Marcelo Lachat
Biographic Data
| ID | 889753 |
|---|---|
| NAME | Marcelo Lachat |
| GIVEN NAMES | Marcelo |
| FAMILY NAME | Lachat |
| SIGNATURE | LACHAT M |
| AFFILIATIONS | Universidade Federal de São Paulo |
| ORCID | 0000-0003-0353-8618 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 11 |
| TOTAL CITATIONS | 0 |
| AUTHOR COUNT | 11 |
| EDITOR COUNT | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 2016 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2022 |
| H-INDEX | 0 |
Considerações sobre o gênero da primeira parte do «Compêndio Narrativo do Peregrino da América» (1728)
This paper discusses the genre of the first part of the Narrative Compendium of the Pilgrim of America (1728), by Nuno Marques Pereira. Based on the evidence found in this eighteenth-century prose fiction work, it is proposed that it consists of a «pretended history», according to the conception of this genre of history that is outlined in the dialogue I of Court in the Village (1619), by Francisco Rodrigues Lobo. Having no intention of defining …
A linguagem como (des)construção do sujeito: Uma análise sobre intolerância e repressão nos contos "Terça-feira gorda" e "Aqueles dois", de Caio Fernando Abreu
Este artigo discute a temática da intolerância e da repressão, no que concerne à sexualidade e à subjetividade, nos contos Terça-feira gorda e Aqueles dois, da obra Morangos Mofados, de Caio Fernando Abreu. Como fundamentos teóricos para essa discussão, recorre-se, sobretudo, aos trabalhos de Michel Foucault (1988, 2010), Judith Butler (2003), Stuart Hall (2006), Sara Salih (2013), Heloísa Buarque de Holanda (1982) e Bruno Souza Leal (2002). Dess…
Ficção e história em A Paixão de Ajuricaba, de Márcio Souza
Neste ensaio, discute-se a peça A Paixão de Ajuricaba - escrita por Márcio Souza e encenada, pela primeira vez, em 1974 - à luz dos eventos relacionados aos duros combates entre os invasores portugueses e os Manaús, no vale do Rio Negro, entre 1723 e 1728. As ações das personagens sugerem que essa obra é um marco na representação menos idealizada dos indígenas, que ganham voz própria, favorecidos pela ausência de um narrador
O Manuscrito Seiscentista das Saudades de Lídia e Armido Atribuídas a Bernardo Vieira Ravasco
No acervo da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, encontra-se um manuscrito seiscentista das Saudades de Lídia e Armido, poema composto de 158 oitavas e atribuído a Bernardo Vieira Ravasco (c. 1617-1697), irmão do Padre Antônio Vieira. Neste artigo, buscase evidenciar a importância desse manuscrito para a historiografia das letras luso-brasileiras do século XVII
Fabular é aprender a morrer: As intermitências da morte, de José Saramago
Em As intermitências da morte, obra de José Saramago publicada em 2005, relata-se uma fábula paródica, irônica e alegórica, cuja personagem central é a própria morte, ou melhor, a "pequena morte cotidiana" das pessoas de um país não nomeado. Tal relato se inicia com estas palavras: "No dia seguinte ninguém morreu". Então, a partir de 1o de janeiro de um ano qualquer, não se morre mais naquele país. Assim, para discutir essa obra, propõe-se desenv…
O tempo entre ficção e filosofia: Sobre a História do cerco de Lisboa, de José Saramago
O propósito deste artigo é discutir a concepção de tempo na História do cerco de Lisboa (1989), de José Saramago. Para tanto, a partir da leitura do romance, recorre-se a considerações filosóficas - de Agostinho, Kant, Nietzsche, Bergson, Cioran e Koselleck - sobre tempo e história. Pretende-se, assim, evidenciar e analisar os estratos temporais dessa História saramaguiana com base nas relações entre ficção e filosofia
Os Lusíadas E Uma Viagem À Índia: Entre Poesia E História
Em busca das histórias (e não da História) inseridas nos diferentes temposem que se inscrevem Os lusíadas (1572), de Luís de Camões, e Uma viagemà Índia (2010), de Gonçalo M. Tavares, configura-se este artigo, incapazde atualizar a epopeia camoniana que hoje consiste em uma assombrosaruína letrada do século XVI e que perdura na obra de Tavares somentecomo estrato recoberto de paródia, de ironia e de melancolia contemporânea.Entre Os lusíadas e Um…
