Epidemiologia da infecção pela dengue em Ribeirão Preto, SP, Brasil
Bibliographic Data
| ID | 9259835 |
|---|---|
| Authors | Eugênia Maria Silveira Rodrigues (0000-0002-7987-1743, Secretaria Municipal de Saúde de Ribeirão Preto, Brasil), Amaury Lélis Dal-Fabbro (Universidade de São Paulo), Rogério Salomão (Universidade de São Paulo), Ivani Bisordi Ferreira (Instituto Adolpho Lutz, Brasil), Iray Maria Rocco (0000-0002-0234-227X, Instituto Adolpho Lutz, Brasil), Benedito Antonio Lopes da Fonseca (0000-0003-3159-5687, Universidade de São Paulo) |
| Year | 2002 |
| Volume | 36 |
| Issue | 2 |
| Pages | 160-165 |
| Publication date | 2002-04-01 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista de Saúde Pública (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 0034-8910 • E-ISSN: 0034-8910 |
| Publisher | FapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.1590/s0034-89102002000200007 |
| PMID | 12045796 |
| OpenAlex | W2040643073 |
| SCIELO_PID | S0034-89102002000200007 |
| Language | PT |
| Citations received | 6 |
| References cited | 6 |
OBJETIVO: Avaliar a transmissão de dengue em uma instituição correcional de adolescentes localizada em Ribeirão Preto, SP, Brasil. MÉTODOS: Foi realizado um inquérito sorológico e virológico da população de internos e funcionários de uma instituição correcional de adolescentes infratores localizada em Ribeirão Preto, SP, Brasil. A população de estudo consistiu em 105 menores e 91 funcionários que representavam 89% do total de pessoas expostas. O sangue coletado da população estudada foi armazenado e processado para avaliação pelas técnicas de MAC-Elisa e de isolamento viral. Cada participante respondeu a um questionário aplicado na ocasião da coleta de sangue. RESULTADOS: Do total de amostras de sangue coletadas (n=196), 42 (21,4%) foram positivas para anticorpos da classe IgM, e 43 (21,9%), para anticorpo IgG; destes, 15 com IgM e IgG positivas e 28 (14,3%) com apenas IgG positiva. Em cinco amostras, foram isolados vírus da dengue, sorotipo 1. Dos 42 casos com IgM positiva, 14 (33,4%) não relataram sintomas característico de dengue. A incidência entre os internos foi de 23,8% e, entre funcionários, de 18,6%. Os primeiros casos foram notificados em fevereiro de 1997, e os últimos, em março do mesmo ano, embora os resultados mostrem a possibilidade de a transmissão ter se iniciado bem antes de ser detectada. CONCLUSÕES: A alta incidência observada pode ser explicada pela grande densidade populacional na instituição, alta infestação do vetor Aedes aegypti, alta taxa de assintomáticos e transmissão favorecida pelo fato de a comunidade ser fechada
Antibody · Asymptomatic · Dengue fever · Dengue virus · Environmental health · Incidence (geometry) · Population · Serology · Serotype · Evasion and Academic Success Factors · Immunology · Internal Medicine · Medicine · Mosquito-borne diseases and control · Science and Education Research · Virology
Mediations on Public Health information
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Evolução temporal da dengue no município de Ribeirão Preto, São Paulo, 1994 a 2003
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Mídia, saúde e poder
| Unique citing works | 6 |
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| Citations per year | 0,33 |
| Citation span | 2008 - 2014 (7) |
| Citation velocity | historical |
| Highly cited | No |
| Citation types | Neutral: 5 |