Guerras de trincheira e guerras permanentes na resposta à aids
Dados Bibliográficos
| ID | 16883286 |
|---|---|
| Autores | F Seffner (0000-0002-4580-6652, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, autor correspondente) |
| Ano | 2023 |
| Volume | 17 |
| Fascículo | 1 |
| Páginas | 225-230 |
| Data de publicação | 2023-03-17 |
| Peer Reviewed | Sim |
| Open Access | Sim |
| Tipo | ARTICLE |
| Periódico | Revista Eletrônica de Comunicação, Informação e Inovação em Saúde (JOURNAL) |
| Identificadores do periódico | ISSN: 1981-6278 • E-ISSN: 1981-6278 |
| Editora | Instituto de Comunicacao e Informacao Cientifica e Tecnologica em Saude (PUBLISHER) |
| DOI | 10.29397/reciis.v17i1.3593 |
| OpenAlex | W4327697216 |
| Idioma | PT |
| Referências citadas | 1 |
A resenha analisa o filme Os primeiros soldados, de Rodrigo de Oliveira (Brasil, 2021). A película apresenta a vida de três personagens, ao longo do ano de 1983, no Brasil, às voltas com a descoberta da aids em suas vidas. Mostram-se suas redes de relações, seus planos, e particularmente as estratégias de compreensão e enfrentamento da doença. Na tradição de produções cinematográficas que enfocam os modos pelos quais a população LGBTQIAP+ enfrentou a aids, o filme recorta três pessoas comuns, que não lideram movimentos sociais, mas fazem esforços para compreender o que é a doença e como podem com ela aprender. Ao narrar esse enfrentamento, o filme valoriza os afetos construídos, as estratégias de cuidado, as tentativas de obter conhecimento pela observação da trajetória da doença, e as novas percepções que os personagens têm em torno da precariedade da vida e de sua vulnerabilidade na sociedade
Art · Humanities · Political science · Health, Nursing, Elderly Care
| Velocidade de citação | historical |
|---|---|
| Altamente citado | Não |