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M C Rosa

Biographic Data

ID15644
NAMEM C Rosa
GIVEN NAMESM C
FAMILY NAMERosa
SIGNATUREROSA M C
AFFILIATIONSUniversidade Federal do Rio de Janeiro
ORCID0000-0003-2936-7386
VERIFIEDYes
TOTAL WORKS20
TOTAL CITATIONS1
AUTHOR COUNT20
EDITOR COUNT0
FIRST PUBLICATION YEAR1995
LATEST PUBLICATION YEAR2024
H-INDEX1
  • Mattoso Camara num Episódio da Política Carioca: A “Língua Brasileira do Distrito Federal”

    Open Access•M C Rosa•ARTICLE•Confluência•2024•References: 1

    Em meados de 1935 começava a tramitar na Câmara Municipal do Distrito Federal um projeto de lei que proibiria, nas escolas municipais do Rio de Janeiro, tanto as cadeiras de Português como a adoção, nessas unidades de ensino, de livros didáticos que apresentassem título ou capítulos com a denominação língua portuguesa, se falada no Brasil. Joaquim Mattoso Camara Jr., então professor de Português, se oporia com veemência ao projeto de lei no artig…

  • Revisitando a “Convenção” e “A grafia de nomes tribais brasileiros”

    Open Access•M C Rosa•ARTICLE•Confluência•2020

    Este artigo reúne dois trabalhos clássicos, ainda de acesso relativamente difícil, que procuraram normalizar o emprego de etnônimos em textos científicos em português. São eles a "Convenção para a grafia dos nomes tribais" e "A grafia de nomes tribais brasileiros

  • O quimbundo em cinco testemunhos gramaticais

    Open Access•M C Rosa•ARTICLE•Confluência•2019

    O presente artigo tem por objetivo servir de introdução ao estudo de uma linguística africana em português, pré-saussureana, que começou a ser escrita no século XVII. Focalizou-se aqui o quimbundo, na medida em que essa língua foi objeto de descrições entre os séculos XVII e XIX, o que permite acompanhar as mudanças introduzidas na descrição linguística ao longo do período

  • Por que deu essa nota na minha redação

    Open Access•M C Rosa•ARTICLE•Confluência•2018

    A correção de redações é uma tarefa difícil para qualquer professor de Português língua materna. Este artigo relata pesquisa desenvolvida com nossas turmas de Primeiro Grau entre os anos de 1984 e 1986, que procurou transformar a correção numa parte do processo que fosse também importante para o aluno

  • Isso É Uma Palavra

    Open Access•Kátia Nazareth Moura De Abreu, Kátia ABREU et al.•ARTICLE•Revista da ABRALIN•2017

    O presente artigo focaliza a reação de falantes a um conjunto de siglas. Eles deveriam decidir se estavam ou não diante de uma palavra. As respostas obtidas parecem evidenciar um grau considerável de incerteza. Os resultados autorizam o tratamento da formação de siglas como um tipo de morfologia especial, tal como as poucas descrições que abordam o tema vêm fazendo

  • A criação da pós-graduação em Linguística na Faculdade de Letras da UFRJ: O que o Boletim registrou

    Open Access•M C Rosa•ARTICLE•Confluência•2015

    O artigo reúne as portarias publicadas no Boletim da Universidade Federal do Rio de Janeiro entre 1967 e 1970 relativas à criação da pós-graduação em Linguística na Faculdade de Letras, instituída no mesmo período. Para permitir a compreensão desse período, o artigo aponta o aparato legal que possibilitou o surgimento tanto da Faculdade de Letras quanto da pós-graduação na UFRJ. O objetivo é arrolar a documentação que conta a transposição da Ling…

  • Batista, Ronaldo de Oliveira. Introdução à historiografia da linguística

    Open Access•M C Rosa•ARTICLE•Confluência•2014

    Esta pequena obra faz o que seu título promete. É uma introdução à\nHistoriografia da Linguística. Com um estilo claro, o A. conseguiu um texto que pode ter como público-alvo tanto o aluno de graduação, nos cursos de Letras em que a disciplina passou a ter lugar, como nos cursos de pós-graduação.\nA obra é composta de uma Introdução e três capítulos: “Breves reflexões sobre História e Linguística”, “O que é Historiografia da Linguística?” e “Prin…

