Vinícius França Freitas
Biographic Data
| ID | 887926 |
|---|---|
| NAME | Vinícius França Freitas |
| GIVEN NAMES | Vinícius França |
| FAMILY NAME | Freitas |
| SIGNATURE | FREITAS V F |
| AFFILIATIONS | Universidade Federal de Minas Gerais |
| ORCID | 0000-0002-8304-4732 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 18 |
| TOTAL CITATIONS | 1 |
| WORKS AS AUTHOR | 18 |
| WORKS AS EDITOR | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 2019 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2024 |
| H-INDEX | 1 |
Defesa de John Locke da teoria da substância na primeira ‘carta’ a Edward Stillingfleet
O artigo discute a primeira ‘Carta’ de John Locke a Edward Stillingfleet e problematiza suas respostas às críticas direcionadas à sua teoria da substância. Apresenta-se (seção 1) o que parece ser, para Locke, o coração do ataque de Stillingfleet à sua doutrina da substância, a acusação de que os princípios do Ensaio ‘quase descartam a substância da parte razoável do mundo’. Problematizam-se ambas as respostas de Locke a essa objeção: (seção 2) su…
Oswaldo Porchat e a filosofia do Senso Comum
O artigo avança a hipótese de que a filosofia do saber comum de Oswaldo Porchat pode ser aproximada da filosofia do senso comum, especificamente, do pensamento de Thomas Reid. Argumenta-se que, muito embora ambos os filósofos revelam pontos de partida distintos, as propostas filosóficas de Porchat e Reid apresentam ao menos seis pontos de contato: as noções de ‘saber comum’ e ‘senso comum’; a universalidade das crenças que constituem formas de sa…
As reflexões de Leonhard Euler sobre o "espaço" e o "tempo
O artigo discute as teses apresentadas por Leonhard Euler, nas Reflexões sobre o espaço e o tempo. Após uma breve introdução ao debate sobre a natureza do espaço e do tempo, nos séculos XVII e XVIII, e como Euler nele se posiciona (seção 1), avançam-se duas hipóteses. A partir de uma aproximação com os textos de Isaac Newton, defende-se que Euler entende a noção de "reflexão" como uma atividade racional de pensamento (seção 2). Ademais, sustenta-…
A Noção Humiana De ‘Consciência’ No Apêndice Ao Tratado Da Natureza Humana
O artigo avança a hipótese de que David Hume não define consciência como ‘percepção ou pensamento refletido’, como parece sugerir uma passagem do vigésimo oitavo parágrafo do ‘Apêndice’ ao Tratado da natureza humana. A partir da observação de algumas dificuldades relativas às compreensões de consciência como ‘percepção’ e como ‘pensamento refletido’, argumenta-se que, na referida passagem, Hume tem em vista o fenômeno da autoconsciência, o modo c…
A teoria da substância no ensaio sobre o entendimento humano, de John Locke
Neste artigo, pretende-se oferecer uma interpretação sobre a explicação da origem da ideia (relativa) de substância pura em geral, na filosofia de John Locke, a partir da noção de "sugestão natural" de Thomas Reid. Para tal, após contextualizar a noção de substância pura em geral para Locke e distingui-la da ideia de substância particular (seção 1), explicita-se que as suas palavras sobre a fonte (empírica ou racional) da ideia da segunda na ment…
O Ceticismo de David Hume na Leitura de Thomas Reid
O artigo avança a hipótese de que, na leitura de Thomas Reid, o ceticismo de David Hume apresentado no Tratado da natureza humana não é devido apenas à sua adoção da ‘hipótese ideal’ – o princípio de que as ideias são objetos imediatos das operações da mente –, mas também deriva de outra fonte: a dúvida sobre a fiabilidade das faculdades mentais, em específico, dos sentidos, da memória e da razão. Ademais, argumenta-se que essa distinção entre du…
Consciência e reflexão no Ensaio de Locke
