A compreensão como categoria filosófica
Bibliographic Data
| ID | 7331454 |
|---|---|
| Authors | Rosana Cristina Zanelatto Santos (0000-0001-9921-6765, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, corresponding author) |
| Year | 2008 |
| Issue | 11 |
| Publication date | 2008-01-01 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Literatura e Autoritarismo (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1679-849X • E-ISSN: 1679-849X |
| Publisher | Universidade Federal de Santa Maria (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.5902/1679849x73929 |
| OpenAlex | W4387536461 |
| Language | PT |
| References cited | 1 |
Na leitura de textos (literários ou não), distinguem-se dois tipos de estruturas: uma superficial e outra profunda. A princípio há uma relação diretamente proporcional entre os dois tipos se considerarmos que, ao associar os significados das palavras, podemos, por somatório, compor o sentido do todo do texto. No entanto, esbarramos em algo: a capacidade humana de intuir, armazenar e (re) processar informações, produzindo outras informações e, por conseguinte, novos sentidos. Neste ensaio, pretendemos deslindar uma percepção filosófica da compreensão. Partimos, para tanto, de considerações de Hannah Arendt, segundo quem a compreensão é um processo interminável por via do qual aprendemos a nos reconciliar com nossa realidade, tentar sentir o mundo, com suas vicissitudes, como nossa morada
Humanities · Linguistics and Education Research · Linguistics and Language Studies · Philosophy · Psychology and Mental Health
| Highly cited | No |
|---|