Júlio Bezerra
Biographic Data
| ID | 3599218 |
|---|---|
| NAME | Júlio Bezerra |
| GIVEN NAMES | Júlio |
| FAMILY NAME | Bezerra |
| SIGNATURE | BEZERRA J |
| AFFILIATIONS | Universidade Federal de Mato Grosso do Sul |
| ORCID | 0000-0002-5163-0083 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 11 |
| TOTAL CITATIONS | 0 |
| AUTHOR COUNT | 11 |
| EDITOR COUNT | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 2010 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2024 |
| H-INDEX | 0 |
"Comentário a "Existo, logo o mundo pensa
Commented article reference: PINHO, Thiago. Existo, logo o mundo pensa: Whitehead, Latour e a estética científica. Trans/Form/Ação: Revista de Filosofia da Unesp, v. 47, n. 3, e0240032, 2024. Acess: https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/article/view/14195https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/article/view/14195
Raiva contra a máquina
Buffering, ou seja, a necessidade de pré-carregar dados antes de transmitir um arquivo de vídeo ou áudio, resume as rupturas e interrupções frequentemente ignoradas do engajamento digital. Considerando que o buffer é frequentemente lido como "ruído" ou como um incômodo técnico aguardando uma solução, um olhar mais atento pode nos levar a desafiar nossa noção de mediação, imersão e controle. Ao contextualizar o estudo do buffering dentro de uma ri…
Reconfigurações do campo cinematográfico nos anos 2010
Mesa-redonda
Mesa-redonda organizada pelos editores do dossiê "Reconfigurações do campo cinematográfico nos anos 2010", com a presença de Hernani Heffner, Kênia Freitas, Lúcia Ramos Monteiro e Pedro Butcher. Foram discutidos temas como: as características estilísticas do cinema dos anos 2010; a intensificação da relação dos filmes autorais com filmes de gênero, em particular no cinema brasileiro; cinemas negros; cinema indígena; novas formas de circulação e r…
Nunca levamos a desconstrução suficientemente a sério (sobre afetos, formalismo, e teoria do cinema)
Em entrevista realizada por Jiří Anger e Tomáš Jirsa, a teórica americana Eugenie Brinkema explica sua abordagem formalista ao terror e outros "gêneros corporais", fala da dimensão ética da violência e os desafios da análise afetiva para a teoria do cinema, ao mesmo tempo em que oferece uma ampla gama de maneiras inspiradoras de como tornar o pensamento através do filme esteticamente generativo e conceitualmente enriquecedor
Deleuze e Merleau-Ponty
Algumas das ideias mais inovadoras e influentes da teoria do cinema nos últimos anos estão em dívida com as obras de Gilles Deleuze e Maurice Merleau-Ponty. É possível sentir a presença de suas filosofias e respectivos investimentos na teoria do cinema ao longo das reviravoltas afetivas e sensoriais que tomaram de assalto a reflexão sobre a sétima arte. Contudo, Deleuze e Merleau-Ponty são em geral vistos como opostos. Nossa aposta se faz no sent…
O universo de coisas de Apichatpong Weerasethakul
De Misterioso objeto ao meio dia (2000) a Cemitério do Esplendor (2015), Apichatpong Weerasethakul faz cinema como quem intui uma melodia ou um tom. Ele dilata o tempo presente em uma sucessão de eventos e sensações simultâneos, instalando seus personagens e nós, espectadores, em um estado de perplexidade diante do mundo. Ele transforma os objetos e paisagens mais comuns em imagens inefáveis e enigmáticas, em zonas espectrais onde tudo é passagei…
Guy Debord e o que pode o cinema
A crítica de Guy Debord à sociedade do espetáculo, ao capitalismo como afastamento radical da vida, mobilizará a trajetória pessoal do autor na direção do confronto e da luta contra o seu tempo. O cinema será decisivo nesse confronto, nessa luta, nessa estratégia. O objetivo deste artigo é justamente investigar os filmes do situacionista francês, rompendo a aura de invisibilidade que até hoje os rodeia. Aos nos aventurarmos por este cinema, esbar…
Roger Munier a paralisia da razão e o silêncio da consciência
O objetivo é deste texto é fazer uma introdução à obra do francês Roger Munier, para quem a imagem cinematográfica é uma imagem de outra ordem, que ultrapassa aquilo que ela ajuda a narrar e anuncia um mundo pré-lógico que domina e controla a nossa imaginação. A nossa ideia é apresentar as linha gerais de sua visão de cinema, fortemente influenciada pela hermenêutica heideggeriana, enfatizando o que de mais importante se exala nas entrelinhas dos…
Aos Clichês
Vivemos hoje em um arranjo social em que os meios de comunicação e a cultura de consumo não podem mais ser pensados em separado, em que as imagens midiáticas são consumidas e usadas de forma crescente como fontes para construir e expressar certas identidades. O cinema nos ajuda a ampliar os contornos deste cenário. Filmar hoje é mergulhar num turbilhão de clichês, de imagens prontas, num fluxo midiático ininterrupto. O objetivo deste artigo é pen…
A moral da memória
The main purpose of this paper is to analyze how movies are framing the Holocaust. The idea is to take part on a discussion concerning the trivialization of the Holocaust in the cinema: the banality of evil being multiplied by the evil of banality. We look at three recent films (“The Reader”, “Valkyrie”, and “Fall!”) and “Shoah” (1985), and through them we will debate on memory and the responsibility it holds. Following this reasoning, we will ge…
No prominent works on this page.
A moral da memória
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Aos Clichês
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"Comentário a "Existo, logo o mundo pensa
Commented article reference: PINHO, Thiago. Existo, logo o mundo pensa: Whitehead, Latour e a estética científica. Trans/Form/Ação: Revista de Filosofia da Unesp, v. 47, n. 3, e0240032, 2024. Acess: https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/article/view/14195https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/article/view/14195
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