O artigo discute as noções de ‘consciência’ e ‘reflexão’ no Ensaio sobre o entendimento humano de John Locke. Apresentam-se dois critérios para se distinguir entre ambas as atividades mentais. Primeiramente, a consciência é uma atividade passiva, involuntária e não depende de atenção para ser exercida, diferentemente da reflexão, que, ao menos em um de seus graus – pois Locke concebe a existência de dois graus de reflexão –, é uma atividade ativa…
A Moderação Da Resposta De Thomas Reid Ao Ceticismo
O artigo apresenta uma hipótese sobre a moderação na resposta de Tho- mas Reid ao ceticismo. Defende-se, inicialmente, que as crenças do senso comum, apesar de devidas a faculdades fiáveis, são dubitáveis, falíveis e corrigíveis, de modo que não estão completamente imunes ao ataque cético. Defende-se, na sequência, que Reid pretende responder tão somente a uma forma de ceticismo, a parcial – o ceticismo de autores que aceitam ao menos uma faculda…
A crítica de Edward Stillingfleet à teoria lockiana da substância
Neste artigo, pretendemos apresentar uma interpretação sobre a disputa entre John Locke e Edward Stillingfleet, Bispo de Worcester, a respeito da noção de substância. Para tal, após introduzir as teses de Locke que justificam uma interpretação cética de Stillingfleet sobre a existência daquela substância na sua filosofia (seção 1), elucidamos um primeiro equívoco na interpretação do Bispo, que consiste na indistinção entre as noções de substância…
O ceticismo de G. W. Leibniz na leitura de Thomas Reid
O artigo avança a hipótese de que G. W. Leibniz apresenta um sistema cético de filosofia na leitura de Thomas Reid. Na primeira seção, mostra-se que, para Reid, Leibniz apresenta um sistema de filosofia completamente original em relação ao sistema de filosofia predominante no século XVII e XVIII, o sistema ideal. O sistema monadológico é original e, como se explica na segunda seção, tem implicações céticas semelhantes às do sistema ideal. Na leit…
O ceticismo de René Descartes na leitura de Thomas Reid
O artigo avança a hipótese de que René Descartes apresenta um sistema cético de filosofia na leitura de Thomas Reid. Há um tipo de ceticismo ‘involuntário’ ou ‘acidental’ que é resultado da adoção, da parte de Descartes, tanto de um método quanto de um princípio fundamentalmente céticos. Na primeira seção, mostra-se em que medida o método cartesiano da dúvida – que incide sobre a fiabilidade das faculdades mentais – é uma demanda cética impossíve…
A ciência da política de David Hume
O artigo apresenta uma interpretação que procura sistematizar a compreensão humiana dos princípios da ciência da política. Por um lado, argumenta-se que a ciência da política é uma ciência sobre formas políticas de organização (monarquia, aristocracia e democracia, por exemplo), fundada sobre axiomas cuja verdade é eterna e imutável e independe de fatores contextuais - como cultura, moral e educação. Por outro lado, a ciência da política é também…
O fundacionalismo de Thomas Reid
O objetivo do artigo é discutir em que medida Thomas Reid está comprometido com uma teoria fundacionalista da justificação epistêmica. Para tal, apresentam-se duas discussões. Em primeiro lugar, argumenta-se que apesar de ser um fundacionalista em geral, Reid não o é em relação a todos os âmbitos do conhecimento - como é o caso da política. Para compreender essa hipótese, distingue-se sua concepção axiomática de ciência de sua visão fundacionalis…
A noção de ‘senso comum’ em Thomas Reid
O objetivo do artigo é discutir a noção de ‘senso comum’ na filosofia de Thomas Reid. Duas hipóteses são apresentadas. A primeira delas afirma que o senso comum a que Reid recorre em questões filosóficas não é senão o conjunto de princípios originais da mente que determinam o ser humano no tocante às suas noções, crenças e inclinações, assim como os juízos e crenças que são devidos a estes princípios. A segunda hipótese afirma que Reid compreende…
Why Thomas Reid Matters to the Epistemology of the Social Sciences
