Manolo Florentino
Biographic Data
| ID | 400840 |
|---|---|
| NAME | Manolo Florentino |
| GIVEN NAMES | Manolo |
| FAMILY NAME | Florentino |
| SIGNATURE | FLORENTINO M |
| AFFILIATIONS | Universidade Federal do Rio de Janeiro |
| VERIFIED | No |
| TOTAL WORKS | 19 |
| TOTAL CITATIONS | 38 |
| AUTHOR COUNT | 19 |
| EDITOR COUNT | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 2000 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2025 |
| H-INDEX | 4 |
Tráfico interno de escravos a partir do Rio de Janeiro, 1809-1833
Este texto explica o tráfico interno de escravos entre 1809 e 1833 que partia do Rio de Janeiro. Se analisa o movimento de 247.663 cativos que foram enviados em 49.395 partidas. 95% deste comércio se dirigia às províncias de Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e para os chamados Portos do Sul. Se estudam as demandas escravistas destes territórios, isto é, os volumes de escravos recebidos, quais foram as tendências e diacronias destas remessas…
As crianças na dinâmica do tráfico interno de escravos a partir da cidade do Rio de Janeiro (1809-1834)
O estudo do paulatino estrangulamento do tráfico internacional de escravos para o Brasil permitiu detectar a grande elasticidade demográfica do comércio atlântico e de seus padrões expressos no tráfico interno, tomado como parte de um único mercado. Destacamos na presente investigação a existência de um mercado interno fortemente competitivo; concentrado embora não monopolístico; portador de uma racionalidade intrínseca, pois suas oscilações deno…
The Slave Trade, Colonial Markets, and Slave Families in Rio de Janeiro, Brazil, ca. 1790–ca. 1830
Aspectos da comunidade islamita negra do Rio de Janeiro no século XIX
Through the examination diverse sources, this article explores the demography and morphology of Rio de Janeiro ́s black Islamic community during the 19th century. It also suggests explanations for the virtual disappearance of this community
Abolicionismo Inglês E Tráfico De Crianças Escravizadas Para O Brasil, 1810-1850
Sob constante estrangulamento por parte da Inglaterra desde 1810, o comércio negreiro para o Brasil se adaptou até o seu fim definitivo, em 1850, a um padrão de demanda das elites escravistas pautado em crescentes aquisições de crianças africanas. Semelhante movimento revela uma lógica demográfica flexível, fundada na utilização do próprio tráfico visando estender temporalmente a escravidão. A aferição de semelhante hipótese está calcada no manej…
Padrões de mobilidade e miscigenação racial no Brasil escravista, Rio de Janeiro, século XIX
O estudo tem por base empírica cartas de alforrias e registros de batismos de escravos do Rio de Janeiro no século XIX. Seu argumento central, igualmente observado por Joaquim Nabuco, diplomata e abolicionista brasileiro, é o de que a escravidão na América portuguesa apresentava grande singularidade em relação aos sistemas escravistas de outras regiões americanas. Em especial, os altos graus de alforrias, que além de ensejar uma acentuada miscige…
Escravos sem senhores não existem
A exagerada enfase no protagonismo dos cativos pode levar o historiador a elidir a obviedade contida na afirmacao de que, tal como nao ha senhor sem escravo, tampouco ha escravo sem senhor. A radicalizacao desse ponto de vista talvez tenha alcancado o auge na decada de 1970, quando se chegou a postular que nas plantations do sul dos Estados Unidos conviviam duas culturas paralelas e estanques — a escrava e a senhorial. Entretanto, em historia, co…
Uma lógica demográfica elástica: O abolicionismo britânico e a plantation escravista no Brasil (1789-1850)