  • Era uma vez uma gramática que não tinha Morfologia

    Open Access•M C Rosa•ARTICLE•Revista Diadorim•2013

    Numa obra seiscentista, anterior, portanto, não somente ao surgimento da Linguística mas também ao termo Morfologia, de que meios um gramático podia lançar mão para descrever a estrutura e formação das palavras? Para isso, tomamos por base uma obra escrita no Brasil dos anos finais do século XVII: a Arte da língua de Angola, do jesuíta Pedro Dias (1697). A obra descreve o quimbundo, língua do grupo banto, ainda hoje falada em Angola. Insere-se no…

  • Revendo uma das críticas às descrições missionárias

    Open Access•M C Rosa•ARTICLE•Revista de Estudos da Linguagem•2006

    This paper discusses a continuously repeated statement aboutthe traditional grammatical descriptions which says that theyreduced the structures of all languages to the structure of Latin.The discussion is based on the analysis of three languagedescriptions written in the 17th century by Jesuitical missionaries.From these grammatical works a different sense for the expression“identical to Latin” emerges: a set of structural aspects to whichthe gra…

  • A propósito de se rever um algoritmo de transcrição para o português brasileiro: Considerações sobre o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (1998)

    Open Access•Jedicaia Sabará Silva, M C Rosa et al.•ARTICLE•Revista de Estudos da Linguagem•2005

    This paper focuses on the second edition of the VocabulárioOrtográfico da Língua Portuguesa, the reference book for BrazilianPortuguese orthography. The new edition, published in 1998, hasabsorbed a great number of foreign words with their originalspelling. There follows from that novelty a confusing guide toPortuguese orthography

  • Regimento proueytoso e modus curandi: Edição Dos Textos

    Open Access•M C Rosa, Diana Maul De Carvalho et al.•ARTICLE•História Ciências Saúde-Manguinhos•2005

    O Regimento proueytoso contra ha pestenença e o Modus curandi cum balsamo são apresentados em edição fac-similar dos exemplares existentes, respectivamente, na Biblioteca Pública de Évora e na Biblioteca Nacional de Portugal. Ambos os fac-símiles receberam edições semidiplomáticas. Segue-se a essa transliteração para caracteres modernos uma tradução; no caso do Regimento, uma tradução intra-línguas, que modernizou o texto; no caso do Modus curand…

  • Edição semidiplomática: Edição atualizada

    Open Access•M C Rosa•ARTICLE•História Ciências Saúde-Manguinhos•2005

    Americanae nace como un proyecto conjunto que surge dentro de la Red Europea de Información y Documentación sobre América Latina (REDIAL), y que ha afrontado la Biblioteca de la Agencia Española de Cooperación Internacional para el Desarrollo (AECID). Esta nueva biblioteca virtual hace más accesibles los libros digitales de tema americanista a los investigadores y usuarios interesados de cualquier parte del mundo

  • Em torno de dois textos médicos antigos

    Open Access•M C Rosa•ARTICLE•História Ciências Saúde-Manguinhos•2005

    Os textos aqui reunidos - Regimento proueytoso contra ha pestenença e Modus curandi cum balsamo - constituíam, por volta de 1530, a biblioteca médica conhecida em Portugal, posta em letras góticas por impressores estrangeiros: o alemão Valentim Fernandes, talvez o mais importante impressor do período, que trabalhou em Lisboa entre 1495 e 1518, e Germão Galharde, francês que exerceu seu ofício em Lisboa e Coimbra entre 1519 e 1560. O modus curandi…

  • Edição semidiplomática

    Open Access•M C Rosa, Diana Maul De Carvalho et al.•ARTICLE•História Ciências Saúde-Manguinhos•2005

  • Regimento proueytoso contra ha pestenença: Glossário

    Open Access•M C Rosa•ARTICLE•História Ciências Saúde-Manguinhos•2005

    O presente glossário tem por objetivo principal servir de auxiliar na compreensão do Regimento proueytoso contra ha pestenença e, por essa razão, nele estão todos os vocábulos presentes no texto. Como, no entanto, pode ser de interesse para aqueles que trabalham com História da Língua Portuguesa, nele se incluíram também informações sobre a grafia e sobre a forma de origem de todo o vocabulário