Little attention has been paid to the fact that Thomas Reid's epistemology applies to ‘political reasoning’ as well as to various operations of the mind. Reid was interested in identifying the ‘first principles’ of political science as he did with other domains of human knowledge. This raises the question of the extent to which the study of human action falls within the competence of ‘common sense’. Our aim is to reconstruct and assess Reid's epi…
A Resposta De Thomas Reid Ao Ceticismo
O objetivo do artigo é apresentar e discutir o modo como a filosofia do senso comum de Thomas Reid responde ao ceticismo sobre a fiabilidade epistêmica das faculdades da mente. A hipótese aqui apresentada estabelece que a resposta reidiana possui três argumentos. Em primeiro lugar, Reid mostra porque é impossível provar a fiabilidade das faculdades da mente e porque os filósofos podem começar suas investigações aceitando a verdade das crenças dev…
Os usos do senso comum na filosofia de Thomas Reid
Este artigo empreende a discussão dos papéis filosóficos do senso comum no pensamento de Thomas Reid. Argumento que, para o filósofo, não existe apenas uma forma de se apelar ao senso comum no campo teórico relativo à descoberta da verdade e à fundamentação do conhecimento. De acordo com minha leitura, Reid faz ao menos três usos distintos do senso comum: (1) o uso fundacional, no qual o senso comum é tomado como o fundamento sobre o qual o conhe…
A objeção de Thomas Reid à teoria humiana da identidade pessoal
O artigo comenta a objeção de Thomas Reid à teoria da identidade pessoal de David Hume. A hipótese avançada afirma que a crítica reidiana não é efetiva porque se baseia numa compreensão equivocada da teoria humiana, a saber, que Hume teria admitido uma tese ontológica negativa - a inexistência de uma mente para além do campo das percepções - e uma tese ontológica positiva - a redução da mente apenas a um feixe de percepções. Após explicar em que …
A ciência da política de David Hume
O artigo apresenta uma interpretação que procura sistematizar a compreensão humiana dos princípios da ciência da política. Por um lado, argumenta-se que a ciência da política é uma ciência sobre formas políticas de organização (monarquia, aristocracia e democracia, por exemplo), fundada sobre axiomas cuja verdade é eterna e imutável e independe de fatores contextuais - como cultura, moral e educação. Por outro lado, a ciência da política é também…
A Resposta De Thomas Reid Ao Ceticismo
O objetivo do artigo é apresentar e discutir o modo como a filosofia do senso comum de Thomas Reid responde ao ceticismo sobre a fiabilidade epistêmica das faculdades da mente. A hipótese aqui apresentada estabelece que a resposta reidiana possui três argumentos. Em primeiro lugar, Reid mostra porque é impossível provar a fiabilidade das faculdades da mente e porque os filósofos podem começar suas investigações aceitando a verdade das crenças dev…
Os usos do senso comum na filosofia de Thomas Reid
Este artigo empreende a discussão dos papéis filosóficos do senso comum no pensamento de Thomas Reid. Argumento que, para o filósofo, não existe apenas uma forma de se apelar ao senso comum no campo teórico relativo à descoberta da verdade e à fundamentação do conhecimento. De acordo com minha leitura, Reid faz ao menos três usos distintos do senso comum: (1) o uso fundacional, no qual o senso comum é tomado como o fundamento sobre o qual o conhe…
A objeção de Thomas Reid à teoria humiana da identidade pessoal
O artigo comenta a objeção de Thomas Reid à teoria da identidade pessoal de David Hume. A hipótese avançada afirma que a crítica reidiana não é efetiva porque se baseia numa compreensão equivocada da teoria humiana, a saber, que Hume teria admitido uma tese ontológica negativa - a inexistência de uma mente para além do campo das percepções - e uma tese ontológica positiva - a redução da mente apenas a um feixe de percepções. Após explicar em que …
