Características da oferta de contracepção de emergência na rede básica de saúde do Recife, Nordeste do Brasil
Dados Bibliográficos
| ID | 3064976 |
|---|---|
| Autores | Maria Benita Alves Da Silva Spinelli (0000-0003-4052-7950, Universidade de Pernambuco), Ariani Impieri De Souza (0000-0002-7917-5983, Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira, Brasil), Lygia Carmen De Moraes Vanderlei (0000-0002-3610-3699, Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira, Brasil), Suely Arruda Vidal (0000-0002-4268-520X, Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira, Brasil) |
| Ano | 2014 |
| Volume | 23 |
| Fascículo | 1 |
| Páginas | 227-237 |
| Data de publicação | 2014-03-01 |
| Peer Reviewed | Sim |
| Open Access | Sim |
| Tipo | ARTICLE |
| Periódico | Saúde e Sociedade (JOURNAL) |
| Identificadores do periódico | ISSN: 0104-1290 • E-ISSN: 1984-0470 |
| Editora | FapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.1590/s0104-12902014000100018 |
| OpenAlex | W2110509366 |
| SCIELO_PID | S0104-12902014000100227 |
| Idioma | PT |
| Citações recebidas | 5 |
| Referências citadas | 9 |
O objetivo do estudo foi descrever as características da utilização da contracepção de emergência (CE) em unidades de saúde da família (USF) da cidade do Recife entre março e setembro de 2011. O questionário foi respondido por 234 profissionais, 154 enfermeiros e 80 médicos selecionados por amostragem aleatória em 117 USF. Quase todos os profissionais (90,6%) informaram disponibilidade da CE na USF; médico e/ou enfermeiro foram os principais dispensadores (73,9%) e 27,4% conheciam a estratégia de distribuição através do "kit saúde da mulher". Apesar de 85,0% dos profissionais já terem prescrito a CE, apenas 8,5% a consideram como direito da mulher. A maioria (80,7%) conhecia o manual de Planejamento Familiar do Ministério da Saúde e cerca de metade (51,2%) conhecia o manual de Direitos Reprodutivos do município. Entre os entrevistados, 51,3% conheciam o correto mecanismo de ação e 77,4% costumam informar às mulheres sobre CE. Os principais motivos para não informar foram: "falta de oportunidade" (10,0%) para os médicos e "para evitar que se tornem rotina" (6,5%) para os enfermeiros. Metade dos profissionais (50,0%) informaram prescrever nas três situações preconizadas (relação desprotegida, estupro e falha do método contraceptivo em uso) e 65,8% concordam que a religião interfere na decisão da prescrição/orientação. Os profissionais de saúde demonstraram ter conhecimento técnico suficiente para prescrever a CE, porém não a reconhecem como um direito das mulheres. Além disso, consideram que a influência religiosa pode interferir na decisão da prescrição e no uso da CE pelas mulheres
Humanities · Adolescent Sexual and Reproductive Health · Male Reproductive Health Studies · Medicine · Philosophy · Reproductive Health and Contraception
Disponibilidade de insumos para o planejamento reprodutivo nos três ciclos do Programa de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica
Fatores individuais, familiares e comunitários associados ao uso de contracepção de emergência por adolescentes escolares brasileiros
Brazilian Physicians’ Beliefs and Attitudes Toward Patients’ Spirituality
Spirituality in Clinical Practice
Women's Reproductive Intentions and Behaviors during the Zika Epidemic in Brazil
Acceptability of emergency contraception in Brazil, Chile, and Mexico. 2 - Facilitating factors versus obstacles
Acesso e acolhimento na atenção básica
Acolhimento e vínculo em uma equipe do Programa Saúde da Família
Marcos normativos da anticoncepção de emergência e as dificuldades de sua institucionalização nos serviços públicos de saúde
Prevenção de doenças sexualmente transmissíveis e procura da contracepção de emergência em farmácias e drogarias do município de São Paulo
| Obras citantes distintas | 5 |
|---|---|
| Citações por ano | 0,56 |
| Intervalo de citações | 2017 - 2024 (8) |
| Velocidade de citação | recent |
| Altamente citado | Não |
| Tipos de citação | Neutras: 3 |