Como se narra a "História do Brasil" de frei Vicente do Salvador
Nas letras portuguesas e luso-brasileiras dos séculos XVI a XVIII, embora sejam consistentes a produção e a circulação de textos de história, as preceptivas específicas acerca do gênero histórico são escassas. Tendo em vista essa escassez normativa, este artigo propõe-se a discutir, brevemente, em que consiste a arte histórica entre o Quinhentos e o Setecentos. A partir dessa discussão de preceitos – em particular, dos retóricos referentes à ars …
Letras e literatura
Este trabalho consiste em uma discussão acerca das noções de "letras" e de "literatura", construídas historicamente sobre continuidades letradas e descontinuidades literárias. Pretendese, assim, compreender melhor as especificidades das práticas letradas dos séculos XVI, XVII e XVIII em Portugal e na América portuguesa, a fim de que esses textos não sejam lidos fora do tempo ou apenas a partir de uma única concepção temporal: a da modernidade lit…
Os Sermões De Quarta-Feira De Cinza Do Padre Antônio Vieira E a Arte De Morrer Estoico-Cristã
Neste artigo, discutem-se os Sermões de Quarta-Feira de Cinza do Padre Antônio Vieira, destacando-se neles a arte estoico-cristã do saber morrer. Isso porque, nesses três sermões, centrados na passagem bíblica "és pó e em pó te tornarás" (Gênesis, 3: 19), evidenciam-se preceitos estoicos - em particular de Sêneca - mesclados à doutrina cristã, que visam, por meio de ponderações sobre a morte, pautar o comportamento dos vivos. Assim, pretende-se d…
A cidade tal como ela é vista por seus habitantes”: Nova York como espaço de memória no olhar de Will Eisner
Este estudo objetiva compreender como o espaço urbano da cidade de Nova York, na narrativa de Will Eisner, torna-se matéria de fabulação em constructos narrativos que evocam uma entidade de urbe, matizada pela soma de representações simbólicas que lhe são ulteriores, gerando mecanismos coletivos de identificação e pertencimento, no ato de rememorar e na articulação de signos na conjugação de subjetivismos e coletividade
No prominent works on this page.
A cidade tal como ela é vista por seus habitantes”: Nova York como espaço de memória no olhar de Will Eisner
Este estudo objetiva compreender como o espaço urbano da cidade de Nova York, na narrativa de Will Eisner, torna-se matéria de fabulação em constructos narrativos que evocam uma entidade de urbe, matizada pela soma de representações simbólicas que lhe são ulteriores, gerando mecanismos coletivos de identificação e pertencimento, no ato de rememorar e na articulação de signos na conjugação de subjetivismos e coletividade
Os Sermões De Quarta-Feira De Cinza Do Padre Antônio Vieira E a Arte De Morrer Estoico-Cristã
Neste artigo, discutem-se os Sermões de Quarta-Feira de Cinza do Padre Antônio Vieira, destacando-se neles a arte estoico-cristã do saber morrer. Isso porque, nesses três sermões, centrados na passagem bíblica "és pó e em pó te tornarás" (Gênesis, 3: 19), evidenciam-se preceitos estoicos - em particular de Sêneca - mesclados à doutrina cristã, que visam, por meio de ponderações sobre a morte, pautar o comportamento dos vivos. Assim, pretende-se d…
Os Lusíadas E Uma Viagem À Índia: Entre Poesia E História
Em busca das histórias (e não da História) inseridas nos diferentes temposem que se inscrevem Os lusíadas (1572), de Luís de Camões, e Uma viagemà Índia (2010), de Gonçalo M. Tavares, configura-se este artigo, incapazde atualizar a epopeia camoniana que hoje consiste em uma assombrosaruína letrada do século XVI e que perdura na obra de Tavares somentecomo estrato recoberto de paródia, de ironia e de melancolia contemporânea.Entre Os lusíadas e Um…
Como se narra a "História do Brasil" de frei Vicente do Salvador
Nas letras portuguesas e luso-brasileiras dos séculos XVI a XVIII, embora sejam consistentes a produção e a circulação de textos de história, as preceptivas específicas acerca do gênero histórico são escassas. Tendo em vista essa escassez normativa, este artigo propõe-se a discutir, brevemente, em que consiste a arte histórica entre o Quinhentos e o Setecentos. A partir dessa discussão de preceitos – em particular, dos retóricos referentes à ars …
