Elenise Cristina Pires Andrade
Biographic Data
| ID | 3499599 |
|---|---|
| NAME | Elenise Cristina Pires Andrade |
| GIVEN NAMES | Elenise Cristina Pires |
| FAMILY NAME | Andrade |
| SIGNATURE | ANDRADE E C P |
| AFFILIATIONS | Universidade Estadual de Feira de Santana |
| ORCID | 0000-0001-8123-6362 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 7 |
| TOTAL CITATIONS | 0 |
| AUTHOR COUNT | 7 |
| EDITOR COUNT | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 2009 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2019 |
| H-INDEX | 0 |
Vermelhos ritmos e(m) biologias
E se não houver espera já que o tempo em re-existência não para e não passa? Abrir mão do tempo e(m) experimentações com imagens, esculturas, células, fluídos a perfurar um esperado, deixando-nos verter em vermelhos vivos junto às obras de Tunga e Cildo Meireles. Retirar da vida, do corpo, da resistência, a necessidade de um tempo 'vivido', de precisões conceituais biológicas e vazar pelas bordas de um vermelho arrastado por signos da arte (Deleu…
Des-cri(a)ções e(m) quase-educações
Descrever, escrever. Criações e(m) educações. Agir nas com-fusões... Conceitos, propostas, frases-sensações que ressoam junto ao multiartista Abelardo Barbosa, o Chacrinha: "Eu estou aqui para confundir, eu não estou aqui para explicar"! Irreverência que invade a proposta deste dossiê e(m) quase-educação em atravessamentos por sociologias, educações ambientais, rap, funk, esculturas, células, fotografias, ruas, banquetes, instalações. Mrs Dallowa…
Ocupações (im)prováveis: Que Cidade Devém
Fios-palavras-gestos em uma intimidade quase exposta. Momentos de produção de imagens que (se) pretendem deslugar: grafites em um muro de escola pública em Feira de Santana e oficinas de fotografias realizadas com alunos do ensino médio também de uma escola pública em Ichu (ambas no sertão baiano). Ações decorrentes do projeto de pesquisa "Cidades (des)enquadradas em imagens: experimentações (atra)versando o conceito de signo" que questiona: o qu…
Sonhar-te e(m) vidas. (Des)narr-ar
Minha alma de sonhar-te anda perdida‖. Lançamo-nos às cores, aos sentidos do non-sense, à fuga à representação. Como explorar em sons, conhecimentos, pensamentos esses ARes com a filosofia de Deleuze? Pretender ex-vaziAR na potência de vida do insuportável da negação. Esparra-mar-se na experimentação política de Bartleby: I would prefer not to. VentAR na experimentação por sonhos, sombras, restos. CriAR-te e(m) educação-pensamento numa (des)narra…
Cartas, Caminha(o), viajantes, mutantes, mares: Grafias (In)visíveis (Des)marcando Espaços (S)em Tempos
Caminha encaminha uma carta ao Rei: "Da marinhagem e das singraduras do caminho, não darei aqui conta a Vossa Majestade - porque não saberei fazer e os pilotos devem ter este cuidado - e portanto, Senhor, do que hei de falar começo e digo". Pretendemos, pelas viagens proporcionadas nesse texto, também falar e dizer de novas terras, outras grafias, diversos tempos. Criaturas vistas nas Terras Novas, apresentadas aos velhos olhares por Afonso d'Esc…
Máscaras: Multidão: Dispersão: Dois Pontos
Costumava ser mais fácil: fechar as fronteiras, montar os bloqueios de estrada,parar os trens, cortar as linhas telefônicas e então reprimir seu povo com impunidade. Foi isto o que os militares fizeram na antiga Birmânia quando esmagaram um levante pró-democracia em 1988. Na semana passada, quando os generais começaram a atacar os monges budistas e seus simpatizantes nas ruas de Mianmar, eles descobriram que o mundo tinha mudado. As pessoas estav…
Lobos-maus e chapeuzinhos-vermelhos em ilustrações para ver e ler
Propomos olhares em movimento pelos interiores de algumas imagens em busca de reconhecer elementos de sua própria linguagem a fim de estabelecermos um diálogo com estas imagens e suas/nossas potencialidades, encantamentos, sentidos. Ver Lobos e Chapeuzinhos como fragmentos ressonantes em narrativas que se multiplicam em diferentes cenários e "contextualizações". Nossa aposta está em não mais obedecer à necessidade representacional do questionamen…
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Máscaras: Multidão: Dispersão: Dois Pontos
Costumava ser mais fácil: fechar as fronteiras, montar os bloqueios de estrada,parar os trens, cortar as linhas telefônicas e então reprimir seu povo com impunidade. Foi isto o que os militares fizeram na antiga Birmânia quando esmagaram um levante pró-democracia em 1988. Na semana passada, quando os generais começaram a atacar os monges budistas e seus simpatizantes nas ruas de Mianmar, eles descobriram que o mundo tinha mudado. As pessoas estav…
Lobos-maus e chapeuzinhos-vermelhos em ilustrações para ver e ler
Propomos olhares em movimento pelos interiores de algumas imagens em busca de reconhecer elementos de sua própria linguagem a fim de estabelecermos um diálogo com estas imagens e suas/nossas potencialidades, encantamentos, sentidos. Ver Lobos e Chapeuzinhos como fragmentos ressonantes em narrativas que se multiplicam em diferentes cenários e "contextualizações". Nossa aposta está em não mais obedecer à necessidade representacional do questionamen…
Cartas, Caminha(o), viajantes, mutantes, mares: Grafias (In)visíveis (Des)marcando Espaços (S)em Tempos
Caminha encaminha uma carta ao Rei: "Da marinhagem e das singraduras do caminho, não darei aqui conta a Vossa Majestade - porque não saberei fazer e os pilotos devem ter este cuidado - e portanto, Senhor, do que hei de falar começo e digo". Pretendemos, pelas viagens proporcionadas nesse texto, também falar e dizer de novas terras, outras grafias, diversos tempos. Criaturas vistas nas Terras Novas, apresentadas aos velhos olhares por Afonso d'Esc…
Sonhar-te e(m) vidas. (Des)narr-ar
Minha alma de sonhar-te anda perdida‖. Lançamo-nos às cores, aos sentidos do non-sense, à fuga à representação. Como explorar em sons, conhecimentos, pensamentos esses ARes com a filosofia de Deleuze? Pretender ex-vaziAR na potência de vida do insuportável da negação. Esparra-mar-se na experimentação política de Bartleby: I would prefer not to. VentAR na experimentação por sonhos, sombras, restos. CriAR-te e(m) educação-pensamento numa (des)narra…
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