Ernesto Perini-Santos
Biographic Data
| ID | 885589 |
|---|---|
| NAME | Ernesto Perini-Santos |
| GIVEN NAMES | Ernesto |
| FAMILY NAME | Perini-Santos |
| SIGNATURE | PERINI-SANTOS E |
| AFFILIATIONS | Universidade Federal de Minas Gerais |
| ORCID | 0000-0001-5805-5985 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 10 |
| TOTAL CITATIONS | 0 |
| AUTHOR COUNT | 10 |
| EDITOR COUNT | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 2004 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2023 |
| H-INDEX | 0 |
Articulating a framework for unarticulated constituents
The truth‐conditions of many utterances have components that do not correspond to any uttered morpheme. This happens because linguistic acts are always a supplement to whatever else is available to agents engaged in a conversation. Unarticulated constituents result from the informational trade‐off between what is available in the situation of utterance and what needs to be linguistically articulated. Unarticulated constituents are constituents of…
Espaço Social Da Dúvida
À primeira vista, pode-se pensar que toda restrição à dúvida é contrária à progressão do conhecimento e antidemocrática. Este argumento é utilizado por diferentes sabores de negacionismo. No entanto, um exame do modo como funcionam dúvidas nos mostra que existem exigências epistêmicas para a legitimidade da dúvida que não são satisfeitas pelos negacionismos. Uma consequência deste argumento é que a normatividade epistêmica não é absorvida pela no…
Desinformação, negacionismo e a pandemia
Para qualquer tema sobre o qual não se é especialista, deve-se deferir a quem sabe mais. A deferência aos outros entra em conflito com expectativas de autonomia epistêmica e de divisão democrática do saber. Uma solução para esta tensão é ceder a estas expectativas, o que é equivalente a abandonar o conhecimento. Uma outra solução consiste em restringir seus efeitos a temas sobre os quais temos algum interesse prático. Esta proposta é instável, po…
Externalizando a reflexão
A principal crítica do internismo a teorias externistas é que elas parecem fazer o conhecimento o resultado de processos que permanecem inacessíveis ao sujeito. Epistemologias externistas buscaram acomodar esta exigência, como é o caso da epistemologia de Sosa. A incorporação das exigências internistas não se faz sem tensões - no caso de Sosa, os mecanismos reflexivos podem ser inacessíveis ao sujeito. Na medida em que buscamos compreender como p…
Por Que Agostinho Não É Um Filósofo Medieval (E Por Que É Importante Compreender Isso)
Agostinho é um filósofo medieval ou um filósofo antigo? Alguns autores defendem que ele é um filósofo medieval porque desempenhou um papel central na absorção da filosofia grega num quadro teórico cristão. Sua importância na constituição do pensamento cristão é sem dúvida enorme, mas não fornece um bom argumento para uma tese sobre a periodização em história da filosofia. Agostinho é um filósofo antigo porque pertence ao mundo antigo, não ao mund…
Por que construir uma proposição com coisas? As razões de Gualter Burleigh em 1301
Por que construir uma proposição com coisas? As razões de Gualter Burleigh em 1301
Mapeando argumentos no sofisma 'omnis homo de necessitate est animal
O sofisma 'omnis homo de necessitate est animal' é um dos mais discutidos naliteratura filosófica medieval. Meu objetivo neste texto é o de propor uma hipótese deanálise das estratégias argumentativas para uma resposta positiva, isto é, que consideraesta frase verdadeira. Para isto, trabalharei com três textos: a hipótese será formulada apartir da leitura do Anonymus GC611, soph. 7, e será em seguida testada, de maneirapreliminar, nos bem mais lo…
Intuition et abstractionGuillaume D'Ockham Textes introduits, traduits et annotés par David Piché Collection « Translatio . Philosophies médiévales” Paris, Vrin, 2005, 267 p
An abstract is not available for this content so a preview has been provided. Please use the Get access link above for information on how to access this content
Perceptual modes of presentation and the communication of de re thoughts
Conteúdo não conceitual, holismo e normatividade
A atribuição de conteúdos não conceituais serve à explicação da riqueza da experiência. No entanto, a integração de estados perceptivos, através do tempo e entre diferentes modalidades, necessários à constituição da experiência, parece dever apelar a um vocabulário conceitualista, ao qual se aplicam princípios de racionalidade. Procuro neste artigo contestar esta segunda tese: conteúdos não conceituais são parte da experiência humana, que é organ…
No prominent works on this page.
