Do Bio-Romantismo à Arte Concreta
Kázmér Fejér e a abstração na Hungria no segundo pós-guerra
Bibliographic Data
| ID | 7332691 |
|---|---|
| Authors | Heloisa Espada (0000-0002-1754-9601, corresponding author) |
| Year | 2025 |
| Volume | 9 |
| Issue | 2 |
| Pages | 24-52 |
| Publication date | 2025-07-14 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | MODOS Revista de História da Arte (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 2526-2963 • E-ISSN: 2526-2963 |
| Publisher | Universidade Estadual de Campinas (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.20396/modos.v9i2.8679673 |
| OpenAlex | W4412696854 |
| Language | PT |
| Citations received | 1 |
| References cited | 5 |
O artista húngaro Kázmer Fejér costuma ser lembrado por sua participação na mostra inaugural do grupo Ruptura, no Museu de Arte Moderna de São Paulo, em 1952, e pela atuação junto ao movimento de arte concreta brasileiro. Este artigo analisa suas atividades na Hungria, entre 1946 e 1948, quando integrou o Grupo de Artistas Abstratos de Budapeste, sob a liderança do crítico húngaro Ernö Kállai. Neste período, Fejér atuou como secretário do grupo, publicou textos teóricos e colaborou com a organização de duas exposições. Partindo da análise de fontes primárias, a pesquisa apresenta a relação intrínseca das pinturas de Fejér com o conceito de bio-romantismo, teoria desenvolvida por Kállai que balizou a produção abstracionista na Hungria no pós-guerra. Apresento as circunstâncias políticas que fizeram Fejér deixar seu país em direção à América Latina, em 1948, e sua passagem por Montevidéu, antes de se instalar em São Paulo, em 1949. O texto relaciona o desenvolvimento da arte concreta no Brasil com a emergência de associações artísticas que apoiaram o abstracionismo na Europa, no imediato pós-guerra. Ao abordar as origens transnacionais do grupo Ruptura, busca-se ampliar as perspectivas de análise da arte concreta no país
| Citations per year | 1 |
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| Citation span | 2025 - 2025 (1) |
| Highly cited | No |