Mais branca que eu
Uma Análise Interseccional Da Branquitude Nos Feminismos
Dados Bibliográficos
| ID | 3089752 |
|---|---|
| Autores | Geórgia Grube Marcinik (0000-0002-5249-1548, Universidade do Estado do Rio de Janeiro), Amana Rocha Mattos (0000-0002-2890-5421, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, autor correspondente) |
| Ano | 2021 |
| Volume | 29 |
| Fascículo | 1 |
| Data de publicação | 2021-01-01 |
| Peer Reviewed | Sim |
| Open Access | Sim |
| Tipo | ARTICLE |
| Periódico | Revista Estudos Feministas (JOURNAL) |
| Identificadores do periódico | ISSN: 0104-026X • E-ISSN: 1806-9584 |
| Editora | FapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.1590/1806-9584-2021v29n161749 |
| OpenAlex | W3157375379 |
| SCIELO_PID | S0104-026X2021000100212 |
| Idioma | EN |
| Citações recebidas | 4 |
| Referências citadas | 17 |
No presente artigo, analisamos como a branquitude apresenta-se nos movimentos feministas, buscando compreender os processos de subjetivação e racialização de mulheres brancas por meio do diálogo com as epistemologias dos feminismos não hegemônicos e estudos críticos da branquitude. Analisamos as falas de quatro feministas brancas que foram entrevistadas de maneira a pensar os desdobramentos da branquitude nos contextos feministas hegemônicos, buscando entender o que ocorre quando feministas brancas estão dispostas a dialogar e refletir sobre sua condição racial. A discussão dos resultados mostra a importância de compreendermos as formas de ser mulher e os feminismos afastando-se de uma via essencialista e universalizante, reconhecendo que se faz necessária a horizontalização dos pensamentos e práticas feministas a partir da intersecção dos marcadores sociais da diferença
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| Obras citantes distintas | 4 |
|---|---|
| Citações por ano | 0,8 |
| Intervalo de citações | 2021 - 2025 (5) |
| Velocidade de citação | recent |
| Altamente citado | Não |
| Tipos de citação | Neutras: 3 |