Denise Aparecida Soares De Moura
Biographic Data
| ID | 780744 |
|---|---|
| NAME | Denise Aparecida Soares De Moura |
| GIVEN NAMES | Denise Aparecida Soares |
| FAMILY NAME | De Moura |
| SIGNATURE | DE MOURA D A S |
| AFFILIATIONS | Universidade Estadual Paulista (Unesp) |
| ORCID | 0000-0002-5104-6485 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 26 |
| TOTAL CITATIONS | 14 |
| AUTHOR COUNT | 26 |
| EDITOR COUNT | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 1995 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2023 |
| H-INDEX | 3 |
All mixed up in the terrain
Cartographic images made by Jesuits in the 18th century turned out to be transnational and locally mixed cognitive experiences, as these missionary agents of a global institution were forced to establish a collaborative relationship with the multicultural spaces where they settled and undertook their activities. One of the cartographic genres developed by the missionaries, the Paraquariae Provinciae, combined information and geographical knowledg…
Mãos que oram, mineram e desenham
No século XVIII a disputa entre as monarquias ibéricas pela definição de seus limites territoriais criou um contexto para a recomposição de alianças sociais nas fronteiras, aliando antigos inimigos, como jesuítas e sertanistas, na produção de imagens cartográficas que comunicavam suas ações e reiteravam sua existência nestas regiões. Tais disputas, portanto, fomentam o desenvolvimento de uma cultura visual de sertões externa aos círculos oficiais…
Through the eyes of the Indian woman
Unveiling the spatiality of indigenous women as shown from written and visual narratives of mapping processes is one of the greatest challenges to be taken on by the history of Latin American critical cartography. Despite advances in the fields of indigenous history, women and gender relations, themes such as native women and territoriality, an aesthetic of absence, neglect and disappearance is still strongly evident. Through written documents, a…
Mapeamento e relações interétnicas na formação das fronteiras
Este é um livro sobre territorialização do Estado na fronteira luso-platina e etnicidades no século XVIII. Através de fontes manuscritas e visuais o autor mostra como o mapeamento dessa região evidenciou a subordinação e fragilidade dos estados ibéricos frente às comunidades indígenas autônomas organizadas em tolderías na região
Aos olhos da mulher indígena
Dessoterrar a espacialidade da mulher indígena de narrativas escritas e visuais de processos de mapeamento é um dos maiores desafios a serem enfrentados pela história da cartografia crítica latino-americana. Apesar dos avanços alcançados nos campos da história indígena, das mulheres e das relações de gênero, temas como mulheres nativas e territorialidade uma uma estética da ausência, da negligência e do desaparecimento ainda predomina. Através de…
Aprendendo com roteiros a comunicar por carta geográfica
Sertanistas e missionários na América do século xviii continuaram uma tradição castelhana de cultura visual baseada em esboços, desenhos de itinerário e mapas que comunicaram seu sentido de espaço, território e lugar vinculado às suas memórias. Com o peso político alcançado pelos mapas nesse período, devido às disputas pela definição dos limites territoriais ibéricos, a Coroa portuguesa se viu diante da necessidade de superar sua condição deficit…
Etnopaisagem Jê e reterritorialização do Brasil Meridional (1768-1773)
A formação territorial e a reterritorialização das terras do Brasil meridional, na segunda metade do século XVIII, foram influenciadas por uma etnopaisagem constituída por marcas tangíveis e intangíveis dos diferentes grupos étnicos indígenas habitantes da região. Tais marcas foram posteriormente apropriadas por soldados-sertanistas encarregados da missão oficial de mapeá-las em expedições científico-demarcatórias, ou de exploração e mapeamento. …
L'état d'esprit » du sertão dans ses dessins cartographiques
