Um caleidoscópio de categorias territoriais nas estatísticas geográficas brasileiras
Bibliographic Data
| ID | 9257574 |
|---|---|
| Authors | Catherine Chatel (Université Paris Cité), Maria Encarnação Beltrão Sposito (0000-0002-0421-7253, Universidade Estadual Paulista (Unesp)) |
| Year | 2019 |
| Volume | 64 |
| Issue | 1 |
| Pages | 5-36 |
| Publication date | 2019-09-02 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista Brasileira de Geografia (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 0034-723X • E-ISSN: 2526-0375 |
| Publisher | Tikinet Edicao Ltda. - EPP (PUBLISHER) |
| DOI | 10.21579/issn.2526-0375_2019_n1_5-36 |
| OpenAlex | W2971414004 |
| Language | PT |
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e o Instituto Nacional de Estadística y Geografía (INEGI), no México, são os únicos no mundo a reivindicar a "geografia". Será uma garantia científica para os pesquisadores que implementam dados localizados de censos? A partir de uma análise aprofundada das categorias de territórios produzidos pelo IBGE, nesse artigo, descrevemos essas fontes para entender os critérios que prevalecem na divisão do espaço e na definição do espaço urbano pela instituição. Passando de um modelo europeu pré-estatístico herdado do período colonial, para a racionalidade do Estado, pois ao contexto liberal e pós-moderno que se estendem no mundo globalizado, as categorias do IBGE revelam a paradoxos devido à superposição de pontos de vista diferentes sobre o modo de caracterizar o espaço urbano. Isso se traduz em dificuldades em entender e usar dados populacionais agregados em categorias espaciais e urbanas oficiais. Os avatares da situação atual são sintomáticos do paradigma da complexidade que influencia cada vez mais a abordagem quantitativa nas Ciências Sociais e, de maneira mais geral, reflete uma ruptura que se afirma entre os cidadãos, políticos e a lógica dos peritos
Art · Geography · Humanities · Political science · Sociology · Rural Development and Agriculture
| Highly cited | No |
|---|