Identidades sociais, padronização e cores
A trajetória de Lenina em Admirável mundo novo, de Aldous Huxley
Bibliographic Data
| ID | 7331415 |
|---|---|
| Authors | Alana Michelli Bof (Universidade de Caxias do Sul, corresponding author), Roberto Rossi Menegotto (0000-0002-5297-1373, Universidade de Caxias do Sul, corresponding author) |
| Year | 2020 |
| Issue | 34 |
| Publication date | 2020-02-15 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Literatura e Autoritarismo (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1679-849X • E-ISSN: 1679-849X |
| Publisher | Universidade Federal de Santa Maria (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.5902/1679849x40875 |
| OpenAlex | W3015906748 |
| Language | PT |
Em Admirável mundo novo, romance distópico do inglês Aldous Huxley, as diferentes castas em que a sociedade é divida trajam roupas com cores que demarcam as suas posições sociais. No entanto, a personagem Lenina Crowne, pertencente ao grupo Beta, veste diferentes colorações ao longo da narrativa, contrariando os processos de controle mental aos quais foi submetida. Desse modo, o objetivo deste artigo é investigar a trajetória de Lenina, observando como, apesar de ter passado por diferentes processos de condicionamento, as cores de seu vestuário podem representar a sua sobreposição à normatização das identidades sociais. O amparo bibliográfico é oriundo de autores como Eva Heller (2013), Jean Chevalier e Alain Gheerbrant (2017), Kathryn Woodward (2000), Pierre Bourdieu (1989) e Stuart Hall (2000; 2015
Art · Humanities · Philosophy · Urban and sociocultural dynamics
| Highly cited | No |
|---|