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Des-cri(a)ções e(m) quase-educações

Bibliographic Data

ID5864044
AuthorsElenise Cristina Pires Andrade (0000-0001-8123-6362, Universidade Estadual de Feira de Santana, corresponding author)
Year2019
Volume21
Issue4
Pages840-846
Publication date2019-11-04
Peer ReviewedYes
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueETD - Educação Temática Digital (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 1676-2592 • E-ISSN: 1676-2592
PublisherUniversidade Estadual de Campinas (PUBLISHER • BR)
DOI10.20396/etd.v21i4.8653102
OpenAlexW2991264118
LanguagePT
References cited1

Descrever, escrever. Criações e(m) educações. Agir nas com-fusões... Conceitos, propostas, frases-sensações que ressoam junto ao multiartista Abelardo Barbosa, o Chacrinha: "Eu estou aqui para confundir, eu não estou aqui para explicar"! Irreverência que invade a proposta deste dossiê e(m) quase-educação em atravessamentos por sociologias, educações ambientais, rap, funk, esculturas, células, fotografias, ruas, banquetes, instalações. Mrs Dalloway, Capicua, Spencer Tunick, Tunga, Nego do Borel. Deleuze, Bourdieu, Barthes, Estudos Subalternos. Personagens e conceitos trazidos por nossos convidados para divertir, inventar, versar em despertencimentos. Des-cri(a)ções na observação do mundo, no sentido de inventar outras descrições: des-escrever. Ex-crever uma escrita em fuga e em combate à fixidez. Divagação de mundos, multiplicidades de conhecimentos, pluralidades de expressões aglomeradas a fabularem ambientes cotidianos que aqui são considerados ressonâncias num plano de sensações a proliferar pensamentos. Pretendemos servirmo-nos de termos arrancados do seu domínio, como Gilles Deleuze nos apresenta quando, juntamente com Felix Guattari, exploram o conceito de rostidade ao tencionar a expressão muro branco por ele criada e a de buraco negro, de autoria de Guattari. Com e pela potência de intercessores das mais diversas artes, propomos um dossiê movimento de resistência, no qual a complexidade do rosto poroso invada as escritas, a educação, as metodologias, as políticas curriculares, as cidades, as formações de professores. Um congregar de textos que não subvertem, mas vertem até o buraco negro não conseguir mais sugar, para que o muro branco possa ser perfurado de sombras e cores

Art · Humanities · Cultural, Media, and Literary Studies · Philosophy

  • O espectador emancipado

    Open Access•Jacques Rancière•Urdimento•2018

Citation velocityhistorical
Highly citedNo

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