  • Uma coleção gramatical setecentista

    Open Access•M C Rosa•ARTICLE•Revista de Estudos da Linguagem•2000

    This article analyses an anonimous 18th century grammar catalogue.Besides raising the most obvious issues on authors and tides ofgrammars, the manuscript evokes problems related to the commerceof printed books, and to the emergence of public libraries in Europe

  • Beyond Translation: Essays toward a Modern Philology

    M C Rosa•REVIEW•Language•1999

  • Pace Panini: Towards a Word-Based Theory of Morphology

    M C Rosa, A Ford et al.•ARTICLE•Language•1999

  • Línguas bárbaras e peregrinas do Novo Mundo segundo os gramáticos jesuítas: Uma Concepção De Universalidade No Estudo De Línguas Estrangeiras1

    Open Access•M C Rosa•ARTICLE•Revista de Estudos da Linguagem•1997•Cited by: 1

    In this paper I explore the reflection of the religious context in the concept of universal grammar as it is presented in four missionary grammars written by Jesuit priests in Brazil: Anchieta (1595), Figueira (1621?), Dias (1697) e Mamiani (1699). In the last few decades linguists have seen the return of the expression universal grammar to the literature, as a consequence of the influence of Noam Chomsky's work. The hypothesis of a common core f…

  • Pontuação em Impressos Renascentistas: O Surgimento da Sentença Ortográfica

    Open Access•M C Rosa•ARTICLE•Revista de Estudos da Linguagem•1995

    Which principIes used"to guide the punctuation ofthe Portuguese language when there were no Portuguese grammars, but, as nowadays, there was already a printing activity which made available texts in this language to a great amount of people? The most simple answer to this question is that they were available in those Latin grammars in use. We have tried to demonstrate, based on the study of two marks of punctuation in use at that time - the comma…

  • Línguas bárbaras e peregrinas do Novo Mundo segundo os gramáticos jesuítas: Uma Concepção De Universalidade No Estudo De Línguas Estrangeiras1

    Open Access•M C Rosa•ARTICLE•Revista de Estudos da Linguagem•1997•Cited by: 1

    In this paper I explore the reflection of the religious context in the concept of universal grammar as it is presented in four missionary grammars written by Jesuit priests in Brazil: Anchieta (1595), Figueira (1621?), Dias (1697) e Mamiani (1699). In the last few decades linguists have seen the return of the expression universal grammar to the literature, as a consequence of the influence of Noam Chomsky's work. The hypothesis of a common core f…

  • Pontuação em Impressos Renascentistas: O Surgimento da Sentença Ortográfica

    Open Access•M C Rosa•ARTICLE•Revista de Estudos da Linguagem•1995

    Which principIes used"to guide the punctuation ofthe Portuguese language when there were no Portuguese grammars, but, as nowadays, there was already a printing activity which made available texts in this language to a great amount of people? The most simple answer to this question is that they were available in those Latin grammars in use. We have tried to demonstrate, based on the study of two marks of punctuation in use at that time - the comma…

  • Línguas bárbaras e peregrinas do Novo Mundo segundo os gramáticos jesuítas: Uma Concepção De Universalidade No Estudo De Línguas Estrangeiras1

    Open Access•M C Rosa•ARTICLE•Revista de Estudos da Linguagem•1997•Cited by: 1

    In this paper I explore the reflection of the religious context in the concept of universal grammar as it is presented in four missionary grammars written by Jesuit priests in Brazil: Anchieta (1595), Figueira (1621?), Dias (1697) e Mamiani (1699). In the last few decades linguists have seen the return of the expression universal grammar to the literature, as a consequence of the influence of Noam Chomsky's work. The hypothesis of a common core f…

  • Beyond Translation: Essays toward a Modern Philology

    M C Rosa•REVIEW•Language•1999

  • Pace Panini: Towards a Word-Based Theory of Morphology

    M C Rosa, A Ford et al.•ARTICLE•Language•1999

  • Uma coleção gramatical setecentista

    Open Access•M C Rosa•ARTICLE•Revista de Estudos da Linguagem•2000

    This article analyses an anonimous 18th century grammar catalogue.Besides raising the most obvious issues on authors and tides ofgrammars, the manuscript evokes problems related to the commerceof printed books, and to the emergence of public libraries in Europe

