Aline Leal Fernandes Barbosa
Biographic Data
| ID | 899735 |
|---|---|
| NAME | Aline Leal Fernandes Barbosa |
| GIVEN NAMES | Aline Leal Fernandes |
| FAMILY NAME | Barbosa |
| SIGNATURE | BARBOSA A L F |
| AFFILIATIONS | Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro |
| ORCID | 0000-0001-5488-0654 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 7 |
| TOTAL CITATIONS | 0 |
| AUTHOR COUNT | 7 |
| EDITOR COUNT | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 2013 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2024 |
| H-INDEX | 0 |
Pensar/Classificar – Georges Perec
Tradução para o português de “Penser/Classer”, texto de Georges Perec publicado em uma coletânea homônima de ensaios. Neste texto póstumo, de 1985, o autor demonstra seu interesse em percorrer o universo e sua multiplicidade, examinando seus possíveis laços, sondando e questionando um possível princípio organizador das coisas. A reflexão acerca do gosto pelas classificações e do furor de organização que parece tomar a humanidade desde o começo do…
Dossiê poética das margens no espaço literário e cultural franco-brasileiro
Resenha do Dossiê Poética das margens no espaço literário e cultural franco-brasileiro, publicado pela Revue Silène: Centre de recherches en littérature et poétique comparées de Paris Ouest Nanterre-La Défense. Coordenação de Eliane Robert Moraes e Camille Dumoulié
Hilda Hilst leitora de D.H. Lawrence
Guiado pela primeira pessoa da pesquisadora de arquivos, tomada pelo "Mal de arquivo" proposto por Jacques Derrida em texto homônimo, o artigo apresenta uma reflexão sobre a noção de arquivo e de marginália pelo viés do erótico. Analisa-se, ainda, o que a autora Hilda Hilst escreveu nas margens do livro O amante de lady Chatterley, de D.H. Lawrence, durante a sua leitura. A partir de material encontrado na biblioteca da Casa do Sol, trata-se de p…
Espelhos do mal
Neste artigo, o objetivo é pôr a obra e a vida do Marquês de Sade - em que impera a ideia de transgressão e de destruição - em contato com diversas noções de arquivo, sobretudo a de Jacques Derrida em Mal de arquivo, em que a pulsão de morte repousa no que é da ordem da conservação. Se a renovação com base em novas consignações é a condição de posteridade do arquivo, de que modo podemos ler Sade no século XXI
A paixão dos raios solares - uma leitura heliotrópica de Hilda Hilst e Georges Bataille
O presente artigo pretende estabelecer um estudo comparativo entre as obras e as trajetórias de Hilda Hilst e de Georges Bataille, a partir das ideias de excesso e de transgressão, e apontando para a ideia do obsceno na literatura. A leitura desses autores será conduzida a partir da imagem do Sol, cara a Bataille. Em todo o seu excesso e exuberância, provedor e castrador, o Sol nos dará a medida da transgressão
Hilda Hilst e Georges Bataille de mãos dadas com a morte
O erotismo, o sagrado e a morte são temas recorrentes nas obras de Hilda Hilst e de Georges Bataille. Apostando no movimento contínuo de transgressão dos limites do humano, a morte, seu caráter irrevogável, será a experiência radical de continuidade a que o erotismo e o sagrado tendem, exibindo a passagem entre a animalidade e a humanidade. E uma vez que a morte é sempre a de um terceiro, pretendemos, neste artigo, a partir da obra e da trajetóri…
Literatura Em Tempos Expressos
Literature in express times: The book as an object, which has occupied a canonic place since Gutenberg's invention, has been going through a "revolution" in the last few years due to the expansion of the audiovisual mediums and the digital technology.At first confronted with some resistance, the interaction between printed texts and screens has become, in some cases, profitable -if not for the intellectual product at least for the consumption goo…
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O erotismo, o sagrado e a morte são temas recorrentes nas obras de Hilda Hilst e de Georges Bataille. Apostando no movimento contínuo de transgressão dos limites do humano, a morte, seu caráter irrevogável, será a experiência radical de continuidade a que o erotismo e o sagrado tendem, exibindo a passagem entre a animalidade e a humanidade. E uma vez que a morte é sempre a de um terceiro, pretendemos, neste artigo, a partir da obra e da trajetóri…
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O presente artigo pretende estabelecer um estudo comparativo entre as obras e as trajetórias de Hilda Hilst e de Georges Bataille, a partir das ideias de excesso e de transgressão, e apontando para a ideia do obsceno na literatura. A leitura desses autores será conduzida a partir da imagem do Sol, cara a Bataille. Em todo o seu excesso e exuberância, provedor e castrador, o Sol nos dará a medida da transgressão
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