Nas terras do Sul
Movimento, parentesco e tempo em uma colônia alemã do sul do Brasil
Bibliographic Data
| ID | 7432804 |
|---|---|
| Authors | Everton De Oliveira (0000-0002-2932-344X, Centro Regional de Derechos Humanos y Justicia de Género, Corporación Humanas, corresponding author) |
| Year | 2018 |
| Volume | 27 |
| Issue | 1 |
| Pages | 16-38 |
| Publication date | 2018-12-26 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Cadernos de Campo (São Paulo 1991 (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 0104-5679 • E-ISSN: 2316-9133 |
| Publisher | Universidade de Sao Paulo, Agencia USP de Gestao da Informacao Academica (AGUIA) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.11606/issn.2316-9133.v27i1p16-38 |
| OpenAlex | W2913317271 |
| Language | EN |
| Citations received | 2 |
| References cited | 2 |
Neste artigo analiso como o tempo, em uma comunidade alemã do sul do Brasil, era formado por movimentos e narrativas que nos ofereciam suas territorialidades e relacionalidades. De tradição rural e católica, as comunidades da Encosta da Serra, RS, formaram-se em meados do século XIX. Desde o início com poucas terras, os colonos lideram com sua partilha a cada geração descendente, o que acentuou a crise do trabalho agrícola no momento em que as indústrias calçadistas chegavam a São Martinho, comunidade por mim acompanhada, no final dos anos 1970. Esse processo já foi analisado como capaz de causar o colapso do “sistema” da colônia, especialmente em relação às terras e ao parentesco. Em outra direção, apresento como preceitos elementares da ética alemã se mantiveram em movimento e instigaram outros movimentos, que traçavam os tempos das comunidades e das vilas, dispondo de suas terras, ancestral histórico e ativo da colônia
| Unique citing works | 2 |
|---|---|
| Citations per year | 0,33 |
| Citation span | 2020 - 2022 (3) |
| Citation velocity | historical |
| Highly cited | No |
| Citation types | Neutral: 2 |