L'arrière-pays vécu fait partie des thèmes de recherche sur l'histoire du Brésil colonial depuis la polémique qui opposa Sérgio Buarque de Holanda à Jaime Cortesão. Le « sertão comme état d'esprit », un des héritages épistémologiques de l'historien anglo-saxon A. J. R. Russell-Wood, a apporté de nouveaux éléments pour enrichir ce débat. Il est repris, dans cet article, à partir de la cartographie. Celle-ci offre en effet une perspective visuelle …
Uma contribuição para a pesquisa e o debate sobre a formação (trans) territorial da Iberia
Resenha do livro: HERZOG, Tamar. Frontiers of possession: Spain and Portugal in Europe and the Americas. Cambridge: Harvard University Press, 2015. 384 p
Redes associativas e de comunicação entre as câmaras de uma capitania, São Paulo (século XVIII)
este texto discute a interlocução horizontal que existiu entre as câmaras da capitania de São Paulo no século XVIII. Esta interlocução foi em grande medida formal, ocorria através da troca de ofícios e discutia questões da administração cotidiana das vilas. Esta troca de correspondências entre as câmaras contribuiu para criar um sentido de ligação entre estas instituições, a ponto de em algumas circunstâncias terem atuando em conjunto na represen…
Jesus, Nauk Maria de. O governo local na fronteira Oeste
Universidade Estadual Paulista, Departamento de Historia, Faculdade de Ciencias Humanas e Sociais de Franca
Paquette, Gabriel. Imperial Portugal in the age of atlantic revolutions
UNESP Departamento de História
Entre o atlântico e a costa
Este artigo discute o carter costeiro e atlntico da atividade mercantil no porto de Santos entre 1808 e 1822 e as contradies oriundas desta dupla condio, nica na costa Sul da Amrica portuguesa. Esta discusso foi fundamentada em dados levantados nos mapas de importao e exportao
De uma freguesia serra acima à costa atlântica
Este artigo apresenta conclusões de uma pesquisa sobre a produção da aguardente em engenhos e sítios de uma freguesia da cidade de São Paulo, dentro do panorama mais amplo do comércio desse produto no Império português entre 1765 e 1822. Para tanto foram utilizados os Maços de População da Capital, especialmente do ano de 1802, e os mapas de importação e exportação da vila de Santos produzidos por sua alfândega para a Real Junta de Comércio, no R…
Chão de terra e outros ensaios sobre São Paulo
No tempo da colônia e do Império no Brasil as terras que formavam as cidades, diferenciando-se das rurais, eram chamadas “chão de terra”. A expressão dá título à reunião de ensaios escritos por Raquel Glezer nos anos 1990 e que problematizam e refletem sobre o fenômeno urbano e o modo como foi idealizada e contada a história da vila e cidade de São Paulo ao longo de gerações
Disputas por chão de terra
Este artigo trata da administração municipal e a terra urbana no Império Português entre a segunda metade do século XVIII e as primeiras décadas do século XIX. A idéia central é a de que a política do Império de estímulo ao comércio colonial e a maior liberalização do comércio desde a transferência da família real para o Rio de Janeiro incentivaram os conflitos de terra em cidades-entreposto como São Paulo
Subsistemas de comércio costeiros e internalização de interesses na dissolução do Império Colonial português (Santos, 1788-1822)
Discutem-se os primeiros resultados de uma pesquisa sobre o comércio costeiro e suas relações com o funcionamento do sistema colonial e com o contexto da Independência. A tese é de que em portos menores da costa da capitania de São Paulo, como em Santos, havia um grupo de comerciantes que atuava efetivamente no comércio costeiro e defendeu seus interesses de exclusividade de participação nesse setor contra a presença de comerciantes externos à vi…
A invenção de Goa
UNESP Faculdade de História, Direito e Serviço Social Departamento de História
Cafeicultores e lavradores de roças de alimentos na transição do trabalho escravo ao livre (Campinas, 1850-1888)
Este artigo trata da forma como lavradores de roças de alimentos se integraram ao mercado de trabalho da lavoura de exportação do café, no municipio de Campinas, São Paulo, entre 1850-1888. O cruzamento de pesquisas sociológicas e estudos produzido por folcloristas sobre o universo sócio-cultural deste grupo social com a investigação em discursos pronunciados na Assembléia Legislativa de São Paulo, anuncios de trabalho publicados no jornal Gazeta…
