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Mortalidade por doença de Chagas no Estado de São Paulo (Brasil)

Subsídios para o planejamento da assistência ao chagásico

Dados Bibliográficos

ID9260342
AutoresJulio Litvoc (Universidade de São Paulo), Dalva Marli Valério Wanderley (0000-0002-3309-4723, Secretaria do Estado da Saúde, Brasil), Luiz Marcelo Aranha Camargo (Universidade de São Paulo)
Ano1992
Volume26
Fascículo2
Páginas59-65
Data de publicação1992-04-01
Peer ReviewedSim
Open AccessSim
TipoARTICLE
PeriódicoRevista de Saúde Pública (JOURNAL)
Identificadores do periódicoISSN: 0034-8910 • E-ISSN: 0034-8910
EditoraFapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER)
DOI10.1590/s0034-89101992000200001
PMID1307429
OpenAlexW2000877487
SCIELO_PIDS0034-89101992000200001
IdiomaPT
Citações recebidas2
Referências citadas2

Foram analisadas as informações existentes em 1.646 declarações de óbito de residentes no Estado de São Paulo, falecidos em 1987, identificando-se a causa básica segundo as regras de seleção utilizadas internacionalmente. Foram calculados o indicador "Anos Potenciais de Vida Perdidos" e a mortalidade proporcional para a doença de Chagas e para a doença isquêmica do coração, considerando somente a população de 15 a 70 anos. A doença de Chagas esteve presente como causa básica em 0,9% da totalidade dos óbitos do Estado, mantendo tendência já identificada desde 1977. A participação proporcional da doença de Chagas no conjunto dos anos potenciais de vida perdidos do Estado, foi 1,1%, e da doença isquêmica do coração foi de 2,4%, enquanto que em termos de mortalidade proporcional os valores foram 1,2% e 4,0%, respectivamente. A distribuição das pessoas segundo região de residência mostra que o maior número de óbitos ocorreu na Grande São Paulo, enquanto que Ribeirão Preto apresentou o coeficiente mais elevado; 20,8% dos óbitos do Estado ocorreram em municípios diferentes daquele em que a pessoa residia, tendo essa taxa de evasão variado de 17,8% a 29,1% nas diversas regiões. A comparação desses dois subgrupos mostrou uma maior diferença em relação à variável sexo, uma vez que 22,8% dos homens faleceram num município diferente, tendo sido verificado esse fato em 17,4% das mulheres. Confirmou-se a importância desse quadro no Estado de São Paulo, e ao mesmo tempo identificou-se informações relativas à distribuição da doença em várias regiões, quer em termos de se conhecer o risco de mortalidade da população adulta, quer em termos de planejamento de atenção ao chagásico

Medicine · Mosquito-borne diseases and control · Trypanosoma species research and implications

  • Tendência da mortalidade relacionada à doença de Chagas, Estado de São Paulo, Brasil, 1985 a 2006

    Open Access•Augusto Hasiak Santo•Revista Panamericana de Salud…•2009

  • Doença de Chagas como causa básica de óbito na região sudeste do Brasil

    Open Access•Dalva Marli Valério Wanderley, Julio Litvoc•Revista de Saúde Pública•1994

  • Mortalidade de adultos de 15 a 74 anos de idade em São Paulo, Botucatu e São Manuel (Brasil), 1974/1975

    Open Access•Cid Guimarães, José María Pacheco De Souza et al.•Revista de Saúde Pública•1979

  • Perspectivas de controle da doença de Chagas no Brasil

    Open Access•João Carlos Pinto Dias•Cadernos de Saude Publica•1986

Obras citantes distintas2
Citações por ano0,06
Intervalo de citações1994 - 2009 (16)
Velocidade de citaçãohistorical
Altamente citadoNão
Tipos de citaçãoNeutras: 1
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