This paper analyzes the demographic responses of the large slaver land holders of Rio de Janeiro, to the British pressure to end slavery in the Atlantic Ocean. It places special emphasis on the decades of 1810 and 1820, although it covers a longer period in lesser detail. The article questions the idea, widely disseminated in Brazilian historiography, that the internal slave trade in Brazil was enough to respond to the demands of growing slaver p…
Uma morfologia dos quilombos nas Américas, séculos XVI-XIX
O presente trabalho parte da constatação da natureza relativamente anódina dos estudos acerca dos quilombos em sociedades escravistas nas Américas, os quais não raro juntam em uma única categoria (quilombos, cumbes, palenques, mainels etc.) estruturas que podiam englobar menos de uma dezena de fugitivos e durar semanas ou meses, ou, como no caso de Palmares, congregar até 11 mil quilombolas e persistir por quase um século. Semelhante anomalia con…
Runaways and Quilombolas in the Americas
RUNAWAYS In the Americas, as in precolonial Africa, slavery's reproduction was structurally linked to the reproduction of power. Things could not be any other way. Slavery was not a self-reproducing system; it presupposed unequal power relations. Long before their connection in production, slaves and masters were united through a private, culturally legitimated power relationship. In other words, before he or she became property, the slave was th…
História, sentido e totalidade
DOAJ is a unique and extensive index of diverse open access journals from around the world, driven by a growing community, committed to ensuring quality content is freely available online for everyone
The Slave Trade, Colonial Markets, and Slave Families in Rio de Janeiro, Brazil, ca. 1790–ca. 1830
This chapter explains the slave trade in Rio de Janeiro to redefine some classic positions in Brazilian historiography regarding the traffic of Africans, the colonial market, and slave-based family practices. From the eighteenth century onward, Rio's own slave traffickers financed the port's slave trade. Trends in Rio's slave trade from 1790–1830 demonstrate the traditional view of colonial society that focuses on large-scale slave ownership and …
Beyond Black and Red: African-Native Relations in Colonial Latin America
Many scholars of Latin American colonial history have a habit of distinguishing between Indo-America and Afro-America. The first region is made up of places where the colonization process was grounded in the presence of massive contingents of pre-Columbian peoples, particularly in the Andes and Mesoamerica. The second region consists of places where the native population was scarce or was depleted early on; here, the colonial project depended on …
Introdução
Aspectos comparativos do tráfico de africanos para o Brasil (séculos XVIII e XIX)
.
Crescimento demográfico e evolução agrária paulista (1700-1836)
MARCÍLIO, Maria Luiza. Crescimento demográfico e evolução agrária paulista (1700-1836). São Paulo: Hucitec/Edusp, 2000
De Escravos, Forros E Fujões No Rio De Janeiro Imperial
Alforrias e etnicidade no Rio de Janeiro oitocentista: Notas De Pesquisa
Este artigo trata dos padrões de alforrias vigentes no Rio de Janeiro Oitocentista. Detecta o duplo movimento representado pela passagem das manumissões pagas para as gratuitas, e o concomitante predomínio dos africanos entre os escravos que alcançavam o mundo da liberdade. Busca as explicações para ambos os fenômenos e aponta para procedimentos metodológicos que eventualmente permitem melhor abordar a questão
Famílias e mercado: Tipologias parentais de acordo ao grau de afastamento do mercado de cativos (Século XIX)
.
