Diferenciais de mortalidade entre as regiões metropolitanas de Belo Horizonte e Salvador, 1985-1995
Bibliographic Data
| ID | 9260241 |
|---|---|
| Authors | Daisy Maria Xavier De Abreu (0000-0002-6855-8612, Universidade Federal de Minas Gerais), Roberto Do Nascimento Rodrigues (0000-0002-7874-2659, Universidade Federal de Minas Gerais) |
| Year | 2000 |
| Volume | 34 |
| Issue | 5 |
| Pages | 514-521 |
| Publication date | 2000-10-01 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista de Saúde Pública (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 0034-8910 • E-ISSN: 0034-8910 |
| Publisher | FapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.1590/s0034-89102000000500012 |
| PMID | 11105116 |
| OpenAlex | W2025100561 |
| SciELO | S0034-89102000000500012 |
| Language | PT |
| Citations received | 6 |
| References cited | 5 |
OBJETIVO: Analisar a evolução da mortalidade, por idade e sexo, segundo as causas de morte, nas regiões metropolitanas de Belo Horizonte (RMBH) e Salvador (RMS), entre 1985 e 1995. MÉTODOS: Os dados utilizados foram provenientes do Registro Civil, fornecidos pelo SIM (Sistema de Informação sobre Mortalidade do Ministério da Saúde). As causas de morte foram classificadas em evitáveis e não evitáveis. Aplicou-se o método de decomposição de Pollard para analisar a contribuição, na evolução dos ganhos de esperança de vida ao nascer, dos grupos de causas que tiveram um aumento da sua participação relativa na estrutura da mortalidade. RESULTADOS: O processo de declínio da mortalidade, em curso nas regiões metropolitanas estudadas, vem sofrendo mudanças nas últimas décadas com uma tendência à redução dos diferenciais existentes. No seu conjunto, as causas evitáveis reduziram seu peso relativo em ambas as regiões: na RMBH, de 36,5%, em 1985, para 30,6%, em 1995, entre os homens, e de 34,9%, em 1985, para 28%, em 1995, entre as mulheres. Na RMS, observou-se uma redução maior da participação relativa para as mulheres: de 35,4%, em 1985, para 25,9%, em 1995. Para os homens, essa participação passou de 44% do total, em 1985, para 39,7%, em 1995. CONCLUSÕES: Ainda persiste uma estrutura de causas de morte que pode estar indicando que, nas regiões estudadas, os progressos nos níveis de mortalidade não estão atingindo as populações menos favorecidas na intensidade e velocidade esperadas
Geography · Humanities · Political science · Insurance, Mortality, Demography, Risk Management · Male Reproductive Health Studies · Maternal and Neonatal Healthcare · Philosophy
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| Citations per year | 0.26 |
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| Citation span | 2003 - 2017 (15) |
| Highly cited | No |