Os limites retórico-teológicos no Sermão Vigésimo Sétimo, o terceiro da série Maria, rosa mística, de António Vieira
Bibliographic Data
| ID | 7331591 |
|---|---|
| Authors | Rosana Cristina Zanelatto Santos (0000-0001-9921-6765, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, corresponding author) |
| Year | 2012 |
| Issue | 11 |
| Pages | 4-18 |
| Publication date | 2012-10-22 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Literatura e Autoritarismo (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1679-849X • E-ISSN: 1679-849X |
| Publisher | Universidade Federal de Santa Maria (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.5902/1679849x75400 |
| OpenAlex | W4387480171 |
| Language | PT |
O objetivo deste artigo é, com base na Retórica antiga/aristotélica, estabelecer os argumentos retórico-teológicos utilizados por António Vieira no Sermão Vigésimo Sétimo, com o Santíssimo Sacramento exposto, proferido em 1633 para uma irmandade de negros devotos de Nossa Senhora do Rosário, demonstrando que subjazem em seu discurso representações do absoluto e de entidades impessoais, frutos de modelos de seu tempo e unidas simbioticamente por uma série de leis e costumes. Essas entidades são o Estado português e a Igreja Católica. O sermão foi o meio de Vieira articular o sagrado ao secular, não desmerecendo nem Deus, seu Senhor, nem as autoridades portuguesas, seus senhores terrenos
| Highly cited | No |
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