De como a letra pode fazer frente ao arquivo
Escritura e repetição no K, de Kucinski
Bibliographic Data
| ID | 7331529 |
|---|---|
| Authors | Elielson Figueiredo (0000-0003-3934-4903, Universidade do Estado do Pará), Tânia Maria Sarmento-Pantoja (0000-0003-1575-5679) |
| Year | 2017 |
| Issue | 18 |
| Publication date | 2017-01-11 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Literatura e Autoritarismo (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1679-849X • E-ISSN: 1679-849X |
| Publisher | Universidade Federal de Santa Maria (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.5902/1679849x25568 |
| OpenAlex | W2588417275 |
| Language | PT |
Abordamos o romance K, de Bernardo Kucinsk, a fim de compreendê-lo como Escritura dissidente e resistente cuja Assinatura sob o nome do autor é a própria Repetição dos procedimentos narrativos que costumeiramente são adotados pela ficção em torno dos arché de poder institucional. Tentamos teorizar o conceito de Arquivo segundo as reflexões de Derrida para melhor compreendermos a Escritura de Kucinski como texto nascido da experiência sensível das vítimas da repressão ditatorial militar brasileira. Ao mesmo tempo buscamos investigar de que maneira o K é também Repetição de uma Assinatura da culpa de quem sobrevive a catástrofes. Assim, parece-nos, preliminarmente, que a ficção do K é um acontecimento singular, como ocorre sempre que estamos diante de um relato baseado na experiência catastrófica. Este artigo procura dizer como se configura essa Assinatura e como sua Repetição não anula a Escritura como evento único e tampouco se deixa absorver pela autoridade do Arquivo
Art · Humanities · Brazilian cultural history and politics · Literature, Culture, and Criticism · Memory, Trauma, and Testimony · Philosophy
| Highly cited | No |
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