Aspectos comparativos do tráfico de africanos para o Brasil (séculos XVIII e XIX)
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Alforrias e etnicidade no Rio de Janeiro oitocentista: Notas De Pesquisa
Este artigo trata dos padrões de alforrias vigentes no Rio de Janeiro Oitocentista. Detecta o duplo movimento representado pela passagem das manumissões pagas para as gratuitas, e o concomitante predomínio dos africanos entre os escravos que alcançavam o mundo da liberdade. Busca as explicações para ambos os fenômenos e aponta para procedimentos metodológicos que eventualmente permitem melhor abordar a questão
Uma morfologia dos quilombos nas Américas, séculos XVI-XIX
O presente trabalho parte da constatação da natureza relativamente anódina dos estudos acerca dos quilombos em sociedades escravistas nas Américas, os quais não raro juntam em uma única categoria (quilombos, cumbes, palenques, mainels etc.) estruturas que podiam englobar menos de uma dezena de fugitivos e durar semanas ou meses, ou, como no caso de Palmares, congregar até 11 mil quilombolas e persistir por quase um século. Semelhante anomalia con…
Abolicionismo Inglês E Tráfico De Crianças Escravizadas Para O Brasil, 1810-1850
Sob constante estrangulamento por parte da Inglaterra desde 1810, o comércio negreiro para o Brasil se adaptou até o seu fim definitivo, em 1850, a um padrão de demanda das elites escravistas pautado em crescentes aquisições de crianças africanas. Semelhante movimento revela uma lógica demográfica flexível, fundada na utilização do próprio tráfico visando estender temporalmente a escravidão. A aferição de semelhante hipótese está calcada no manej…
Padrões de mobilidade e miscigenação racial no Brasil escravista, Rio de Janeiro, século XIX
O estudo tem por base empírica cartas de alforrias e registros de batismos de escravos do Rio de Janeiro no século XIX. Seu argumento central, igualmente observado por Joaquim Nabuco, diplomata e abolicionista brasileiro, é o de que a escravidão na América portuguesa apresentava grande singularidade em relação aos sistemas escravistas de outras regiões americanas. Em especial, os altos graus de alforrias, que além de ensejar uma acentuada miscige…
De Escravos, Forros E Fujões No Rio De Janeiro Imperial
Famílias e mercado: Tipologias parentais de acordo ao grau de afastamento do mercado de cativos (Século XIX)
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Famílias e mercado: Tipologias parentais de acordo ao grau de afastamento do mercado de cativos (Século XIX)
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Alforrias e etnicidade no Rio de Janeiro oitocentista: Notas De Pesquisa
Este artigo trata dos padrões de alforrias vigentes no Rio de Janeiro Oitocentista. Detecta o duplo movimento representado pela passagem das manumissões pagas para as gratuitas, e o concomitante predomínio dos africanos entre os escravos que alcançavam o mundo da liberdade. Busca as explicações para ambos os fenômenos e aponta para procedimentos metodológicos que eventualmente permitem melhor abordar a questão
Crescimento demográfico e evolução agrária paulista (1700-1836)
MARCÍLIO, Maria Luiza. Crescimento demográfico e evolução agrária paulista (1700-1836). São Paulo: Hucitec/Edusp, 2000
De Escravos, Forros E Fujões No Rio De Janeiro Imperial
Aspectos comparativos do tráfico de africanos para o Brasil (séculos XVIII e XIX)
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Introdução
Beyond Black and Red: African-Native Relations in Colonial Latin America
Many scholars of Latin American colonial history have a habit of distinguishing between Indo-America and Afro-America. The first region is made up of places where the colonization process was grounded in the presence of massive contingents of pre-Columbian peoples, particularly in the Andes and Mesoamerica. The second region consists of places where the native population was scarce or was depleted early on; here, the colonial project depended on …
The Slave Trade, Colonial Markets, and Slave Families in Rio de Janeiro, Brazil, ca. 1790–ca. 1830
This chapter explains the slave trade in Rio de Janeiro to redefine some classic positions in Brazilian historiography regarding the traffic of Africans, the colonial market, and slave-based family practices. From the eighteenth century onward, Rio's own slave traffickers financed the port's slave trade. Trends in Rio's slave trade from 1790–1830 demonstrate the traditional view of colonial society that focuses on large-scale slave ownership and …
Runaways and Quilombolas in the Americas