Poder local e o funcionamento do comércio vicinal na cidade de São Paulo (1765-1822)
Este texto apresenta algumas hipóteses e idéias sobre o comércio de abastecimento da cidade de São Paulo, entre os anos 1765-1822, através de dados quantitativos e qualitativos levantados em dois conjuntos documentais produzidos pelo Senado da Câmara: Atas e Papéis Avulsos. Este comércio é entendido como um dos circuitos do organismo colonial, conforme proposto por José Roberto do Amaral Lapa. Neste sentido, vem sendo constatado seu funcionamento…
Mulheres e dote no Brasil
moderna, que tem que lidar com uma 'realidade' e com um 'sujeito' encapsulado por imagens culturais, que tomaram o lugar da 'natureza', ainda existente para boa parte dos modernos.Sem referentes, diante de variações, em vez de fixidez, resta à literatura, mimética por natureza e princípio, a representação de representações de representações (mis-en-abysme), em um desencadeamento infinito de espelhos, cada vez mais dissociados do 'real'.Assim, des…
Café e educação no século XIX
Propostas educativas ocuparam cafeicultores e autoridades municipais, provinciais e policiais na segunda metade do século XIX. Com a crise nas relações escravistas, insistiam na necessidade de se educar as camadas sociais pobres e livres, os ingênuos, os forros e libertos para o trabalho, mas aquele se firmava sob as exigências da economia cafeeira. A preocupação maior se deu com as crianças, com os pobres e escravos, propondo-se a criação de esc…
Wissenbach, Maria Cristina Cortez. Sonhos Africanos, Vivências Ladinas
Cidade
Sérgio Buarque De Holanda E Seus Mundos Desvelados
A Nova História Cultural
HUNT, Lynn. A Nova Historia Cultural. Trad. Jefferson Luis Camargo. Sao Paulo, Martins Fontes, 1992 (O Homem e a Historia
De uma freguesia serra acima à costa atlântica
Este artigo apresenta conclusões de uma pesquisa sobre a produção da aguardente em engenhos e sítios de uma freguesia da cidade de São Paulo, dentro do panorama mais amplo do comércio desse produto no Império português entre 1765 e 1822. Para tanto foram utilizados os Maços de População da Capital, especialmente do ano de 1802, e os mapas de importação e exportação da vila de Santos produzidos por sua alfândega para a Real Junta de Comércio, no R…
Redes associativas e de comunicação entre as câmaras de uma capitania, São Paulo (século XVIII)
este texto discute a interlocução horizontal que existiu entre as câmaras da capitania de São Paulo no século XVIII. Esta interlocução foi em grande medida formal, ocorria através da troca de ofícios e discutia questões da administração cotidiana das vilas. Esta troca de correspondências entre as câmaras contribuiu para criar um sentido de ligação entre estas instituições, a ponto de em algumas circunstâncias terem atuando em conjunto na represen…
A Nova História Cultural
HUNT, Lynn. A Nova Historia Cultural. Trad. Jefferson Luis Camargo. Sao Paulo, Martins Fontes, 1992 (O Homem e a Historia
Cidade
Sérgio Buarque De Holanda E Seus Mundos Desvelados
Wissenbach, Maria Cristina Cortez. Sonhos Africanos, Vivências Ladinas
Café e educação no século XIX
Propostas educativas ocuparam cafeicultores e autoridades municipais, provinciais e policiais na segunda metade do século XIX. Com a crise nas relações escravistas, insistiam na necessidade de se educar as camadas sociais pobres e livres, os ingênuos, os forros e libertos para o trabalho, mas aquele se firmava sob as exigências da economia cafeeira. A preocupação maior se deu com as crianças, com os pobres e escravos, propondo-se a criação de esc…
Mulheres e dote no Brasil
moderna, que tem que lidar com uma 'realidade' e com um 'sujeito' encapsulado por imagens culturais, que tomaram o lugar da 'natureza', ainda existente para boa parte dos modernos.Sem referentes, diante de variações, em vez de fixidez, resta à literatura, mimética por natureza e princípio, a representação de representações de representações (mis-en-abysme), em um desencadeamento infinito de espelhos, cada vez mais dissociados do 'real'.Assim, des…