Conteúdo não conceitual, holismo e normatividade
A atribuição de conteúdos não conceituais serve à explicação da riqueza da experiência. No entanto, a integração de estados perceptivos, através do tempo e entre diferentes modalidades, necessários à constituição da experiência, parece dever apelar a um vocabulário conceitualista, ao qual se aplicam princípios de racionalidade. Procuro neste artigo contestar esta segunda tese: conteúdos não conceituais são parte da experiência humana, que é organ…
Perceptual modes of presentation and the communication of de re thoughts
Intuition et abstractionGuillaume D'Ockham Textes introduits, traduits et annotés par David Piché Collection « Translatio . Philosophies médiévales” Paris, Vrin, 2005, 267 p
An abstract is not available for this content so a preview has been provided. Please use the Get access link above for information on how to access this content
Por que construir uma proposição com coisas? As razões de Gualter Burleigh em 1301
Por que construir uma proposição com coisas? As razões de Gualter Burleigh em 1301
Mapeando argumentos no sofisma 'omnis homo de necessitate est animal
O sofisma 'omnis homo de necessitate est animal' é um dos mais discutidos naliteratura filosófica medieval. Meu objetivo neste texto é o de propor uma hipótese deanálise das estratégias argumentativas para uma resposta positiva, isto é, que consideraesta frase verdadeira. Para isto, trabalharei com três textos: a hipótese será formulada apartir da leitura do Anonymus GC611, soph. 7, e será em seguida testada, de maneirapreliminar, nos bem mais lo…
Por Que Agostinho Não É Um Filósofo Medieval (E Por Que É Importante Compreender Isso)
Agostinho é um filósofo medieval ou um filósofo antigo? Alguns autores defendem que ele é um filósofo medieval porque desempenhou um papel central na absorção da filosofia grega num quadro teórico cristão. Sua importância na constituição do pensamento cristão é sem dúvida enorme, mas não fornece um bom argumento para uma tese sobre a periodização em história da filosofia. Agostinho é um filósofo antigo porque pertence ao mundo antigo, não ao mund…
Externalizando a reflexão
A principal crítica do internismo a teorias externistas é que elas parecem fazer o conhecimento o resultado de processos que permanecem inacessíveis ao sujeito. Epistemologias externistas buscaram acomodar esta exigência, como é o caso da epistemologia de Sosa. A incorporação das exigências internistas não se faz sem tensões - no caso de Sosa, os mecanismos reflexivos podem ser inacessíveis ao sujeito. Na medida em que buscamos compreender como p…
Desinformação, negacionismo e a pandemia
Para qualquer tema sobre o qual não se é especialista, deve-se deferir a quem sabe mais. A deferência aos outros entra em conflito com expectativas de autonomia epistêmica e de divisão democrática do saber. Uma solução para esta tensão é ceder a estas expectativas, o que é equivalente a abandonar o conhecimento. Uma outra solução consiste em restringir seus efeitos a temas sobre os quais temos algum interesse prático. Esta proposta é instável, po…
Articulating a framework for unarticulated constituents
The truth‐conditions of many utterances have components that do not correspond to any uttered morpheme. This happens because linguistic acts are always a supplement to whatever else is available to agents engaged in a conversation. Unarticulated constituents result from the informational trade‐off between what is available in the situation of utterance and what needs to be linguistically articulated. Unarticulated constituents are constituents of…
Espaço Social Da Dúvida
À primeira vista, pode-se pensar que toda restrição à dúvida é contrária à progressão do conhecimento e antidemocrática. Este argumento é utilizado por diferentes sabores de negacionismo. No entanto, um exame do modo como funcionam dúvidas nos mostra que existem exigências epistêmicas para a legitimidade da dúvida que não são satisfeitas pelos negacionismos. Uma consequência deste argumento é que a normatividade epistêmica não é absorvida pela no…
Philosophy (10 works) · Humanities (8 works) · Epistemology (5 works) · Epistemology, Ethics, and Metaphysics (2 works) · Linguistics (2 works) · Philosophy and Theoretical Science (2 works) · Social Representations and Identity (2 works) · Art (1 works) · Communication (1 works) · Communication (1 works)