Constância Lima Duarte
Biographic Data
| ID | 876422 |
|---|---|
| NAME | Constância Lima Duarte |
| GIVEN NAMES | Constância Lima |
| FAMILY NAME | Duarte |
| SIGNATURE | DUARTE C L |
| AFFILIATIONS | Universidade Federal de Minas Gerais |
| ORCID | 0000-0002-4020-8135 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 16 |
| TOTAL CITATIONS | 37 |
| AUTHOR COUNT | 16 |
| EDITOR COUNT | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 1994 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2025 |
| H-INDEX | 2 |
Imprensa e emancipação da mulher no Brasil no século XIX: Press and emancipation of women in Brazil in the 19th century
Esta reflexão sobre os jornais e revistas que circularam no Brasil durante o século XIX, cujo público alvo era as mulheres, é resultado de investigações que visam conhecer a história da mulher brasileira na busca por seus direitos e na construção de sua identidade e de uma dicção literária própria
Com a palavra: Constância Lima Duarte
Proponho, nesse texto, breves reflexões sobre a autoria feminina, a história das mulheres e, ainda, o papel que certas iniciativas acadêmicas – como a organização de eventos, de livros e revistas – têm desempenhado nas últimas décadas
Carta para Conceição
Este texto – que tem o formato de uma carta dirigida à Conceição Evaristo – surgiu após a leitura de Cartas negras, publicação distribuída durante a Ocupação Conceição Evaristo, promovida pelo Itaú Cultural e Ministério da Cultura em São Paulo, em 2017. Após comparar as Cartas negras com as Cartas portuguesas (1669), de Mariana Alcoforado, e As novas cartas portuguesas (1972), das “três Marias” – Maria Teresa Horta, Maria Velho da Costa e Maria I…
Entrevista à Professora Doutora Constância Lima Duarte
Entrevista
Zélia e Jorge: Ou a vida feita palavra
Pretendo refletir sobre memorialismo e autobiografia a partir de alguns livros de Zélia Gattai - em especial Chapéu para viagem (1982), Jardim de inverno (1988), Crônica de uma namorada (1995), A casa do Rio Vermelho (1999) e Reportagem incompleta (1987) -, para observar que os sentidos dicionarizados de « autobiografia » e de « memorialismo » não dão conta do trabalho realizado pela escritora. Atuando como autora, narradora e personagem, Zélia G…
Luzes portuguesas na caverna do patriarcado brasileiro
Novas cartas portuguesas revelou literariamente as diversas formas de opressão a que as mulheres estavam submetidas através dos séculos, pela distorcida mística imposta pelo patriarcalismo – verdadeira caverna que cerceava o pensamento das mulheres e seu lugar na sociedade. A publicação do livro das três marias contribuiu para a formação de um senso crítico, ampliou a consciência feminista, e propiciou o surgimento de uma literatura engajada tamb…
E assim se passaram 25 anos ! Hist órias do GT Mulher e Literatura da Anpoll
O texto objetiva fazer o mapeamento e breve análise das atividades desenvolvidas pelo GT "Mulher e Literatura" da ANPOLL.Reúne depoimentos das coordenadoras e apresenta um resumo desua atuação ao longo dos últimos 25 anos, que resultou na realizaçãode seminários nacionais e internacionais, numa intensa produçãoteórico-crítica, e ainda atividades de ensino e pesquisa em cursosde graduação e de pós-graduação. Questões práticas e específicasda linha…
Pensar o outro ou quando as mulheres viajam
As viagens de Nísia Floresta: Memória, Testemunho E História
Dentre os escritores brasileiros do século XIX, que registraram suas viagens em livros, destaca-se Nísia Floresta Brasileira Augusta. Nascida no interior do Rio Grande do Norte, em 1810, ela residiu em Pernambuco, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro antes de se mudar para a Europa, em 1849, e visitar diferentes países até falecer, em 1885, em Rouen, na França. Dos 15 títulos que publicou - romance, novela, contos, poemas e ensaios, escritos em por…
Uma homenagem mais que merecida
Gênero e etnia no nascente romance brasileiro
Feminismo e literatura: Discurso E História
Breve reflexão a respeito da trajetória do movimento feministano Brasil e da literatura de autoria feminina, com a intenção de identificarmomentos representativos deste diálogo, a inserção do pensamentofeminista na prática literária de nossas escritoras, a interiorização daperspectiva feminista e a historicização do conceito. O presente texto contémainda uma proposta de compreensão do movimento feminista no país
Feminismo e literatura no Brasil
BREVE reflexão a respeito da trajetória do movimento feminista no Brasil e da literatura de autoria feminina, com a intenção de identificar momentos representativos deste diálogo, a inserção do pensamento feminista na prática literária de nossas escritoras, a interiorização da perspectiva feminista e a historicização do conceito. O presente texto contém ainda uma proposta de compreensão do movimento feminista no país
Nísia Floresta e Mary Woolstonecraft: Diálogo Ou Apropriação
Um artigo do caderno mais!, do Jornal Folha de São Paulo (de 10/09/1995), contendo acusações a Nísia Floresta Brasileira Augusta (1810-1885) de haver plagiado escritores europeus em seu livro Direitos das Mulheres e injustiça dos homens (Recife, 1832), é tomado como uma provocação para o presente ensaio. Apesar de reconhecer méritos no artigo, como, por exemplo, a descoberta de outros pensadores que Nísia Floresta leu e assimilou em seu trabalho,…
Revendo o indianismo brasileiro: A lágrima de um Caeté, de Nísia Floresta
