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Biagio D'Angelo

Biographic Data

ID4537443
NAMEBiagio D'Angelo
GIVEN NAMESBiagio
FAMILY NAMED'Angelo
SIGNATUREANGELO B D
VERIFIEDNo
TOTAL WORKS6
TOTAL CITATIONS0
WORKS AS AUTHOR6
WORKS AS EDITOR0
FIRST PUBLICATION YEAR2007
LATEST PUBLICATION YEAR2020
H-INDEX0
  • Utopia and dystopia in Witkacy’s theory and artistic practices

    Open Access•Livia Rocha, Biagio D''Angelo et al.•ARTICLE•Revista VIS Revista do Programa…•2020

    The purpose of this article is to investigate the utopian and dystopic frontiers present in the artistic and theoretical production of the Polish artist Stanislaw Ignacy Witkiewicz, known by the pseudonym Witkacy (1885-1939). The hypothesis raised here is that there is a certain contradiction between theory and practice performed by the artist. Even considering that creativity was threatened with extinction in this new society subjugated by mecha…

  • O Destino De Botticelli ”“ Pável Murátov, Imagens Da Itália, 1911-12

    Open Access•Biagio D''Angelo, Biagio D'Angelo•ARTICLE•Revista VIS Revista do Programa…•2020

  • As imagens não mentem. Utopias, distopias e incertezas “est-éticas”

    Open Access•Biagio D''Angelo, Biagio D'Angelo•ARTICLE•Revista VIS Revista do Programa…•2020

    In 1920, Russian writer Evgueni Zamyatin publishes one of the most important novels of the utopian genre, We, a dystopian futuristic satire in which Zamyatin brings the totalitarian aspects of Sovietism to the extreme consequences. Two decades later, Swedish writer Karin Boye publishes Kallocain, a dystopia in which, as in We, the dystopian future is presented as a universe in which citizens' lives are violently controlled. In this article we wil…

  • O puro impuro. Variações sobre Meu nome é vermelho, de Orham Pamuk

    Open Access•Biagio D''Angelo, Biagio D'Angelo•ARTICLE•Organon•2016

    As relações entre literatura e imagem, literatura e gêneros menores, literatura e meios de comunicação de massa eram consideradas, há algum tempo, como atividades “impuras” do sistema cultural. Hoje as fronteiras entre gêneros literários e discursos estéticos são limites imaginários, construídos erroneamente para fazer do sistema literário um esquema estéril e binário, que se apoia na separação e endurece as fronteiras. Interessa-me enfrentar nov…

  • Traduttore-traditore”

    Open Access•Biagio D''Angelo, Biagio D'Angelo•ARTICLE•Cadernos de Tradução•2016

    http://dx.doi.org/10.5007/2175-7968.2016v36n3p158Um dos clichês da teoria literária e cultural é o aforismo “traduttore-traditore”. Se bem quem traduz é sempre um traidor, é também verdade que o papel do tradutor e da tradução são operações necessárias. Nesse texto abordaremos a tradução intersemiótica como umdesafio educativo das artes. A teoria da tradução, a literatura comparada e a semiótica serão os fundamentos de um axioma que consideramos …

  • S'eloigner (et sortir) de Malbork

    Open Access•Biagio D''Angelo, Biagio D'Angelo•ARTICLE•Aletria Revista de Estudos de…•2007

    Cet article propose une lecture de la topographie de l'imagination de la modernité littéraire. Le paysage est écriture et forme linguistique qui déclare l'impossibilité d'une réponse à l'inquiétude existentielle. Santa María (Onetti), Zembla (Nabokov) et Yoknapatawpha (Faulkner) ne sont que des représentations allégoriques des utopies comme chemin mélancolique. Autre lieu paradigmatique, Macondo (GarcíaMárquez) se caractérise comme étant l'espace…

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  • S'eloigner (et sortir) de Malbork

    Open Access•Biagio D''Angelo, Biagio D'Angelo•ARTICLE•Aletria Revista de Estudos de…•2007

    Cet article propose une lecture de la topographie de l'imagination de la modernité littéraire. Le paysage est écriture et forme linguistique qui déclare l'impossibilité d'une réponse à l'inquiétude existentielle. Santa María (Onetti), Zembla (Nabokov) et Yoknapatawpha (Faulkner) ne sont que des représentations allégoriques des utopies comme chemin mélancolique. Autre lieu paradigmatique, Macondo (GarcíaMárquez) se caractérise comme étant l'espace…

  • O puro impuro. Variações sobre Meu nome é vermelho, de Orham Pamuk

    Open Access•Biagio D''Angelo, Biagio D'Angelo•ARTICLE•Organon•2016

    As relações entre literatura e imagem, literatura e gêneros menores, literatura e meios de comunicação de massa eram consideradas, há algum tempo, como atividades “impuras” do sistema cultural. Hoje as fronteiras entre gêneros literários e discursos estéticos são limites imaginários, construídos erroneamente para fazer do sistema literário um esquema estéril e binário, que se apoia na separação e endurece as fronteiras. Interessa-me enfrentar nov…

  • Traduttore-traditore”

    Open Access•Biagio D''Angelo, Biagio D'Angelo•ARTICLE•Cadernos de Tradução•2016

    http://dx.doi.org/10.5007/2175-7968.2016v36n3p158Um dos clichês da teoria literária e cultural é o aforismo “traduttore-traditore”. Se bem quem traduz é sempre um traidor, é também verdade que o papel do tradutor e da tradução são operações necessárias. Nesse texto abordaremos a tradução intersemiótica como umdesafio educativo das artes. A teoria da tradução, a literatura comparada e a semiótica serão os fundamentos de um axioma que consideramos …

  • Utopia and dystopia in Witkacy’s theory and artistic practices

    Open Access•Livia Rocha, Biagio D''Angelo et al.•ARTICLE•Revista VIS Revista do Programa…•2020

    The purpose of this article is to investigate the utopian and dystopic frontiers present in the artistic and theoretical production of the Polish artist Stanislaw Ignacy Witkiewicz, known by the pseudonym Witkacy (1885-1939). The hypothesis raised here is that there is a certain contradiction between theory and practice performed by the artist. Even considering that creativity was threatened with extinction in this new society subjugated by mecha…

  • O Destino De Botticelli ”“ Pável Murátov, Imagens Da Itália, 1911-12

    Open Access•Biagio D''Angelo, Biagio D'Angelo•ARTICLE•Revista VIS Revista do Programa…•2020

  • As imagens não mentem. Utopias, distopias e incertezas “est-éticas”

    Open Access•Biagio D''Angelo, Biagio D'Angelo•ARTICLE•Revista VIS Revista do Programa…•2020

    In 1920, Russian writer Evgueni Zamyatin publishes one of the most important novels of the utopian genre, We, a dystopian futuristic satire in which Zamyatin brings the totalitarian aspects of Sovietism to the extreme consequences. Two decades later, Swedish writer Karin Boye publishes Kallocain, a dystopia in which, as in We, the dystopian future is presented as a universe in which citizens' lives are violently controlled. In this article we wil…

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Ethnos_APP • Open Source Project • MIT License • Frontend v2.0.0 • Privacy and Cookies • API Documentation: api.ethnos.app/docs • API Source Code: GitHub • DOI: 10.5281/zenodo.17049435 • Frontend Source Code: GitHub • DOI: 10.5281/zenodo.17050053 • cruz.rio.br • Expectantes Misericordiae