Letras e literatura
Este trabalho consiste em uma discussão acerca das noções de "letras" e de "literatura", construídas historicamente sobre continuidades letradas e descontinuidades literárias. Pretendese, assim, compreender melhor as especificidades das práticas letradas dos séculos XVI, XVII e XVIII em Portugal e na América portuguesa, a fim de que esses textos não sejam lidos fora do tempo ou apenas a partir de uma única concepção temporal: a da modernidade lit…
O Manuscrito Seiscentista das Saudades de Lídia e Armido Atribuídas a Bernardo Vieira Ravasco
No acervo da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, encontra-se um manuscrito seiscentista das Saudades de Lídia e Armido, poema composto de 158 oitavas e atribuído a Bernardo Vieira Ravasco (c. 1617-1697), irmão do Padre Antônio Vieira. Neste artigo, buscase evidenciar a importância desse manuscrito para a historiografia das letras luso-brasileiras do século XVII
Fabular é aprender a morrer: As intermitências da morte, de José Saramago
Em As intermitências da morte, obra de José Saramago publicada em 2005, relata-se uma fábula paródica, irônica e alegórica, cuja personagem central é a própria morte, ou melhor, a "pequena morte cotidiana" das pessoas de um país não nomeado. Tal relato se inicia com estas palavras: "No dia seguinte ninguém morreu". Então, a partir de 1o de janeiro de um ano qualquer, não se morre mais naquele país. Assim, para discutir essa obra, propõe-se desenv…
O tempo entre ficção e filosofia: Sobre a História do cerco de Lisboa, de José Saramago
O propósito deste artigo é discutir a concepção de tempo na História do cerco de Lisboa (1989), de José Saramago. Para tanto, a partir da leitura do romance, recorre-se a considerações filosóficas - de Agostinho, Kant, Nietzsche, Bergson, Cioran e Koselleck - sobre tempo e história. Pretende-se, assim, evidenciar e analisar os estratos temporais dessa História saramaguiana com base nas relações entre ficção e filosofia
Ficção e história em A Paixão de Ajuricaba, de Márcio Souza
Neste ensaio, discute-se a peça A Paixão de Ajuricaba - escrita por Márcio Souza e encenada, pela primeira vez, em 1974 - à luz dos eventos relacionados aos duros combates entre os invasores portugueses e os Manaús, no vale do Rio Negro, entre 1723 e 1728. As ações das personagens sugerem que essa obra é um marco na representação menos idealizada dos indígenas, que ganham voz própria, favorecidos pela ausência de um narrador
Considerações sobre o gênero da primeira parte do «Compêndio Narrativo do Peregrino da América» (1728)
This paper discusses the genre of the first part of the Narrative Compendium of the Pilgrim of America (1728), by Nuno Marques Pereira. Based on the evidence found in this eighteenth-century prose fiction work, it is proposed that it consists of a «pretended history», according to the conception of this genre of history that is outlined in the dialogue I of Court in the Village (1619), by Francisco Rodrigues Lobo. Having no intention of defining …
A linguagem como (des)construção do sujeito: Uma análise sobre intolerância e repressão nos contos "Terça-feira gorda" e "Aqueles dois", de Caio Fernando Abreu
Este artigo discute a temática da intolerância e da repressão, no que concerne à sexualidade e à subjetividade, nos contos Terça-feira gorda e Aqueles dois, da obra Morangos Mofados, de Caio Fernando Abreu. Como fundamentos teóricos para essa discussão, recorre-se, sobretudo, aos trabalhos de Michel Foucault (1988, 2010), Judith Butler (2003), Stuart Hall (2006), Sara Salih (2013), Heloísa Buarque de Holanda (1982) e Bruno Souza Leal (2002). Dess…
Humanities (10 works) · Art (9 works) · Literature, Culture, and Criticism (7 works) · Cultural, Media, and Literary Studies (5 works) · Philosophy (5 works) · History of Colonial Brazil (2 works) · Linguistics and Education Research (2 works) · Literature, Culture, and Aesthetics (2 works) · Palliative and Oncologic Care (2 works) · Compendium (1 works)