Francisco Régis Lopes Ramos
Biographic Data
| ID | 334085 |
|---|---|
| NAME | Francisco Régis Lopes Ramos |
| GIVEN NAMES | Francisco Régis Lopes |
| FAMILY NAME | Ramos |
| SIGNATURE | RAMOS F R L |
| AFFILIATIONS | Universidade Federal do Ceará |
| ORCID | 0000-0003-0566-4925 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 10 |
| TOTAL CITATIONS | 3 |
| AUTHOR COUNT | 10 |
| EDITOR COUNT | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 2007 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2025 |
| H-INDEX | 1 |
O Tempo No Limite: A Operação Historiográfica No Museu Histórico Nacional Entre O Fato E a Ficção (1922-1959)
A abordagem é composta por indagações sobre a experiência temporal na “operação historiográfica”, de acordo com Michel de Certeau. Escrito em forma de ensaio e tomando partido a favor da explicitação dos lugares políticos de produção do saber, o artigo propõe discussões em torno dos modos pelos quais o passado torna-se o “ausente”, na medida em que certo presente é delimitado. Relações entre História, Museu e Literatura na escrita de Gustavo Barr…
Objetos, vitrines e palavras. Da escrita de Gustavo Barroso no Museu Histórico Nacional às possibilidades do devir
Estruturado na forma de ensaio, o artigo analisa, em princípio, o papel da escrita de Gustavo Barroso no Museu Histórico Nacional, entre 1922 e 1959. A partir da abordagem de Roland Barthes sobre o sentido fascista da linguagem, o artigo desenvolve reflexões sobre os desafios e as dificuldades atuais diante da museologia imposta por Gustavo Barroso para dar sentido ao passado. Refletindo sobre determinado funcionamento das relações de poder entre…
José de Alencar e a operação historiográfica: Fronteiras E Disputas Entre História E Literatura
Com base nas interrogações de Michel de Certeau sobre a "operação historiográfica", este artigo examina os modos pelos quais José de Alencar procurou dar legitimidade ao seu modo de fazer do passado um objeto de conhecimento. Compreende-se, desse modo, que os romancistas assumiram, também, a tarefa de compreender o passado. E, além disso, ou subjacente a isso, passaram a rivalizar com a suposta circunscrição que os historiadores foram estabelecen…
O calendário e o golpe de 1964: Temporalidade, Escrita Da História E Hagiografia
O artigo analisa como os regimes autoritários da América Latina no final do século XX foram tomados como motivo para um desvio em face da tradição cristã dos calendários que orientavam o fiel a lembrar, em cada dia, a vida de um santo. Seguirei, como fio condutor, um caso específico: a vida e a morte de frei Tito de Alencar Lima, dominicano preso e torturado entre os anos de 1969 e 1970. A partir desse recorte, farei uma avaliação a respeito das …
A lição da pedra: Usos Do Passado E Cultura Material
Ao propor certas divisões entre o passado e o presente, a escrita da história na modernidade também articula várias maneiras de fazer conexões entre o real e o que não é real. Uma possível abordagem historiográfica é exatamente o estudo sobre a forma como essas conexões são constituídas e legitimadas. Portanto, este artigo é uma abordagem historiográfica sobre os usos do passado na cultura histórica vivida por Gustavo Barroso, a partir das propos…
Entre a poeira e o silêncio: Sobre exposições e construções da memória no Museu do Ceará (1932-1997)
O artigo aborda algumas maneiras de construir os sentidos do passado nas exposições do Museu do Ceará entre os anos 1932 e 1997. Com base em problemáticas da história social da memória, são destacados os sentidos da poeira e do silêncio no modo pelo qual o pretérito é configurado no espaço das exposições. Desse modo, os artefatos são tratados a partir de valores e expectativas que orientam, em determinada circunstância, as conexões e as separaçõe…
Objetos do caldeirão: Museu, Memória E Cultura Material (1936-1997)
Trata-se de uma abordagem a respeito de uma coleção dos objetos da comunidade do Caldeirão (1926-1936), que atualmente se encontra catalogada no acervo do Museu do Ceará. Estuda a cultura material a partir da trajetória de artefatos que foram utilizados como dispositivos de memória, em situações historicamente situadas. Sendo assim, entende-se que é necessário compreender a historicidade dos objetos, situando-os em campos de acordos e disputas qu…
Uma questão de tempo: Os usos da memória nas aulas de História
Levando em consideração que, na atualidade, o tema da memória tem ocupado a agenda de movimentos (ou instituições) classificados como 'culturais', o texto faz uma reflexão sobre a fundamentação teórica e os procedimentos metodológicos do conhecimento histórico diante do que se convencionou chamar de 'direito à memória'. Assim, percebe-se que é preciso estabelecer de maneira mais criteriosa as distinções entre os campos rememorativos e a reflexão …
A insustentável leveza do tempo: Os Objetos Da Sociedade De Consumo Em Aulas De História
O artigo desenvolve propostas para o uso dos objetos em aulas de história. Argumenta-se que a reflexão sobre as múltiplas relações entre sujeitos e objetos pode ser uma via de acesso para a construção da consciência crítica sobre o tempo, ou melhor, sobre as formas pelas quais acontecem ligações e separações entre passado, presente e futuro. O intuito é afirmar a necessidade de colocar, a partir do cotidiano vivido e de reflexões sobre a sociedad…
Comentário VII
A lição da pedra: Usos Do Passado E Cultura Material
Ao propor certas divisões entre o passado e o presente, a escrita da história na modernidade também articula várias maneiras de fazer conexões entre o real e o que não é real. Uma possível abordagem historiográfica é exatamente o estudo sobre a forma como essas conexões são constituídas e legitimadas. Portanto, este artigo é uma abordagem historiográfica sobre os usos do passado na cultura histórica vivida por Gustavo Barroso, a partir das propos…
