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Hepatites B e C em usuários de drogas injetáveis vivendo com HIV em São Paulo, Brasil

Bibliographic Data

ID9260144
AuthorsAngela Mattos Marchesini (Secretaria Municipal de Saúde), Zilá Prestes Prá-Baldi (Secretaria Municipal de Saúde), Fábio Mesquita (0000-0002-8297-0224, Secretaria Municipal de Saúde), Regina Bueno (Secretaria Municipal de Saúde), Cassia Maria Buchalla (0000-0001-5169-5533, Universidade de São Paulo)
Year2007
Volume41
Issuesuppl 2
Pages57-63
Publication date2007-12-01
Peer ReviewedYes
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueRevista de Saúde Pública (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 0034-8910 • E-ISSN: 0034-8910
PublisherFapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER)
DOI10.1590/s0034-89102007000900010
PMID18094787
OpenAlexW2042673409
SCIELO_PIDS0034-89102007000900010
LanguagePT
References cited5

OBJETIVO: Descrever o perfil de usuários de drogas injetáveis vivendo com HIV/Aids e estimar a prevalência de hepatites B e C nesse grupo. MÉTODOS: Estudo transversal realizado com 205 pessoas vivendo com HIV/Aids, usuários de drogas injetáveis em acompanhamento em três unidades de atendimento da rede pública do Município de São Paulo, em 2003. Foi selecionada amostra não-probabilística, obtida de forma consecutiva e voluntária, nos dias em que compareciam para consulta nas unidades de atendimento. Por meio de entrevistas, foram levantados dados pessoais e informações sobre comportamento sexual, uso de drogas e conhecimento de hepatites. Foram realizados testes para detecção da infecção pelos vírus das hepatites B e C. RESULTADOS: Dos entrevistados, 81% eram homens e 19% mulheres, com idade média de 39 anos (dp=6,1) e seis anos de educação formal (dp=2,0). Não havia diferença em relação ao estado marital entre os sexos, 48% eram solteiros, 42% casados e 8% divorciados. A idade média do primeiro uso de tabaco, álcool e drogas ilícitas foi 13, 15 e 18 anos, respectivamente. Prevalências de hepatites B e C foram, respectivamente, de 55% (IC 95%: 49;63) e 83% (IC 95%: 78;88). Antes de usar droga injetável pela primeira vez, 80% dos respondentes não tinham ouvido falar de hepatites B e C. CONCLUSÕES: A alta prevalência de hepatites B e C e o baixo nível de conhecimento sobre a doença justificam a inclusão de esclarecimentos sobre as infecções hepáticas e de vacinação contra hepatite B nas estratégias de redução de danos pelo HIV

Family medicine · Human immunodeficiency virus (HIV) · Hepatitis B Virus Studies · Hepatitis C virus research · HIV, Drug Use, Sexual Risk · Medicine

Citation velocityhistorical
Highly citedNo

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