Nature Conservation, Conflicts and Local People’s Resistance Around Protected Forests in Southern Africa
Bibliographic Data
| ID | 7744121 |
|---|---|
| Authors | Frank Matose (0000-0001-9538-3662, University of Cape Town, corresponding author) |
| Year | 2016 |
| Volume | 38 |
| Publication date | 2016-08-31 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Desenvolvimento e Meio Ambiente (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1518-952X • E-ISSN: 2176-9109 |
| Publisher | Universidade Federal do Parana (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.5380/dma.v38i0.44504 |
| OpenAlex | W2531629544 |
| Language | EN |
| Citations received | 3 |
| References cited | 11 |
Este artigo é focado na incapacidade de resolver totalmente os acessos e direitos por meio de arranjos de co-gestão que têm lugar na conservação das florestas e na resistência resultante pela população local. Ao fazer a análise, o artigo desenvolve uma tipologia de resistência como uma forma de contribuir com os debates em curso sobre a resistência de uma perspectiva sul-africana. Duas tipologias são desenvolvidas com base na evidência empírica adquirida ao longo de muitos anos de entrevistas aprofundadas e observações com pessoas envolvidas em dois locais na África do Sul e no Zimbabwe. O que é diferente da maioria dos estudos sobre a resistência é localizá-la dentro de relações de propriedade que foram introduzidas no início do colonialismo na África do Sul e que continuam inabaláveis em tempos pós-coloniais. As circunstâncias envolvendo o acesso e os direitos sobre os recursos são o que leva as pessoas locais em lugares diferentes a resistir e a questionar o Estado sobre as práticas de conservação, dado o fato de que a proibição do acesso e dos direitos os marginaliza, tornando-os membros desiguais de seus países. O ponto importante é que a resistência, como discutido no artigo, resulta em muitas dimensões de reapropriação por aqueles que perderam suas terras, florestas e direitos. Eu examino essa dimensão da resistência e defendo que a resistência assume formas diferentes e não conduz à formação de movimentos pelos atores que lutam para ganhar direitos e acesso aos recursos florestais. Perda de direitos e acessos resulta em desapropriação e perda de oportunidades de modos de vida. Ao mesmo tempo, os Estados precisam reconhecer a inadequação de dar direitos ou acesso aos recursos retirados das comunidades em torno de áreas de conservação, mas dar ambos, direitos e acessos a recursos que podem reduzir a subsequente marginalização
Humanities · Political science · Resist · African studies and sociopolitical issues · Agriculture, Land Use, Rural Development · Chemistry · Conservation, Biodiversity, and Resource Management · Philosophy
Parks and People in Postcolonial Societies
Domination and the Arts of Resistance
The New Imperialism
Repertoires of Domination
Neoliberal conservation and the potential for lawfare
Madagascar aflame
The Trouble with Wilderness
What's Nature Got To Do With It? A Situated Historical Perspective on Socio-natural Commodities
Introduction
"Introduction to "Moral Economies, State Spaces, and Categorical Violence
The Trust is Over! We Want to Plough
| Unique citing works | 3 |
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| Citations per year | 1,5 |
| Citation span | 2024 - 2026 (3) |
| Citation velocity | current |
| Highly cited | No |
| Citation types | Neutral: 3 |