A noção de ‘senso comum’ em Thomas Reid
O objetivo do artigo é discutir a noção de ‘senso comum’ na filosofia de Thomas Reid. Duas hipóteses são apresentadas. A primeira delas afirma que o senso comum a que Reid recorre em questões filosóficas não é senão o conjunto de princípios originais da mente que determinam o ser humano no tocante às suas noções, crenças e inclinações, assim como os juízos e crenças que são devidos a estes princípios. A segunda hipótese afirma que Reid compreende…
Why Thomas Reid Matters to the Epistemology of the Social Sciences
Little attention has been paid to the fact that Thomas Reid's epistemology applies to ‘political reasoning’ as well as to various operations of the mind. Reid was interested in identifying the ‘first principles’ of political science as he did with other domains of human knowledge. This raises the question of the extent to which the study of human action falls within the competence of ‘common sense’. Our aim is to reconstruct and assess Reid's epi…
O ceticismo de G. W. Leibniz na leitura de Thomas Reid
O artigo avança a hipótese de que G. W. Leibniz apresenta um sistema cético de filosofia na leitura de Thomas Reid. Na primeira seção, mostra-se que, para Reid, Leibniz apresenta um sistema de filosofia completamente original em relação ao sistema de filosofia predominante no século XVII e XVIII, o sistema ideal. O sistema monadológico é original e, como se explica na segunda seção, tem implicações céticas semelhantes às do sistema ideal. Na leit…
O ceticismo de René Descartes na leitura de Thomas Reid
O artigo avança a hipótese de que René Descartes apresenta um sistema cético de filosofia na leitura de Thomas Reid. Há um tipo de ceticismo ‘involuntário’ ou ‘acidental’ que é resultado da adoção, da parte de Descartes, tanto de um método quanto de um princípio fundamentalmente céticos. Na primeira seção, mostra-se em que medida o método cartesiano da dúvida – que incide sobre a fiabilidade das faculdades mentais – é uma demanda cética impossíve…
A ciência da política de David Hume
O artigo apresenta uma interpretação que procura sistematizar a compreensão humiana dos princípios da ciência da política. Por um lado, argumenta-se que a ciência da política é uma ciência sobre formas políticas de organização (monarquia, aristocracia e democracia, por exemplo), fundada sobre axiomas cuja verdade é eterna e imutável e independe de fatores contextuais - como cultura, moral e educação. Por outro lado, a ciência da política é também…
O fundacionalismo de Thomas Reid
O objetivo do artigo é discutir em que medida Thomas Reid está comprometido com uma teoria fundacionalista da justificação epistêmica. Para tal, apresentam-se duas discussões. Em primeiro lugar, argumenta-se que apesar de ser um fundacionalista em geral, Reid não o é em relação a todos os âmbitos do conhecimento - como é o caso da política. Para compreender essa hipótese, distingue-se sua concepção axiomática de ciência de sua visão fundacionalis…
O Ceticismo de David Hume na Leitura de Thomas Reid
O artigo avança a hipótese de que, na leitura de Thomas Reid, o ceticismo de David Hume apresentado no Tratado da natureza humana não é devido apenas à sua adoção da ‘hipótese ideal’ – o princípio de que as ideias são objetos imediatos das operações da mente –, mas também deriva de outra fonte: a dúvida sobre a fiabilidade das faculdades mentais, em específico, dos sentidos, da memória e da razão. Ademais, argumenta-se que essa distinção entre du…
Consciência e reflexão no Ensaio de Locke
O artigo discute as noções de ‘consciência’ e ‘reflexão’ no Ensaio sobre o entendimento humano de John Locke. Apresentam-se dois critérios para se distinguir entre ambas as atividades mentais. Primeiramente, a consciência é uma atividade passiva, involuntária e não depende de atenção para ser exercida, diferentemente da reflexão, que, ao menos em um de seus graus – pois Locke concebe a existência de dois graus de reflexão –, é uma atividade ativa…