Poder local e o funcionamento do comércio vicinal na cidade de São Paulo (1765-1822)
Este texto apresenta algumas hipóteses e idéias sobre o comércio de abastecimento da cidade de São Paulo, entre os anos 1765-1822, através de dados quantitativos e qualitativos levantados em dois conjuntos documentais produzidos pelo Senado da Câmara: Atas e Papéis Avulsos. Este comércio é entendido como um dos circuitos do organismo colonial, conforme proposto por José Roberto do Amaral Lapa. Neste sentido, vem sendo constatado seu funcionamento…
Cafeicultores e lavradores de roças de alimentos na transição do trabalho escravo ao livre (Campinas, 1850-1888)
Este artigo trata da forma como lavradores de roças de alimentos se integraram ao mercado de trabalho da lavoura de exportação do café, no municipio de Campinas, São Paulo, entre 1850-1888. O cruzamento de pesquisas sociológicas e estudos produzido por folcloristas sobre o universo sócio-cultural deste grupo social com a investigação em discursos pronunciados na Assembléia Legislativa de São Paulo, anuncios de trabalho publicados no jornal Gazeta…
A invenção de Goa
UNESP Faculdade de História, Direito e Serviço Social Departamento de História
Disputas por chão de terra
Este artigo trata da administração municipal e a terra urbana no Império Português entre a segunda metade do século XVIII e as primeiras décadas do século XIX. A idéia central é a de que a política do Império de estímulo ao comércio colonial e a maior liberalização do comércio desde a transferência da família real para o Rio de Janeiro incentivaram os conflitos de terra em cidades-entreposto como São Paulo
Subsistemas de comércio costeiros e internalização de interesses na dissolução do Império Colonial português (Santos, 1788-1822)
Discutem-se os primeiros resultados de uma pesquisa sobre o comércio costeiro e suas relações com o funcionamento do sistema colonial e com o contexto da Independência. A tese é de que em portos menores da costa da capitania de São Paulo, como em Santos, havia um grupo de comerciantes que atuava efetivamente no comércio costeiro e defendeu seus interesses de exclusividade de participação nesse setor contra a presença de comerciantes externos à vi…
Chão de terra e outros ensaios sobre São Paulo
No tempo da colônia e do Império no Brasil as terras que formavam as cidades, diferenciando-se das rurais, eram chamadas “chão de terra”. A expressão dá título à reunião de ensaios escritos por Raquel Glezer nos anos 1990 e que problematizam e refletem sobre o fenômeno urbano e o modo como foi idealizada e contada a história da vila e cidade de São Paulo ao longo de gerações
De uma freguesia serra acima à costa atlântica
Este artigo apresenta conclusões de uma pesquisa sobre a produção da aguardente em engenhos e sítios de uma freguesia da cidade de São Paulo, dentro do panorama mais amplo do comércio desse produto no Império português entre 1765 e 1822. Para tanto foram utilizados os Maços de População da Capital, especialmente do ano de 1802, e os mapas de importação e exportação da vila de Santos produzidos por sua alfândega para a Real Junta de Comércio, no R…
Paquette, Gabriel. Imperial Portugal in the age of atlantic revolutions
UNESP Departamento de História
Entre o atlântico e a costa
Este artigo discute o carter costeiro e atlntico da atividade mercantil no porto de Santos entre 1808 e 1822 e as contradies oriundas desta dupla condio, nica na costa Sul da Amrica portuguesa. Esta discusso foi fundamentada em dados levantados nos mapas de importao e exportao
Jesus, Nauk Maria de. O governo local na fronteira Oeste
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Uma contribuição para a pesquisa e o debate sobre a formação (trans) territorial da Iberia
Resenha do livro: HERZOG, Tamar. Frontiers of possession: Spain and Portugal in Europe and the Americas. Cambridge: Harvard University Press, 2015. 384 p
Redes associativas e de comunicação entre as câmaras de uma capitania, São Paulo (século XVIII)