  • A propósito de se rever um algoritmo de transcrição para o português brasileiro: Considerações sobre o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (1998)

    Open Access•Jedicaia Sabará Silva, M C Rosa et al.•ARTICLE•Revista de Estudos da Linguagem•2005

    This paper focuses on the second edition of the VocabulárioOrtográfico da Língua Portuguesa, the reference book for BrazilianPortuguese orthography. The new edition, published in 1998, hasabsorbed a great number of foreign words with their originalspelling. There follows from that novelty a confusing guide toPortuguese orthography

  • Regimento proueytoso e modus curandi: Edição Dos Textos

    Open Access•M C Rosa, Diana Maul De Carvalho et al.•ARTICLE•História Ciências Saúde-Manguinhos•2005

    O Regimento proueytoso contra ha pestenença e o Modus curandi cum balsamo são apresentados em edição fac-similar dos exemplares existentes, respectivamente, na Biblioteca Pública de Évora e na Biblioteca Nacional de Portugal. Ambos os fac-símiles receberam edições semidiplomáticas. Segue-se a essa transliteração para caracteres modernos uma tradução; no caso do Regimento, uma tradução intra-línguas, que modernizou o texto; no caso do Modus curand…

  • Edição semidiplomática: Edição atualizada

    Open Access•M C Rosa•ARTICLE•História Ciências Saúde-Manguinhos•2005

    Americanae nace como un proyecto conjunto que surge dentro de la Red Europea de Información y Documentación sobre América Latina (REDIAL), y que ha afrontado la Biblioteca de la Agencia Española de Cooperación Internacional para el Desarrollo (AECID). Esta nueva biblioteca virtual hace más accesibles los libros digitales de tema americanista a los investigadores y usuarios interesados de cualquier parte del mundo

  • Em torno de dois textos médicos antigos

    Open Access•M C Rosa•ARTICLE•História Ciências Saúde-Manguinhos•2005

    Os textos aqui reunidos - Regimento proueytoso contra ha pestenença e Modus curandi cum balsamo - constituíam, por volta de 1530, a biblioteca médica conhecida em Portugal, posta em letras góticas por impressores estrangeiros: o alemão Valentim Fernandes, talvez o mais importante impressor do período, que trabalhou em Lisboa entre 1495 e 1518, e Germão Galharde, francês que exerceu seu ofício em Lisboa e Coimbra entre 1519 e 1560. O modus curandi…

  • Edição semidiplomática

    Open Access•M C Rosa, Diana Maul De Carvalho et al.•ARTICLE•História Ciências Saúde-Manguinhos•2005

  • Regimento proueytoso contra ha pestenença: Glossário

    Open Access•M C Rosa•ARTICLE•História Ciências Saúde-Manguinhos•2005

    O presente glossário tem por objetivo principal servir de auxiliar na compreensão do Regimento proueytoso contra ha pestenença e, por essa razão, nele estão todos os vocábulos presentes no texto. Como, no entanto, pode ser de interesse para aqueles que trabalham com História da Língua Portuguesa, nele se incluíram também informações sobre a grafia e sobre a forma de origem de todo o vocabulário

  • Revendo uma das críticas às descrições missionárias

    Open Access•M C Rosa•ARTICLE•Revista de Estudos da Linguagem•2006

    This paper discusses a continuously repeated statement aboutthe traditional grammatical descriptions which says that theyreduced the structures of all languages to the structure of Latin.The discussion is based on the analysis of three languagedescriptions written in the 17th century by Jesuitical missionaries.From these grammatical works a different sense for the expression“identical to Latin” emerges: a set of structural aspects to whichthe gra…

  • Era uma vez uma gramática que não tinha Morfologia

    Open Access•M C Rosa•ARTICLE•Revista Diadorim•2013

    Numa obra seiscentista, anterior, portanto, não somente ao surgimento da Linguística mas também ao termo Morfologia, de que meios um gramático podia lançar mão para descrever a estrutura e formação das palavras? Para isso, tomamos por base uma obra escrita no Brasil dos anos finais do século XVII: a Arte da língua de Angola, do jesuíta Pedro Dias (1697). A obra descreve o quimbundo, língua do grupo banto, ainda hoje falada em Angola. Insere-se no…