A Moderação Da Resposta De Thomas Reid Ao Ceticismo
O artigo apresenta uma hipótese sobre a moderação na resposta de Tho- mas Reid ao ceticismo. Defende-se, inicialmente, que as crenças do senso comum, apesar de devidas a faculdades fiáveis, são dubitáveis, falíveis e corrigíveis, de modo que não estão completamente imunes ao ataque cético. Defende-se, na sequência, que Reid pretende responder tão somente a uma forma de ceticismo, a parcial – o ceticismo de autores que aceitam ao menos uma faculda…
A crítica de Edward Stillingfleet à teoria lockiana da substância
Neste artigo, pretendemos apresentar uma interpretação sobre a disputa entre John Locke e Edward Stillingfleet, Bispo de Worcester, a respeito da noção de substância. Para tal, após introduzir as teses de Locke que justificam uma interpretação cética de Stillingfleet sobre a existência daquela substância na sua filosofia (seção 1), elucidamos um primeiro equívoco na interpretação do Bispo, que consiste na indistinção entre as noções de substância…
A Noção Humiana De ‘Consciência’ No Apêndice Ao Tratado Da Natureza Humana
O artigo avança a hipótese de que David Hume não define consciência como ‘percepção ou pensamento refletido’, como parece sugerir uma passagem do vigésimo oitavo parágrafo do ‘Apêndice’ ao Tratado da natureza humana. A partir da observação de algumas dificuldades relativas às compreensões de consciência como ‘percepção’ e como ‘pensamento refletido’, argumenta-se que, na referida passagem, Hume tem em vista o fenômeno da autoconsciência, o modo c…
A teoria da substância no ensaio sobre o entendimento humano, de John Locke
Neste artigo, pretende-se oferecer uma interpretação sobre a explicação da origem da ideia (relativa) de substância pura em geral, na filosofia de John Locke, a partir da noção de "sugestão natural" de Thomas Reid. Para tal, após contextualizar a noção de substância pura em geral para Locke e distingui-la da ideia de substância particular (seção 1), explicita-se que as suas palavras sobre a fonte (empírica ou racional) da ideia da segunda na ment…
Defesa de John Locke da teoria da substância na primeira ‘carta’ a Edward Stillingfleet
O artigo discute a primeira ‘Carta’ de John Locke a Edward Stillingfleet e problematiza suas respostas às críticas direcionadas à sua teoria da substância. Apresenta-se (seção 1) o que parece ser, para Locke, o coração do ataque de Stillingfleet à sua doutrina da substância, a acusação de que os princípios do Ensaio ‘quase descartam a substância da parte razoável do mundo’. Problematizam-se ambas as respostas de Locke a essa objeção: (seção 2) su…
Oswaldo Porchat e a filosofia do Senso Comum
O artigo avança a hipótese de que a filosofia do saber comum de Oswaldo Porchat pode ser aproximada da filosofia do senso comum, especificamente, do pensamento de Thomas Reid. Argumenta-se que, muito embora ambos os filósofos revelam pontos de partida distintos, as propostas filosóficas de Porchat e Reid apresentam ao menos seis pontos de contato: as noções de ‘saber comum’ e ‘senso comum’; a universalidade das crenças que constituem formas de sa…
As reflexões de Leonhard Euler sobre o "espaço" e o "tempo
O artigo discute as teses apresentadas por Leonhard Euler, nas Reflexões sobre o espaço e o tempo. Após uma breve introdução ao debate sobre a natureza do espaço e do tempo, nos séculos XVII e XVIII, e como Euler nele se posiciona (seção 1), avançam-se duas hipóteses. A partir de uma aproximação com os textos de Isaac Newton, defende-se que Euler entende a noção de "reflexão" como uma atividade racional de pensamento (seção 2). Ademais, sustenta-…
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