RUNAWAYS In the Americas, as in precolonial Africa, slavery's reproduction was structurally linked to the reproduction of power. Things could not be any other way. Slavery was not a self-reproducing system; it presupposed unequal power relations. Long before their connection in production, slaves and masters were united through a private, culturally legitimated power relationship. In other words, before he or she became property, the slave was th…
História, sentido e totalidade
DOAJ is a unique and extensive index of diverse open access journals from around the world, driven by a growing community, committed to ensuring quality content is freely available online for everyone
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This paper analyzes the demographic responses of the large slaver land holders of Rio de Janeiro, to the British pressure to end slavery in the Atlantic Ocean. It places special emphasis on the decades of 1810 and 1820, although it covers a longer period in lesser detail. The article questions the idea, widely disseminated in Brazilian historiography, that the internal slave trade in Brazil was enough to respond to the demands of growing slaver p…
Uma morfologia dos quilombos nas Américas, séculos XVI-XIX
O presente trabalho parte da constatação da natureza relativamente anódina dos estudos acerca dos quilombos em sociedades escravistas nas Américas, os quais não raro juntam em uma única categoria (quilombos, cumbes, palenques, mainels etc.) estruturas que podiam englobar menos de uma dezena de fugitivos e durar semanas ou meses, ou, como no caso de Palmares, congregar até 11 mil quilombolas e persistir por quase um século. Semelhante anomalia con…
Padrões de mobilidade e miscigenação racial no Brasil escravista, Rio de Janeiro, século XIX
O estudo tem por base empírica cartas de alforrias e registros de batismos de escravos do Rio de Janeiro no século XIX. Seu argumento central, igualmente observado por Joaquim Nabuco, diplomata e abolicionista brasileiro, é o de que a escravidão na América portuguesa apresentava grande singularidade em relação aos sistemas escravistas de outras regiões americanas. Em especial, os altos graus de alforrias, que além de ensejar uma acentuada miscige…
Escravos sem senhores não existem
A exagerada enfase no protagonismo dos cativos pode levar o historiador a elidir a obviedade contida na afirmacao de que, tal como nao ha senhor sem escravo, tampouco ha escravo sem senhor. A radicalizacao desse ponto de vista talvez tenha alcancado o auge na decada de 1970, quando se chegou a postular que nas plantations do sul dos Estados Unidos conviviam duas culturas paralelas e estanques — a escrava e a senhorial. Entretanto, em historia, co…
Abolicionismo Inglês E Tráfico De Crianças Escravizadas Para O Brasil, 1810-1850
Sob constante estrangulamento por parte da Inglaterra desde 1810, o comércio negreiro para o Brasil se adaptou até o seu fim definitivo, em 1850, a um padrão de demanda das elites escravistas pautado em crescentes aquisições de crianças africanas. Semelhante movimento revela uma lógica demográfica flexível, fundada na utilização do próprio tráfico visando estender temporalmente a escravidão. A aferição de semelhante hipótese está calcada no manej…
The Slave Trade, Colonial Markets, and Slave Families in Rio de Janeiro, Brazil, ca. 1790–ca. 1830
Aspectos da comunidade islamita negra do Rio de Janeiro no século XIX
Through the examination diverse sources, this article explores the demography and morphology of Rio de Janeiro ́s black Islamic community during the 19th century. It also suggests explanations for the virtual disappearance of this community
As crianças na dinâmica do tráfico interno de escravos a partir da cidade do Rio de Janeiro (1809-1834)
O estudo do paulatino estrangulamento do tráfico internacional de escravos para o Brasil permitiu detectar a grande elasticidade demográfica do comércio atlântico e de seus padrões expressos no tráfico interno, tomado como parte de um único mercado. Destacamos na presente investigação a existência de um mercado interno fortemente competitivo; concentrado embora não monopolístico; portador de uma racionalidade intrínseca, pois suas oscilações deno…
Tráfico interno de escravos a partir do Rio de Janeiro, 1809-1833
Este texto explica o tráfico interno de escravos entre 1809 e 1833 que partia do Rio de Janeiro. Se analisa o movimento de 247.663 cativos que foram enviados em 49.395 partidas. 95% deste comércio se dirigia às províncias de Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e para os chamados Portos do Sul. Se estudam as demandas escravistas destes territórios, isto é, os volumes de escravos recebidos, quais foram as tendências e diacronias destas remessas…
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