O princípio que fundamenta a tripartição da alma na República de Platão
Bibliographic Data
| ID | 7370362 |
|---|---|
| Authors | José Wilson Da Silva (0000-0001-9109-6527, corresponding author) |
| Year | 2012 |
| Volume | 13 |
| Issue | 25 |
| Publication date | 2012-11-27 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista de Estudos Filosóficos e Históricos da Antiguidade (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 2177-5850 • E-ISSN: 2178-3004 |
| Publisher | Universidade Estadual de Campinas (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.53000/cpa.v13i25.827 |
| OpenAlex | W1548089825 |
| Language | PT |
| References cited | 3 |
Pretendo tratar do princípio que governa a tripartição da alma na República de Platão, ou melhor, o argumento necessário para fundamentar uma psique tripartite. Sabemos que Platão recorre ao Princípio de Não-Contradição para fundamentar a partição da alma, porém, não existe um argumento evidente que justifique uma tripartição. Entre as teses apresentadas por especialistas, trabalharei a que estabelece uma simetria entre a teoria do conhecimento platônica com sua teoria moral, a saber: a ciência é própria do elemento racional e a opinião dos irracionais (quando verdadeira, é própria do elemento irascível; quando falsa, do concupiscente); logo, tem-se uma alma tripartite. Reconheço existir problemas nesta interpretação, o que me faz apresentar uma hipótese interpretativa: a simetria entre as três formas de bens apresentada no início do Livro II com os elementos da alma
Epistemology · Humanities · Soul · Classical Philosophy and Thought · Philosophical Thought and Analysis · Philosophy · Psychology and Mental Health
| Citation velocity | historical |
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| Highly cited | No |