O grotesco como crítica social ao nazismo no filme O Tambor, de Volker Schlöndorff
Bibliographic Data
| ID | 7331247 |
|---|---|
| Authors | Carla Lavorati (0000-0003-4487-6453, Universidade Federal de Santa Maria), Maristela Scremin Valério (0000-0002-9125-7762, Universidade Estadual de Maringá) |
| Year | 2017 |
| Issue | 30 |
| Publication date | 2017-12-31 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Literatura e Autoritarismo (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1679-849X • E-ISSN: 1679-849X |
| Publisher | Universidade Federal de Santa Maria (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.5902/1679849x23430 |
| OpenAlex | W2781727976 |
| Language | PT |
O objetivo do trabalho é analisar no filme O Tambor como a representação do grotesco é um mote para a composição de sentidos que interrogam, de modo geral, a violência e a alienação. Na cidade de Danzig, nos anos de 1920, o personagem protagonista, Oskar, decide parar de crescer; e essa condição de adulto infantilizado marca a narrativa com cenas grotescas e mesmo de tom fantástico. Ocorrem, portanto, relações indissociáveis entre história coletiva do período entre guerras e o espaço privado no qual se desenrola a vida íntima dos personagens. O microcosmo da vida familiar de Oskar e também a comunidade de Danzig podem ser incorporados à problemática maior: a história da ascensão e queda do nazismo. Assim, observamos como a crítica social no filme associa-se a representações de imagens que exploram o absurdo da guerra e do totalitarismo
| Highly cited | No |
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