este texto discute a interlocução horizontal que existiu entre as câmaras da capitania de São Paulo no século XVIII. Esta interlocução foi em grande medida formal, ocorria através da troca de ofícios e discutia questões da administração cotidiana das vilas. Esta troca de correspondências entre as câmaras contribuiu para criar um sentido de ligação entre estas instituições, a ponto de em algumas circunstâncias terem atuando em conjunto na represen…
Aprendendo com roteiros a comunicar por carta geográfica
Sertanistas e missionários na América do século xviii continuaram uma tradição castelhana de cultura visual baseada em esboços, desenhos de itinerário e mapas que comunicaram seu sentido de espaço, território e lugar vinculado às suas memórias. Com o peso político alcançado pelos mapas nesse período, devido às disputas pela definição dos limites territoriais ibéricos, a Coroa portuguesa se viu diante da necessidade de superar sua condição deficit…
Etnopaisagem Jê e reterritorialização do Brasil Meridional (1768-1773)
A formação territorial e a reterritorialização das terras do Brasil meridional, na segunda metade do século XVIII, foram influenciadas por uma etnopaisagem constituída por marcas tangíveis e intangíveis dos diferentes grupos étnicos indígenas habitantes da região. Tais marcas foram posteriormente apropriadas por soldados-sertanistas encarregados da missão oficial de mapeá-las em expedições científico-demarcatórias, ou de exploração e mapeamento. …
L'état d'esprit » du sertão dans ses dessins cartographiques
L'arrière-pays vécu fait partie des thèmes de recherche sur l'histoire du Brésil colonial depuis la polémique qui opposa Sérgio Buarque de Holanda à Jaime Cortesão. Le « sertão comme état d'esprit », un des héritages épistémologiques de l'historien anglo-saxon A. J. R. Russell-Wood, a apporté de nouveaux éléments pour enrichir ce débat. Il est repris, dans cet article, à partir de la cartographie. Celle-ci offre en effet une perspective visuelle …
Mãos que oram, mineram e desenham
No século XVIII a disputa entre as monarquias ibéricas pela definição de seus limites territoriais criou um contexto para a recomposição de alianças sociais nas fronteiras, aliando antigos inimigos, como jesuítas e sertanistas, na produção de imagens cartográficas que comunicavam suas ações e reiteravam sua existência nestas regiões. Tais disputas, portanto, fomentam o desenvolvimento de uma cultura visual de sertões externa aos círculos oficiais…
Through the eyes of the Indian woman
Unveiling the spatiality of indigenous women as shown from written and visual narratives of mapping processes is one of the greatest challenges to be taken on by the history of Latin American critical cartography. Despite advances in the fields of indigenous history, women and gender relations, themes such as native women and territoriality, an aesthetic of absence, neglect and disappearance is still strongly evident. Through written documents, a…
Mapeamento e relações interétnicas na formação das fronteiras
Este é um livro sobre territorialização do Estado na fronteira luso-platina e etnicidades no século XVIII. Através de fontes manuscritas e visuais o autor mostra como o mapeamento dessa região evidenciou a subordinação e fragilidade dos estados ibéricos frente às comunidades indígenas autônomas organizadas em tolderías na região
Aos olhos da mulher indígena
Dessoterrar a espacialidade da mulher indígena de narrativas escritas e visuais de processos de mapeamento é um dos maiores desafios a serem enfrentados pela história da cartografia crítica latino-americana. Apesar dos avanços alcançados nos campos da história indígena, das mulheres e das relações de gênero, temas como mulheres nativas e territorialidade uma uma estética da ausência, da negligência e do desaparecimento ainda predomina. Através de…
History of Colonial Brazil (19 works) · Art (17 works) · Humanities (16 works) · Colonialism, slavery, and trade (11 works) · Political science (10 works) · Geography (8 works) · Philosophy (5 works) · Philosophy (5 works) · Urban Development and Societal Issues (5 works) · Cartography (4 works)