Eduardo Miranda Silva
Biographic Data
| ID | 3614782 |
|---|---|
| NAME | Eduardo Miranda Silva |
| GIVEN NAMES | Eduardo Miranda |
| FAMILY NAME | Silva |
| SIGNATURE | SILVA E M |
| AFFILIATIONS | Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro |
| ORCID | 0000-0003-0146-4213 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 4 |
| TOTAL CITATIONS | 0 |
| WORKS AS AUTHOR | 4 |
| WORKS AS EDITOR | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 2019 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2023 |
| H-INDEX | 0 |
Copiando O Homem que Copiava
Este artigo aborda a questão da cópia no âmbito do debate acerca de noções como autoria, originalidade e perda da centralidade da figura do autor a partir da descoberta da existência de uma adaptação não autorizada envolvendo o filme indiano Currency, de 2009, dirigido pelo cineasta Swathi Bhaskar, e o longametragem brasileiro O Homem que Copiava, de 2003, roteirizado e dirigido por Jorge Furtado. A partir da retomada de questões intertextuais co…
Distopia e gêneros narrativos
Como se sabe, o campo da arte vem se apropriando de procedimentos e formatos da cultura de massa. No texto, aborda-se essa aproximação na ficção brasileira do século XXI, com o objetivo de analisar a relação entre o uso de matrizes de gêneros narrativos e a composição de um quadro distópico do país e do mundo atual. Trata-se de pensar os efeitos críticos da interseção de gêneros narrativos diversos na abordagem das questões sociais e de verificar…
A hora da estrela e suas adaptações
Tendo como ponto de partida as reflexões de Rodrigo S.M. no romance A Hora da Estrela, de Clarice Lispector, o artigo se propõe a discutir algumas das opções narrativas em duas adaptações audiovisuais da obra literária. Na primeira obra, o filme homônimo A Hora da Estrela, de 1985, a diretora Suzana Amaral opta por focalizar apenas a história de Macabéa, deixando de fora as elucubrações de um narrador culpado. Em um segundo momento, o programa de…
Narrativa e ética no cinema brasileiro do século XXI
No campo da literatura, a partir do final do século XIX, o ceticismo diante da possibilidade de uma representação objetiva, a ideia de que, antes de qualquer conteúdo ideológico, já seria ideológica a pretensão do narrador de representar a realidade, tem como resultado a perda de espaço da narrativa em terceira pessoa: esta cede lugar aos relatos em primeira pessoa, nos quais o narrador, frequentemente, se autoparodia, como se tivesse de se justi…
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