Entre os diversos livros que Nísia Floresta (1810-1885) publicou, um se destaca por se inserir de forma especial no contexto romântico indianista brasileiro. Trata-se do poema A lágrima de um Caeté, publicado no Rio de Janeiro em 1849, que obteve ampla repercussão em seu tempo, por conciliar dois dramas: o do índio brasileiro espoliado pelo colonizador, e o dos liberais, que acabavam de sofrer mais uma derrota na Revolução Praieira, em Pernambuco…
Gt: A Mulher na Literatura: História e Perspectiva
Feminismo e literatura no Brasil
BREVE reflexão a respeito da trajetória do movimento feminista no Brasil e da literatura de autoria feminina, com a intenção de identificar momentos representativos deste diálogo, a inserção do pensamento feminista na prática literária de nossas escritoras, a interiorização da perspectiva feminista e a historicização do conceito. O presente texto contém ainda uma proposta de compreensão do movimento feminista no país
Revendo o indianismo brasileiro: A lágrima de um Caeté, de Nísia Floresta
Entre os diversos livros que Nísia Floresta (1810-1885) publicou, um se destaca por se inserir de forma especial no contexto romântico indianista brasileiro. Trata-se do poema A lágrima de um Caeté, publicado no Rio de Janeiro em 1849, que obteve ampla repercussão em seu tempo, por conciliar dois dramas: o do índio brasileiro espoliado pelo colonizador, e o dos liberais, que acabavam de sofrer mais uma derrota na Revolução Praieira, em Pernambuco…
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As viagens de Nísia Floresta: Memória, Testemunho E História
Dentre os escritores brasileiros do século XIX, que registraram suas viagens em livros, destaca-se Nísia Floresta Brasileira Augusta. Nascida no interior do Rio Grande do Norte, em 1810, ela residiu em Pernambuco, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro antes de se mudar para a Europa, em 1849, e visitar diferentes países até falecer, em 1885, em Rouen, na França. Dos 15 títulos que publicou - romance, novela, contos, poemas e ensaios, escritos em por…
Gt: A Mulher na Literatura: História e Perspectiva
Revendo o indianismo brasileiro: A lágrima de um Caeté, de Nísia Floresta
Entre os diversos livros que Nísia Floresta (1810-1885) publicou, um se destaca por se inserir de forma especial no contexto romântico indianista brasileiro. Trata-se do poema A lágrima de um Caeté, publicado no Rio de Janeiro em 1849, que obteve ampla repercussão em seu tempo, por conciliar dois dramas: o do índio brasileiro espoliado pelo colonizador, e o dos liberais, que acabavam de sofrer mais uma derrota na Revolução Praieira, em Pernambuco…
Nísia Floresta e Mary Woolstonecraft: Diálogo Ou Apropriação
Um artigo do caderno mais!, do Jornal Folha de São Paulo (de 10/09/1995), contendo acusações a Nísia Floresta Brasileira Augusta (1810-1885) de haver plagiado escritores europeus em seu livro Direitos das Mulheres e injustiça dos homens (Recife, 1832), é tomado como uma provocação para o presente ensaio. Apesar de reconhecer méritos no artigo, como, por exemplo, a descoberta de outros pensadores que Nísia Floresta leu e assimilou em seu trabalho,…
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Breve reflexão a respeito da trajetória do movimento feministano Brasil e da literatura de autoria feminina, com a intenção de identificarmomentos representativos deste diálogo, a inserção do pensamentofeminista na prática literária de nossas escritoras, a interiorização daperspectiva feminista e a historicização do conceito. O presente texto contémainda uma proposta de compreensão do movimento feminista no país
Feminismo e literatura no Brasil
BREVE reflexão a respeito da trajetória do movimento feminista no Brasil e da literatura de autoria feminina, com a intenção de identificar momentos representativos deste diálogo, a inserção do pensamento feminista na prática literária de nossas escritoras, a interiorização da perspectiva feminista e a historicização do conceito. O presente texto contém ainda uma proposta de compreensão do movimento feminista no país
Gênero e etnia no nascente romance brasileiro
Uma homenagem mais que merecida
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As viagens de Nísia Floresta: Memória, Testemunho E História
Dentre os escritores brasileiros do século XIX, que registraram suas viagens em livros, destaca-se Nísia Floresta Brasileira Augusta. Nascida no interior do Rio Grande do Norte, em 1810, ela residiu em Pernambuco, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro antes de se mudar para a Europa, em 1849, e visitar diferentes países até falecer, em 1885, em Rouen, na França. Dos 15 títulos que publicou - romance, novela, contos, poemas e ensaios, escritos em por…
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Luzes portuguesas na caverna do patriarcado brasileiro
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Zélia e Jorge: Ou a vida feita palavra
Pretendo refletir sobre memorialismo e autobiografia a partir de alguns livros de Zélia Gattai - em especial Chapéu para viagem (1982), Jardim de inverno (1988), Crônica de uma namorada (1995), A casa do Rio Vermelho (1999) e Reportagem incompleta (1987) -, para observar que os sentidos dicionarizados de « autobiografia » e de « memorialismo » não dão conta do trabalho realizado pela escritora. Atuando como autora, narradora e personagem, Zélia G…
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Esta reflexão sobre os jornais e revistas que circularam no Brasil durante o século XIX, cujo público alvo era as mulheres, é resultado de investigações que visam conhecer a história da mulher brasileira na busca por seus direitos e na construção de sua identidade e de uma dicção literária própria
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