L G Esteves
Biographic Data
| ID | 1295461 |
|---|---|
| NAME | L G Esteves |
| GIVEN NAMES | L G |
| FAMILY NAME | Esteves |
| SIGNATURE | ESTEVES L G |
| AFFILIATIONS | Universidade Federal de Mato Grosso |
| ORCID | 0000-0001-8540-2823 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 10 |
| TOTAL CITATIONS | 1 |
| AUTHOR COUNT | 10 |
| EDITOR COUNT | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 2005 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2026 |
| H-INDEX | 1 |
Excitação (1976), um filme de gênero híbrido
In this work, on cinematographic genres, we seek to discuss the issue of hybridization, an issue present in extensive studies on the subject. However, we will stick to the Brazilian cinema’s context and use as a case study the Boca do Lixo’s film Excitação (1976), by Jean Garret. Through film analysis, we will deepen our understanding of this work, which consciously explores different genres. We will focus on three directions: supernatural horror…
Polêmicas e provocações em torno do Prêmio Resgate do Cinema Brasileiro
O presente artigo propõe uma reflexão sobre o Prêmio Resgate do Cinema Brasileiro, iniciativa responsável por reprogramar a produção cinematográfica no país a partir de verbas públicas a nível federal após o desmonte do setor efetivado pelo governo Collor de Mello (1990-1992). Nesse esforço, pretende-se apresentar um aprofundamento sobre o processo do concurso em si, colocando em relevo as polêmicas geradas através dele entre a classe. Parte-se d…
Modernidades em O desafio (1965)
O desafio (1965) é o primeiro longa-metragem brasileiro que buscou retratar os efeitos do golpe civil-militar de 1964. Dirigido por Paulo César Saraceni, mobilizou um extenso debate quando de seu lançamento. No presente trabalho será investigada a questão da modernidade na obra a partir de um número de citações presentes ao longo do enredo e englobando segmentos como o teatro, a literatura e o cinema. A ênfase da análise recai sobre a qualidade e…
La réprise du travail aux usines Wonder (1968)
La reprise du travail aux usines Wonder (1968) é um curta-metragem rodado por estudantes do Institut des Hautes Études Cinématographiques de forma improvisada, revelando uma discussão na porta de uma fábrica durante as ocorrências do Maio de 68. O filme vai ganhar relevo nas páginas dos Cahiers du cinéma, sendo saudado por Jacques Rivette como o “único que é verdadeiramente revolucionário” entre os chamados “filmes de Maio”. Em seguida irá figura…
Análise das cartas de Julio Bressane publicadas nos programas da Cinemateca do MAM Rio (1970-1971)
Este trabalho propõe investigar um par de cartas escritas pelo cineasta Julio Bressane e publicadas nos programas da Cinemateca do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro entre novembro de 1970 e janeiro de 1971, como parte da mostra Novos rumos do cinema brasileiro. Nelas, o diretor marca um posicionamento de ruptura contra o Cinema Novo, elaborando críticas ao processo de industrialização encampado pelo grupo. Faz também defesa da Belair, produ…
O Processo Da Cor No Cinema Brasileiro Moderno
A captação e processamento de imagens em movimento a partir de negativos coloridos no Brasil se desenvolve de forma expressiva no final dos anos 1960. Na ocasião, o cinema brasileiro moderno assiste a um embate entre cinemanovistas e diretores associados ao experimental. O confronto ganha um contorno peculiar no que diz respeito ao emprego da cor. Este trabalho pretende discutir algumas dimensões deste debate, tomando como base um corpo de filmes…
Pensar a desconstrução do cinema a partir de 68
Motivado pela ampla politização que insurge com fôlego nos últimos anos da década de 1960, o cinema ensaia uma virada institucional, proclamando uma nova vanguarda. Na França se falará em desconstruí-lo, adequando-o a um debate sintonizado ao estruturalismo. Este artigo pretende explorar o cinema produzido a partir de 68 em suas conversas prático-teóricas com a desconstrução estruturalista e algumas variações, tomando o trabalho de Jean-Luc Godar…
Sobre o "cinema violento" e seus manifestos esquecidos
Este artigo investiga a origem e o significado do "cinema violento", proposto nas páginas da revista Opus international em junho de 1968. Sob o impacto do Maio de 68, o periódico faz uma espécie de dossiê sobre a violência, pensando em sua abrangência sobre diversas modalidades artísticas. No cinema, destacam-se os "Quatre manifestes pour un cinéma violent" e o engajamento do principal teórico por trás da publicação, Alain Jouffroy. Como conclusã…
Impasses e potencialidades de um filme assintagmático
Este artigo busca propor uma reflexão sobre o que é aqui chamado de filme assintagmático, tomando como contexto a produção cinematográfica em torno de Maio de 68. O objeto contemplado por este estudo de caso é o curta-metragem La révolution n'est qu'un début. Continuouns le combat (1968), de Pierre Clémenti. Para esta análise e para a compreensão do que se propõe conceitualmente, leva-se em consideração a emergência de um "estado selvagem" atravé…
Indifference, neutrality and informativeness
Indifference, neutrality and informativeness
Sobre o "cinema violento" e seus manifestos esquecidos
Este artigo investiga a origem e o significado do "cinema violento", proposto nas páginas da revista Opus international em junho de 1968. Sob o impacto do Maio de 68, o periódico faz uma espécie de dossiê sobre a violência, pensando em sua abrangência sobre diversas modalidades artísticas. No cinema, destacam-se os "Quatre manifestes pour un cinéma violent" e o engajamento do principal teórico por trás da publicação, Alain Jouffroy. Como conclusã…
Impasses e potencialidades de um filme assintagmático
Este artigo busca propor uma reflexão sobre o que é aqui chamado de filme assintagmático, tomando como contexto a produção cinematográfica em torno de Maio de 68. O objeto contemplado por este estudo de caso é o curta-metragem La révolution n'est qu'un début. Continuouns le combat (1968), de Pierre Clémenti. Para esta análise e para a compreensão do que se propõe conceitualmente, leva-se em consideração a emergência de um "estado selvagem" atravé…
Pensar a desconstrução do cinema a partir de 68
Motivado pela ampla politização que insurge com fôlego nos últimos anos da década de 1960, o cinema ensaia uma virada institucional, proclamando uma nova vanguarda. Na França se falará em desconstruí-lo, adequando-o a um debate sintonizado ao estruturalismo. Este artigo pretende explorar o cinema produzido a partir de 68 em suas conversas prático-teóricas com a desconstrução estruturalista e algumas variações, tomando o trabalho de Jean-Luc Godar…
O Processo Da Cor No Cinema Brasileiro Moderno
A captação e processamento de imagens em movimento a partir de negativos coloridos no Brasil se desenvolve de forma expressiva no final dos anos 1960. Na ocasião, o cinema brasileiro moderno assiste a um embate entre cinemanovistas e diretores associados ao experimental. O confronto ganha um contorno peculiar no que diz respeito ao emprego da cor. Este trabalho pretende discutir algumas dimensões deste debate, tomando como base um corpo de filmes…
Modernidades em O desafio (1965)
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Análise das cartas de Julio Bressane publicadas nos programas da Cinemateca do MAM Rio (1970-1971)
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