Objetos do caldeirão: Museu, Memória E Cultura Material (1936-1997)
Trata-se de uma abordagem a respeito de uma coleção dos objetos da comunidade do Caldeirão (1926-1936), que atualmente se encontra catalogada no acervo do Museu do Ceará. Estuda a cultura material a partir da trajetória de artefatos que foram utilizados como dispositivos de memória, em situações historicamente situadas. Sendo assim, entende-se que é necessário compreender a historicidade dos objetos, situando-os em campos de acordos e disputas qu…
Uma questão de tempo: Os usos da memória nas aulas de História
Levando em consideração que, na atualidade, o tema da memória tem ocupado a agenda de movimentos (ou instituições) classificados como 'culturais', o texto faz uma reflexão sobre a fundamentação teórica e os procedimentos metodológicos do conhecimento histórico diante do que se convencionou chamar de 'direito à memória'. Assim, percebe-se que é preciso estabelecer de maneira mais criteriosa as distinções entre os campos rememorativos e a reflexão …
Comentário VII
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O artigo desenvolve propostas para o uso dos objetos em aulas de história. Argumenta-se que a reflexão sobre as múltiplas relações entre sujeitos e objetos pode ser uma via de acesso para a construção da consciência crítica sobre o tempo, ou melhor, sobre as formas pelas quais acontecem ligações e separações entre passado, presente e futuro. O intuito é afirmar a necessidade de colocar, a partir do cotidiano vivido e de reflexões sobre a sociedad…
Uma questão de tempo: Os usos da memória nas aulas de História
Levando em consideração que, na atualidade, o tema da memória tem ocupado a agenda de movimentos (ou instituições) classificados como 'culturais', o texto faz uma reflexão sobre a fundamentação teórica e os procedimentos metodológicos do conhecimento histórico diante do que se convencionou chamar de 'direito à memória'. Assim, percebe-se que é preciso estabelecer de maneira mais criteriosa as distinções entre os campos rememorativos e a reflexão …
Entre a poeira e o silêncio: Sobre exposições e construções da memória no Museu do Ceará (1932-1997)
O artigo aborda algumas maneiras de construir os sentidos do passado nas exposições do Museu do Ceará entre os anos 1932 e 1997. Com base em problemáticas da história social da memória, são destacados os sentidos da poeira e do silêncio no modo pelo qual o pretérito é configurado no espaço das exposições. Desse modo, os artefatos são tratados a partir de valores e expectativas que orientam, em determinada circunstância, as conexões e as separaçõe…
Objetos do caldeirão: Museu, Memória E Cultura Material (1936-1997)
Trata-se de uma abordagem a respeito de uma coleção dos objetos da comunidade do Caldeirão (1926-1936), que atualmente se encontra catalogada no acervo do Museu do Ceará. Estuda a cultura material a partir da trajetória de artefatos que foram utilizados como dispositivos de memória, em situações historicamente situadas. Sendo assim, entende-se que é necessário compreender a historicidade dos objetos, situando-os em campos de acordos e disputas qu…
A lição da pedra: Usos Do Passado E Cultura Material
Ao propor certas divisões entre o passado e o presente, a escrita da história na modernidade também articula várias maneiras de fazer conexões entre o real e o que não é real. Uma possível abordagem historiográfica é exatamente o estudo sobre a forma como essas conexões são constituídas e legitimadas. Portanto, este artigo é uma abordagem historiográfica sobre os usos do passado na cultura histórica vivida por Gustavo Barroso, a partir das propos…
O calendário e o golpe de 1964: Temporalidade, Escrita Da História E Hagiografia
O artigo analisa como os regimes autoritários da América Latina no final do século XX foram tomados como motivo para um desvio em face da tradição cristã dos calendários que orientavam o fiel a lembrar, em cada dia, a vida de um santo. Seguirei, como fio condutor, um caso específico: a vida e a morte de frei Tito de Alencar Lima, dominicano preso e torturado entre os anos de 1969 e 1970. A partir desse recorte, farei uma avaliação a respeito das …
José de Alencar e a operação historiográfica: Fronteiras E Disputas Entre História E Literatura
Com base nas interrogações de Michel de Certeau sobre a "operação historiográfica", este artigo examina os modos pelos quais José de Alencar procurou dar legitimidade ao seu modo de fazer do passado um objeto de conhecimento. Compreende-se, desse modo, que os romancistas assumiram, também, a tarefa de compreender o passado. E, além disso, ou subjacente a isso, passaram a rivalizar com a suposta circunscrição que os historiadores foram estabelecen…
Objetos, vitrines e palavras. Da escrita de Gustavo Barroso no Museu Histórico Nacional às possibilidades do devir
Estruturado na forma de ensaio, o artigo analisa, em princípio, o papel da escrita de Gustavo Barroso no Museu Histórico Nacional, entre 1922 e 1959. A partir da abordagem de Roland Barthes sobre o sentido fascista da linguagem, o artigo desenvolve reflexões sobre os desafios e as dificuldades atuais diante da museologia imposta por Gustavo Barroso para dar sentido ao passado. Refletindo sobre determinado funcionamento das relações de poder entre…
O Tempo No Limite: A Operação Historiográfica No Museu Histórico Nacional Entre O Fato E a Ficção (1922-1959)
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