A casa de vidro
O impulso distópico nas linhas duras de Ivan Ângelo
Bibliographic Data
| ID | 7331473 |
|---|---|
| Authors | Thaíse Gomes Lira (Universidade Federal da Paraíba), Luciane Alves Santos (0000-0002-2353-4510, Universidade Federal da Paraíba) |
| Year | 2019 |
| Issue | 32 |
| Publication date | 2019-01-31 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Literatura e Autoritarismo (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1679-849X • E-ISSN: 1679-849X |
| Publisher | Universidade Federal de Santa Maria (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.5902/1679849x34167 |
| OpenAlex | W2936482925 |
| Language | EN |
O pensamento utópico não surgiu com Utopia (1516), de Morus, mas a ficção ainda sente a sua influência: o pensamento utopista e a especulação sobre um mundo melhor estimularam a criação de obras que focam a desordem e desarmonia. Na ficção utópica surgem as condições para a Distopia, e aqui analisamos “A casa de vidro” (Ivan Ângelo), um dos textos distópicos originalmente escritos em português. Distopias proporcionam análises social e política, têm aspectos peculiares, surgiram no século XIX e se firmaram no século XX. São marcadas pelo totalitarismo, centralização de poder, plano u/distópico, repressão do indivíduo, controle pela violência, questionamento do status quo, alienação popular; alta tecnologia, liberdade vigiada, (não) heróis banidos. Este fundamenta-se em Arendt (1979), Figueiredo (2009), Foucault (1987), Kothe (1985), Todorov (2013) e Tomachevski (2013). Esperamos que esta pesquisa contribua para novos estudos sobre as Distopias brasileiras e seu poder de análise da sociedade
Art · Humanities · Cultural, Media, and Literary Studies · Philosophy
| Highly cited | No |
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