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Esporte, portugalização e diáspora

Os luso-chineses de Moçambique

Datos Bibliográficos

ID4530396
AutoresL Macagno (0000-0002-3464-9524, Universidade Federal do Paraná, autor de correspondencia)
Año2020
Volumen2
Número2
Páginas09-32
Fecha de publicación2020-04-15
Peer ReviewedSí
Open AccessSí
TipoARTICLE
RevistaRevista EntreRios do Programa de Pós-Graduação em Antropologia (JOURNAL)
Identificadores de la revistaISSN: 2595-3753 • E-ISSN: 2595-3753
EditorialUniversidade Federal do Piaui (PUBLISHER • BR)
DOI10.26694/rer.v2i2.9306
OpenAlexW3030236795
IdiomaPT

O artigo reconstrói a tênue e paradoxal incorporação dos chineses da Beira (Moçambique) na "família portuguesa". O trabalho se concentra, sobretudo, no período da década de 1950, quando Portugal buscou reforçar a sua ideologia colonial em termos de um suposto multirracialismo exercido nas chamadas Províncias Ultramarinas. De que maneira esta portugalização foi promovida? Através do esporte e, mais especificamente, do basquetebol, os colonos chineses ganharam notoriedade e foram considerados "bons portugueses" e bons cidadãos. Baseado em um trabalho etnográfico multissituado realizado junto aos luso-chineses, este artigo reflete sobre o esporte em termos de uma dimensão significativa daquela modernidade colonial

Art · Humanities · Cultural Identity and Heritage · Educational Practices and Policies · Sport and Mega-Event Impacts

Velocidad de citaciónhistorical
Altamente citadoNo
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