  • Batista, Ronaldo de Oliveira. Introdução à historiografia da linguística

    Open Access•M C Rosa•ARTICLE•Confluência•2014

    Esta pequena obra faz o que seu título promete. É uma introdução à\nHistoriografia da Linguística. Com um estilo claro, o A. conseguiu um texto que pode ter como público-alvo tanto o aluno de graduação, nos cursos de Letras em que a disciplina passou a ter lugar, como nos cursos de pós-graduação.\nA obra é composta de uma Introdução e três capítulos: “Breves reflexões sobre História e Linguística”, “O que é Historiografia da Linguística?” e “Prin…

  • A criação da pós-graduação em Linguística na Faculdade de Letras da UFRJ: O que o Boletim registrou

    Open Access•M C Rosa•ARTICLE•Confluência•2015

    O artigo reúne as portarias publicadas no Boletim da Universidade Federal do Rio de Janeiro entre 1967 e 1970 relativas à criação da pós-graduação em Linguística na Faculdade de Letras, instituída no mesmo período. Para permitir a compreensão desse período, o artigo aponta o aparato legal que possibilitou o surgimento tanto da Faculdade de Letras quanto da pós-graduação na UFRJ. O objetivo é arrolar a documentação que conta a transposição da Ling…

  • Isso É Uma Palavra

    Open Access•Kátia Nazareth Moura De Abreu, Kátia ABREU et al.•ARTICLE•Revista da ABRALIN•2017

    O presente artigo focaliza a reação de falantes a um conjunto de siglas. Eles deveriam decidir se estavam ou não diante de uma palavra. As respostas obtidas parecem evidenciar um grau considerável de incerteza. Os resultados autorizam o tratamento da formação de siglas como um tipo de morfologia especial, tal como as poucas descrições que abordam o tema vêm fazendo

  • Por que deu essa nota na minha redação

    Open Access•M C Rosa•ARTICLE•Confluência•2018

    A correção de redações é uma tarefa difícil para qualquer professor de Português língua materna. Este artigo relata pesquisa desenvolvida com nossas turmas de Primeiro Grau entre os anos de 1984 e 1986, que procurou transformar a correção numa parte do processo que fosse também importante para o aluno

  • O quimbundo em cinco testemunhos gramaticais

    Open Access•M C Rosa•ARTICLE•Confluência•2019

    O presente artigo tem por objetivo servir de introdução ao estudo de uma linguística africana em português, pré-saussureana, que começou a ser escrita no século XVII. Focalizou-se aqui o quimbundo, na medida em que essa língua foi objeto de descrições entre os séculos XVII e XIX, o que permite acompanhar as mudanças introduzidas na descrição linguística ao longo do período

  • Revisitando a “Convenção” e “A grafia de nomes tribais brasileiros”

    Open Access•M C Rosa•ARTICLE•Confluência•2020

    Este artigo reúne dois trabalhos clássicos, ainda de acesso relativamente difícil, que procuraram normalizar o emprego de etnônimos em textos científicos em português. São eles a "Convenção para a grafia dos nomes tribais" e "A grafia de nomes tribais brasileiros

  • Mattoso Camara num Episódio da Política Carioca: A “Língua Brasileira do Distrito Federal”

    Open Access•M C Rosa•ARTICLE•Confluência•2024•References: 1

    Em meados de 1935 começava a tramitar na Câmara Municipal do Distrito Federal um projeto de lei que proibiria, nas escolas municipais do Rio de Janeiro, tanto as cadeiras de Português como a adoção, nessas unidades de ensino, de livros didáticos que apresentassem título ou capítulos com a denominação língua portuguesa, se falada no Brasil. Joaquim Mattoso Camara Jr., então professor de Português, se oporia com veemência ao projeto de lei no artig…

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Ethnos_APP • Open Source Project • MIT License • Frontend v2.0.0 • Privacy and Cookies • API Documentation: api.ethnos.app/docs • API Source Code: GitHub • DOI: 10.5281/zenodo.17049435 • Frontend Source Code: GitHub • DOI: 10.5281/zenodo.17050053 • cruz.rio.br • Expectantes Misericordiae