Camila Mainardi
Biographic Data
| ID | 329346 |
|---|---|
| NAME | Camila Mainardi |
| GIVEN NAMES | Camila |
| FAMILY NAME | Mainardi |
| SIGNATURE | MAINARDI C |
| AFFILIATIONS | Universidade Federal de Goiás |
| ORCID | 0000-0001-9161-0688 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 11 |
| TOTAL CITATIONS | 3 |
| AUTHOR COUNT | 11 |
| EDITOR COUNT | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 2009 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2023 |
| H-INDEX | 1 |
Universidades em transformação? Tensionamentos e possibilidades a partir de múltiplos saberes
A presença indígena, quilombola, negra, de lideranças, integrantes de comunidades ancestrais, entre demais sábias e sábios de povos tradicionais nos espaços acadêmicos, têm produzido diversas provocações como tensionamentos quanto a abertura ao diálogo inter e transepistêmico nas instituições produtoras de conhecimento, as universidades. Ocorrem tensionamentos quando se desestabilizam matrizes eurocêntricas e aberturas dialógicas quando outras ep…
Ensino de História e Educação Ambiental: Propostas didáticas para adiar o fim do mundo
O presente artigo tem a proposta de refletir sobre as relações entre Ensino de História e Educação Ambiental. A partir de um breve levantamento de estudos já existentes sobre essa temática em livros didáticos, apresentamos alguns limites e possibilidades de trazermos para o campo da história outras experiências de viver e estar no mundo. Nesse movimento dialógico, aspectos do pensamento formulado por autores como Davi Kopenawa e Ailton Krenak são…
Seguindo as forquilhas da amesca: Awãkã’p e retomadas nos escritos pataxó
Este texto é resultado de uma pesquisa sobre as formas de resistências e saberes construídos pelas/os autoras/es pataxó. Nesse artigo, em específico, vamos abordar a retomada através das awãkã’p (narrativas), mormente, com foco na história da Amesca, mãe de gêmeos que morre para garantir a vida dos seus descendentes. Dos seus restos mortais, brota o pé de amesca (Protium heptaphyllum), árvore em cujas forquilhas crescem uma resina utilizada até h…
Ãxyga maramamytopaãwa, xiwe: Cerimônia de cura x doença espiritual entre os povos Apyãwa e Inỹ
Neste artigo tratarei de ãxyga maramamytopaãwa, termo utilizado no contexto do Povo Apyãwa, o qual pode ser aproximado como "cerimônia de cura" ou "ritual de cura". No contexto dos Apyãwa, o ãxyga aparamamytoparama’e (espírito) que cura o enfermo, livrando-o da sua doença. Já no contexto dos Inỹ, é o xiwe que abrange um significado muito amplo, vinculado aos saberes sagrados, aos etyma (territórios) e aos ãxyga (espíritos) que equilibram a vida h…
Extensão universitária: Experiências da PUC/GOIÁS e SME de Goiânia na formação continuada para a implementação da Lei Federal n° 11.645/2008
Realizamos aqui um relato de experiência do curso de Extensão Literatura Infantil e Educação para as Relações Étnico-raciais: Caminhos Teóricos, Experiências e Vivências, ofertado a/os profissionais da Rede Municipal de Educação de Goiânia, em parceria com a PUC/GOIÁS, foi desenvolvido no ano de 2022, a partir de uma descrição detalhada de sua organização, realização, assim como da metodologia e avaliação, assim como refletimos sobre sua continui…
Produção de autoria indígena em programas de pós-graduação na área de antropologia: Levantamento De Dissertações E Teses (2010 a 2022)
Frente a ausência de informações mais gerais sobre a produção acadêmica de autoria indígena e do desafio de acessá-la para além das redes em que cada um/a está inserido/a, este ensaio tem como objetivo apresentar um mapeamento exploratório da produção indígena na área de Antropologia caracterizando-a a partir de informações sobre o pertencimento étnico, identidade de gênero-sexo e formação inicial das/os autoras/es, mas também a relacionando com …
Apresentação do Dossiê | Trajetórias nas universidades: Experiências da lei de cotas, transformações políticas e epistemológicas
A Revista Desenvolvimento Social (RDS) apresenta, nesta edição, o Dossiê temático "Trajetórias nas universidades: Experiências da lei de cotas, transformações políticas e epistemológicas", organizado por Camila Mainardi (UFG), Marta Quintiliano (UFG) e Jacqueline da Silva Costa (UNILAB)
Tupi Guarani: Entre usos e exegeses
Em minhas anotações, a recorrência da palavra conflito e suas variações em expressões como "é muita desunião" e "não têm mais paz" são o ponto de partida deste ensaio, realiza-do entre as famílias tupi guarani da TI Piaçaguera, litoral sul de São Paulo. A cada retorno a campo contavam-me que "aconteceram muitas mudanças", elencando, por vezes, para onde tinham ido cada parente. Tal comentário mostra meu interesse em encontrar determinadas pessoas…
Por uma nova leitura do Evolucionismo
Neste ano de 2011, os livros O Direito Materno, de Johann Bachofen, e Lei Antiga, de Henry Maine, completam 150 anos de publicação; e as obras Sistemas de Consanguinidade e Afinidade da Família Humana, de Lewis Morgan, e Cultura Primitiva, de Edward Tylor, completam 140 anos. A Cadernos de Campo, em homenagem a essas datas, apresenta como tema de sua seção especial o Evolucionismo
Pissolato, Elizabeth de Paula. A duração da pessoa: Mobilidade, parentesco e xamanismo mbya (guarani). São Paulo: Editora da Unesp, 2007. 446p
Trajetórias, Territórios e Conflitos: Entrevista com Paulo Santilli
Paulo SANTILLI é antropólogo e possui graduação em ciências sociais pela Universidade de Brasília (UNB), tendo defendido a dissertação de mestrado Os Macuxi: História e Política no século XX na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Sua tese de doutorado Pemongon Patá: território Macuxi, rotas de conflito foi defendida junto ao Programa de Pós-graduação em Antropologia Social da Universidade de São Paulo (PPGAS-USP). Ambos os trabalhos tive…
Tupi Guarani: Entre usos e exegeses
Em minhas anotações, a recorrência da palavra conflito e suas variações em expressões como "é muita desunião" e "não têm mais paz" são o ponto de partida deste ensaio, realiza-do entre as famílias tupi guarani da TI Piaçaguera, litoral sul de São Paulo. A cada retorno a campo contavam-me que "aconteceram muitas mudanças", elencando, por vezes, para onde tinham ido cada parente. Tal comentário mostra meu interesse em encontrar determinadas pessoas…
Pissolato, Elizabeth de Paula. A duração da pessoa: Mobilidade, parentesco e xamanismo mbya (guarani). São Paulo: Editora da Unesp, 2007. 446p
Trajetórias, Territórios e Conflitos: Entrevista com Paulo Santilli
Paulo SANTILLI é antropólogo e possui graduação em ciências sociais pela Universidade de Brasília (UNB), tendo defendido a dissertação de mestrado Os Macuxi: História e Política no século XX na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Sua tese de doutorado Pemongon Patá: território Macuxi, rotas de conflito foi defendida junto ao Programa de Pós-graduação em Antropologia Social da Universidade de São Paulo (PPGAS-USP). Ambos os trabalhos tive…
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