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Joel Vieira Da Silva Filho

Biographic Data

ID2739710
NAMEJoel Vieira Da Silva Filho
GIVEN NAMESJoel Vieira
FAMILY NAMEDa Silva Filho
SIGNATUREFILHO J V S
AFFILIATIONSUniversidade Federal de Alagoas
ORCID0000-0001-9895-9911
VERIFIEDYes
TOTAL WORKS3
TOTAL CITATIONS1
WORKS AS AUTHOR3
WORKS AS EDITOR0
FIRST PUBLICATION YEAR2021
LATEST PUBLICATION YEAR2024
H-INDEX1
  • O eu-nós na poesia de Márcia Kambeba

    Open Access•Maria De Fátima Costa E Silva, Joel Vieira Da Silva Filho et al.•ARTICLE•Anuário de Literatura•2024

    Este estudo visa uma leitura teórico-crítica dos poemas "Índio eu não sou", "Silêncio Guerreiro" e "União dos povos", presentes no livro Ay Kakyri Tama "eu moro na cidade" (2013; 2018), da pesquisadora e poeta indígena Márcia Wayna Kambeba. Ao ler os poemas, notamos uma lírica kambebiana do "eu-nós", conforme Julie Dorrico (2017), revestida pelo discurso de identidade, resistência e alteridade - este último a partir da estética filosófica de Mikh…

  • Metade cara, metade máscara

    Open Access•Joel Vieira Da Silva Filho, Cristian Souza De Sales•ARTICLE•Boitatá•2021

    Este texto investe numa discussão acerca das relações existentes entre memória coletiva e identidade indígena em Metade Cara, Metade Máscara (2004) da escritora indígena contemporânea Eliane Potiguara. Metade Cara, Metade Máscara é uma obra de cunho autobiográfico, de gênero híbrido, entremeando lendas, ficção, testemunhos, depoimentos e poemas. Através da narrativa de deslocamento e processo diaspórico da escritora, destacamos como as memórias i…

  • Subalternas Nunca Mais! O Grito Decolonial Das Escritoras Indígenas Brasileiras

    Open Access•Carlos Augusto De Melo, Joel Vieira Da Silva Filho•ARTICLE•Caderno Seminal•2021•Cited by: 1•References: 1

    Esta proposta de trabalho tem por objetivo refletir sobre as experiências de subalternidade e os seus desdobramentos epistemológicos pelos quais as mulheres indígenas têm vivido na sociedade brasileira, a partir das produções literários de escritoras que se declaram representantes desse grupo étnico, em mais evidência no século XXI. Considerando o que, em seu célebre ensaio Pode o subalterno falar?, Spivak (2010) destaca sobre os mais acentuados …

  • Subalternas Nunca Mais! O Grito Decolonial Das Escritoras Indígenas Brasileiras

    Open Access•Carlos Augusto De Melo, Joel Vieira Da Silva Filho•ARTICLE•Caderno Seminal•2021•Cited by: 1•References: 1

    Esta proposta de trabalho tem por objetivo refletir sobre as experiências de subalternidade e os seus desdobramentos epistemológicos pelos quais as mulheres indígenas têm vivido na sociedade brasileira, a partir das produções literários de escritoras que se declaram representantes desse grupo étnico, em mais evidência no século XXI. Considerando o que, em seu célebre ensaio Pode o subalterno falar?, Spivak (2010) destaca sobre os mais acentuados …

  • Metade cara, metade máscara

    Open Access•Joel Vieira Da Silva Filho, Cristian Souza De Sales•ARTICLE•Boitatá•2021

    Este texto investe numa discussão acerca das relações existentes entre memória coletiva e identidade indígena em Metade Cara, Metade Máscara (2004) da escritora indígena contemporânea Eliane Potiguara. Metade Cara, Metade Máscara é uma obra de cunho autobiográfico, de gênero híbrido, entremeando lendas, ficção, testemunhos, depoimentos e poemas. Através da narrativa de deslocamento e processo diaspórico da escritora, destacamos como as memórias i…

  • Subalternas Nunca Mais! O Grito Decolonial Das Escritoras Indígenas Brasileiras

    Open Access•Carlos Augusto De Melo, Joel Vieira Da Silva Filho•ARTICLE•Caderno Seminal•2021•Cited by: 1•References: 1

    Esta proposta de trabalho tem por objetivo refletir sobre as experiências de subalternidade e os seus desdobramentos epistemológicos pelos quais as mulheres indígenas têm vivido na sociedade brasileira, a partir das produções literários de escritoras que se declaram representantes desse grupo étnico, em mais evidência no século XXI. Considerando o que, em seu célebre ensaio Pode o subalterno falar?, Spivak (2010) destaca sobre os mais acentuados …

  • O eu-nós na poesia de Márcia Kambeba

    Open Access•Maria De Fátima Costa E Silva, Joel Vieira Da Silva Filho et al.•ARTICLE•Anuário de Literatura•2024

    Este estudo visa uma leitura teórico-crítica dos poemas "Índio eu não sou", "Silêncio Guerreiro" e "União dos povos", presentes no livro Ay Kakyri Tama "eu moro na cidade" (2013; 2018), da pesquisadora e poeta indígena Márcia Wayna Kambeba. Ao ler os poemas, notamos uma lírica kambebiana do "eu-nós", conforme Julie Dorrico (2017), revestida pelo discurso de identidade, resistência e alteridade - este último a partir da estética filosófica de Mikh…

Art (2 works) · Humanities (2 works) · Cultural, Media, and Literary Studies (1 work) · Indigenous Health and Education (1 work) · Indigenous Studies in Latin America (1 work) · Linguistics and Education Research (1 work) · Literature, Culture, and Criticism (1 work) · Memory, Trauma, and Testimony (1 work) · Race, Identity, and Education in Brazil (1 work) · Urban and sociocultural dynamics (1 work)

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