI10.5902/1679849x69746
OpenAlexW4306638436
LanguagePT

Esta breve investigação debruça-se sobre a temática da violência contra a mulher tal como percebida e representada nos contos Curuzú la novia (1958), de Josefina Plá, e “A Parasita Azul” (1873), de Machado de Assis. Partindo da análise da estrutura desses contos, tendo por escopo teórico os estudos de Moisés (2006), Reis (2018) e Coelho (2021), por meio da comparação entre uma obra da literatura paraguaia do século XX e uma de origem brasileira do século XIX, e tendo em mente que a situação de violência de gênero permanece como uma realidade atual, é possível perceber no narrador e nas personagens indícios de violência. Se, por um lado, a estrutura machadiana permite que o conto desague na ironia que o caracteriza, Josefina Plá, com seu projeto estético fulcrado no feminino – em solo paraguaio –, redunda na opção pelo trágico (ARISTÓTELES, 1993), considerando especialmente a objetificação do corpo da mulher, conforme destacado por Kilomba (2019

Art · Humanities · Cultural, Media, and Literary Studies · Literature, Culture, and Criticism · Urban and sociocultural dynamics

Highly citedNo

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