Fabular é aprender a morrer
As intermitências da morte, de José Saramago
Bibliographic Data
| ID | 3081558 |
|---|---|
| Authors | Marcelo Lachat (0000-0003-0353-8618, Universidade Federal de São Paulo, corresponding author) |
| Year | 2020 |
| Issue | 125 |
| Pages | 37-52 |
| Publication date | 2020-07-30 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista USP (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 0103-9989 • E-ISSN: 2316-9036 |
| Publisher | Universidade de Sao Paulo, Agencia USP de Gestao da Informacao Academica (AGUIA) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.11606/issn.2316-9036.v0i125p37-52 |
| OpenAlex | W3046891929 |
| Language | PT |
Em As intermitências da morte, obra de José Saramago publicada em 2005, relata-se uma fábula paródica, irônica e alegórica, cuja personagem central é a própria morte, ou melhor, a "pequena morte cotidiana" das pessoas de um país não nomeado. Tal relato se inicia com estas palavras: "No dia seguinte ninguém morreu". Então, a partir de 1o de janeiro de um ano qualquer, não se morre mais naquele país. Assim, para discutir essa obra, propõe-se desenvolver neste artigo algo que ela mesma insinua: sua relação com o capítulo XX do livro I, dos Ensaios de Montaigne, intitulado "Que filosofar é aprender a morrer". Pretende-se mostrar, enfim, que, nessa "inverídica história sobre as intermitências da morte", fabular é aprender a morrer
Art · Humanities · Palliative and Oncologic Care · Philosophy · Psychology and Mental Health
| Citation velocity | historical |
|---|---|
| Highly cited | No |