Gustavo Frade
Biographic Data
| ID | 1702639 |
|---|---|
| NAME | Gustavo Frade |
| GIVEN NAMES | Gustavo |
| FAMILY NAME | Frade |
| SIGNATURE | FRADE G |
| AFFILIATIONS | Universidade Federal de Juiz de Fora |
| ORCID | 0000-0002-6682-9394 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 6 |
| TOTAL CITATIONS | 1 |
| WORKS AS AUTHOR | 6 |
| WORKS AS EDITOR | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 2014 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2024 |
| H-INDEX | 1 |
Identidade, manifestação e repressão entre os aqueus (Tersites na Ilíada, Canto 2)
Ao contrário de todos os outros guerreiros da Ilíada, identificados pela filiação ou pela região de origem, Tersites não é introduzido como representante de nenhuma terra, nem é apresentado como filho de ninguém. Na falta de uma identidade e de uma posição social explicitamente definidas, Tersites é caracterizado, a princípio, pelas particularidades de seu discurso e, logo em seguida, por sua aparência única. A posição social de Tersites, entreta…
Poder, legitimação e distribuição de riquezas entre os aqueus (Ilíada, Canto I)
Uma interpretação do conflito entre Aquiles e Agamêmnon, no canto I da Ilíada, com o objetivo de analisar a lógica do poder por trás da sequência de incidentes que dão início à cólera (mênis) de Aquiles. A disputa, que começa como um embate entre o poder humano de Agamêmnon e o poder divino de Apolo através de seu sacerdote Crises, acaba por revelar toda uma dinâmica do poder humano e do poder divino, em que a capacidade de destruição, os privilé…
Controle da informação e liderança nas aventuras de Odisseu (Odisseia, 9-12)
As aventuras de Odisseu, narradas por ele mesmo para os feácios, têm como eixo narrativo a viagem para o Hades onde o herói escuta as profecias de Tirésias, depois complementadas por Circe. Esse núcleo divide as aventuras de Odisseu em três partes: uma primeira, em que as ameaças à tripulação são desconhecidas e imprevisíveis; uma segunda, em que Odisseu já sabe antecipadamente quais desafios esperar ao longo do percurso (mas dosa o conhecimento …
Épica grega – poesia, narrativa e representação
Este artigo se propõe a oferecer uma base teórica para uma leitura consciente da épica grega arcaica. Inicia-se com uma discussão sobre a definição do gênero entre antigos e contemporâneos. Depois, tenta-se fundamentar uma base para a interpretação da composição da poesia e da narrativa, incluindo também a perspectiva da crítica e teoria da própria Antiguidade. Por fim, discute-se criação e formação do sentido na recepção. ---DOI: http://dx.doi.o…
Homero e a Questão Homérica
Uma investigação a respeito do entendimento de Homero e das abordagens de sua poesia épica. O foco é sua recepção no século XX, a partir da percepção de suas características que remetem à composição oral tradicional, observadas nos estudos de Parry e Lord. Os trabalhos desses dois estudiosos abriram caminho para uma série de estudos que investigariam os fundamentos do estilo e da composição dos poemas homéricos. Inclui considerações breves sobre …
Dez poemas de Matsuo Bashô
Tradução de dez hokku (forma mais conhecida como haikai) de Matsuo Bashô com breve introdução e comentários gerais sobre a tradução e específicos sobre cada um dos poemas. Como o gênero oferece o desafio de desenvolver imagens dentro de uma forma fixa extremamente concisa e como a brevidade é marca característica dos poemas, o texto traduzido também segue uma espécie de padrão rítmico 5-7-5 que se aproxima um pouco da contagem japonesa de unidade…
Identidade, manifestação e repressão entre os aqueus (Tersites na Ilíada, Canto 2)
Ao contrário de todos os outros guerreiros da Ilíada, identificados pela filiação ou pela região de origem, Tersites não é introduzido como representante de nenhuma terra, nem é apresentado como filho de ninguém. Na falta de uma identidade e de uma posição social explicitamente definidas, Tersites é caracterizado, a princípio, pelas particularidades de seu discurso e, logo em seguida, por sua aparência única. A posição social de Tersites, entreta…
Dez poemas de Matsuo Bashô
Tradução de dez hokku (forma mais conhecida como haikai) de Matsuo Bashô com breve introdução e comentários gerais sobre a tradução e específicos sobre cada um dos poemas. Como o gênero oferece o desafio de desenvolver imagens dentro de uma forma fixa extremamente concisa e como a brevidade é marca característica dos poemas, o texto traduzido também segue uma espécie de padrão rítmico 5-7-5 que se aproxima um pouco da contagem japonesa de unidade…
Épica grega – poesia, narrativa e representação
Este artigo se propõe a oferecer uma base teórica para uma leitura consciente da épica grega arcaica. Inicia-se com uma discussão sobre a definição do gênero entre antigos e contemporâneos. Depois, tenta-se fundamentar uma base para a interpretação da composição da poesia e da narrativa, incluindo também a perspectiva da crítica e teoria da própria Antiguidade. Por fim, discute-se criação e formação do sentido na recepção. ---DOI: http://dx.doi.o…
Homero e a Questão Homérica
Uma investigação a respeito do entendimento de Homero e das abordagens de sua poesia épica. O foco é sua recepção no século XX, a partir da percepção de suas características que remetem à composição oral tradicional, observadas nos estudos de Parry e Lord. Os trabalhos desses dois estudiosos abriram caminho para uma série de estudos que investigariam os fundamentos do estilo e da composição dos poemas homéricos. Inclui considerações breves sobre …
Controle da informação e liderança nas aventuras de Odisseu (Odisseia, 9-12)
As aventuras de Odisseu, narradas por ele mesmo para os feácios, têm como eixo narrativo a viagem para o Hades onde o herói escuta as profecias de Tirésias, depois complementadas por Circe. Esse núcleo divide as aventuras de Odisseu em três partes: uma primeira, em que as ameaças à tripulação são desconhecidas e imprevisíveis; uma segunda, em que Odisseu já sabe antecipadamente quais desafios esperar ao longo do percurso (mas dosa o conhecimento …
Poder, legitimação e distribuição de riquezas entre os aqueus (Ilíada, Canto I)
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